FUI VER ESTE FILME NO PASSADO SÁBADO, 18/09, COM A MINHA AMADA, MARINA, MINHA MANA, ANDREIA E SEU NAMORADO EMANUEL... PARTIMOS O CÔCÔ A RIR... Se apanhesse aquela velha!!!
Alex (Ben Stiller) e Nancy (Drew Barrymore) estão à procura de um novo apartamento. Com um orçamento limitado, encantam-se com um imenso duplex e decidem comprá-lo de imediato. No entanto, depressa o sonho se torna em pesadelo... No andar superior mora uma velhinha que não pode ser despejada em função de determinação legal. Apenas quando ela morrer (o que parece não estar longe de acontecer) eles terão acesso completo ao apartamento. Infelizmente, rapidamente o casal percebe que a sra. Connelly (Eileen Essel), é uma vizinha insuportável, insistindo em ver televisão durante toda a madrugada e importunando Alex para a ajudar nas suas tarefas domésticas (sem aceitar as explicações de que ele deve concluir o seu novo livro dentro de poucas semanas, sob pena de perder o contrato com a editora). Aos poucos, Nancy e Alex chegam à conclusão inevitável de que só há uma forma de se livrarem da sra. Connelly: assassinato.Na sua sexta longa-metragem como realizador, Danny DeVito, reconhecido pelo seu trabalho na década de 80 ("Em Busca da Esmeralda Perdida" e "A Jóia do Nilo", ao lado de Michael Douglas e Kathleen Turner) ou na década de 90 (o Pinguim de "Batman Regressa" ou o repórter sensacionalista de "L.A. Confidential"), explora o mesmo tipo de comédia que caracterizou a maior parte dos seus trabalhos atrás das câmaras: o humor negro, algo que pode ser observado filme que marcou o actor/ptodutor/realizador: "Guerra das Rosas". "Duplex" não lhe fica atrás, embora haja que definir as devidas distâncias temporais, que na época deram a "Guerra das Rosas" uma etiqueta de filme original e politicamente incorrecto, actualmente algo difícil de conseguir face a uma certa banalização deste tipo de comédia.Quanto aos actores, Alex Rose é o tipo de personagem ideal para Ben Stiller: um homem comum e cheio de neuroses que, depois de sofrer várias humilhações, perde a paciência e revela um temperamento explosivo. Já Drew Barrymore, embora com algumas cenas engraçadas, não apresenta grandes cenas hilariantes. O destaque vai mesmo para Eileen Essel que, aos 81 anos de idade, é a grande responsável pela maior parte do humor aqui apresentado.Embora não apresente nada de novo, pelo contrário, "Duplex" é uma comédia acima de média e, acima de tudo, um bom entretenimento.
segunda-feira, setembro 20, 2004
segunda-feira, setembro 13, 2004
Encontro em Fátima discute presença dos cristãos no mundo universitário
Acontece em Fátima , nos dias 17 e 18 de setembro, o Encontro Nacional de Pastoral do Ensino Superior, informa Agência Ecclesia. Os grandes temas do encontro são: «A presença da Igreja no mundo da cultura e do saber», por dom Manuel Clemente, presidente da Comissão Episcopal da Cultura; «Os desafios pastorais colocados pela realidade universitária portuguesa contemporânea», por pe. Peter Stilwell, e «As realidades do ensino superior português: permanências, mutações e desafios», por Virgílio Meira Soares. A temática central é subordinada ao tema «Cristãos no Ensino Superior – que presença?» e pretende promover um melhor conhecimento do meio universitário e de ensino superior e uma maior consciência da presença da Igreja no mesmo. Ao longo dos dois dias, no Seminário do Verbo Divino, os membros e animadores de equipes e serviços de Pastoral do Ensino Superior e Universitário irão refletir também sobre «Mobilidade(s) e (des)enraizamentos», «A presença da Igreja na Universidade de hoje»; «O Ensino Superior e os desafios do desenvolvimento: cidadania e mercado de trabalho»; «Universidade e Sociedade: uma relação para toda a vida?»; «A dimensão internacional do Ensino Superior: oportunidades e desafios» e «A Universidade e os saberes: entre a fragmentação e o diálogo».
sábado, setembro 11, 2004
I, ROBOT
Vi este filme com a minha namorada Marina, com a minha mana Andreia e o seu namorado Emanuel no passado dia 10 de Setembro na sala 1 da Castelo Lopes Cinemas no Parque Atlântico em Ponta Delgada.
Will Smith estrela este filme de acção inspirado pela clássica colecção de contos de Isaac Asimov, e é levado à tela grande pelo visionário e dinâmico director Alex Proyas (Cidade das Sombras, O Corvo).
No ano 2035, robôs são um eletrodoméstico presente em todas as residências, e todos confiam neles, exceto um detetive levemente paranóico (Smith) que investiga um crime que ele acredita ter sido cometido por um robô. O caso leva-o a descobrir uma ameaça muito mais aterrorizante à raça humana. Eu, robô usa efeitos visuais espetaculares e de vanguarda para dar vida ao mundo dos robôs.
Will Smith estrela este filme de acção inspirado pela clássica colecção de contos de Isaac Asimov, e é levado à tela grande pelo visionário e dinâmico director Alex Proyas (Cidade das Sombras, O Corvo).
No ano 2035, robôs são um eletrodoméstico presente em todas as residências, e todos confiam neles, exceto um detetive levemente paranóico (Smith) que investiga um crime que ele acredita ter sido cometido por um robô. O caso leva-o a descobrir uma ameaça muito mais aterrorizante à raça humana. Eu, robô usa efeitos visuais espetaculares e de vanguarda para dar vida ao mundo dos robôs.
sexta-feira, agosto 27, 2004
Férias 2004
Caro(a) amigo(a),
Passei as minhas férias de verão 2004, mais precisamente o mês de Agosto, em Torres Vedras na casa do meu pai ( http://www.cm-tvedras.pt ) os primeiros 15 dias.
No dia 16, fui para Odivelas ( http://www.cm-odivelas.pt/Site/index.asp ) onde fiquei a dormir na casa do meu amigo Zefa. Também passei os dias com os meus amigos: Ana Isabel e Mira, Pe. José Filho, Ricardo Rosa e família, Filipe Ramos e família, Alexandre e Anabela e Bino e família. Foram 11 dias de sonho.
No domingo vou com a minha família a Fátima.
Regresso aos Açores no dia 5 de Setembro. As aulas só começam a 20. Portanto, até lá a Marina espera-me...
Até à próxima,
Aquele Abraço,
Eu
Passei as minhas férias de verão 2004, mais precisamente o mês de Agosto, em Torres Vedras na casa do meu pai ( http://www.cm-tvedras.pt ) os primeiros 15 dias.
No dia 16, fui para Odivelas ( http://www.cm-odivelas.pt/Site/index.asp ) onde fiquei a dormir na casa do meu amigo Zefa. Também passei os dias com os meus amigos: Ana Isabel e Mira, Pe. José Filho, Ricardo Rosa e família, Filipe Ramos e família, Alexandre e Anabela e Bino e família. Foram 11 dias de sonho.
No domingo vou com a minha família a Fátima.
Regresso aos Açores no dia 5 de Setembro. As aulas só começam a 20. Portanto, até lá a Marina espera-me...
Até à próxima,
Aquele Abraço,
Eu
My Boss´s Daughter
A única coisa pior do que trabalhar para o patrão do inferno é apaixonar-se pela sua irresistível filha. O jovem executivo Tom Stanfield (Ashton Kutcher) está de olho numa promoção. Infelizmente, o seu olhar também foi atraído pela sedutora Lisa (Tara Reid), que é a menina dos olhos do Sr. Taylor (Terence Stamp). Ao receber a rara oferta de tomar conta da casa do Sr. Taylor, Tom está pronto para impressionar seu patrão ao mesmo tempo em que dá em cima da moça. Ou pelo menos isso é o que ele pensa. A noite de seu trabalho de "babá" da casa do patrão começa com um ameaçador toque de campainha e se tranforma em uma hilariante sequência de desastres lunáticos. Duma hora para a outra, Tom depara-se com uma casa mergulhada no caos e com a possibilidade de perder não só sua sanidade e seu emprego, mas também sua paixão.
Elenco: Mark Aisbett, Ashton Kutcher, John Abrahams, Tara Reid
Director: David Zucker
Roteiro: David Dorfman
Produtores: Gil Netter: John Jacobs
Director de Fotografia: Martin Mcgarth
Desenhista de Produção: Andrew Laws
Editores: Patrick Lussier, Sam Craven
Música: Teddy Castellucci
Figurinista: Daniel Orlandi
EUA • 2003 • 90 min. • Dolby SR, SRD • Plano • Comédia
Elenco: Mark Aisbett, Ashton Kutcher, John Abrahams, Tara Reid
Director: David Zucker
Roteiro: David Dorfman
Produtores: Gil Netter: John Jacobs
Director de Fotografia: Martin Mcgarth
Desenhista de Produção: Andrew Laws
Editores: Patrick Lussier, Sam Craven
Música: Teddy Castellucci
Figurinista: Daniel Orlandi
EUA • 2003 • 90 min. • Dolby SR, SRD • Plano • Comédia
SHERK 2
VI ESTE FILME DEPOIS DUM BELO JANTAR NA CASA DOS MEUS AMIGOS HUGO E MARIA DO CÉU PAIVA NO PASSADO DIA 25 DE AGOSTO TAMBÉM NA COMPANHIA DO ZEFA. UM BEIJINHO PARA VÓS.
Após se casar com a Princesa Fiona, Shrek vive feliz no seu pântano. Ao retornar de sua lua-de-mel, Fiona recebe uma carta dos seus pais que não sabem que ela agora é um ogro, convidando-a para um jantar juntamente com seu grande amor, na intenção de conhecê-lo. A muito custo Fiona consegue convencer Shrek a ir visitá-los, tendo ainda a companhia do Burro. Porém os problemas começam quando os pais de Fiona descobrem que ela não se casou com o Príncipe, a quem havia sido prometida, e enviam o Gato de Botas para separá-los. O desenho é dobrado por nomes famosos de Hollywood, como Antonio Bandeiras, Eddie Murphy, Cameron Diaz.
Tempo: 105 min
Director: Andrew Adamson, Kelly Asbury e Conrad Vernon
Género: Infantil
Elenco: Mike Myers, Bussunda, Cameron Diaz, Eddie Murphy, John Cleese, Julie Andrews, Antonio Banderas, Rupert Everett, Larry King, Jennifer Saunders e Conrad Vernon
Após se casar com a Princesa Fiona, Shrek vive feliz no seu pântano. Ao retornar de sua lua-de-mel, Fiona recebe uma carta dos seus pais que não sabem que ela agora é um ogro, convidando-a para um jantar juntamente com seu grande amor, na intenção de conhecê-lo. A muito custo Fiona consegue convencer Shrek a ir visitá-los, tendo ainda a companhia do Burro. Porém os problemas começam quando os pais de Fiona descobrem que ela não se casou com o Príncipe, a quem havia sido prometida, e enviam o Gato de Botas para separá-los. O desenho é dobrado por nomes famosos de Hollywood, como Antonio Bandeiras, Eddie Murphy, Cameron Diaz.
Tempo: 105 min
Director: Andrew Adamson, Kelly Asbury e Conrad Vernon
Género: Infantil
Elenco: Mike Myers, Bussunda, Cameron Diaz, Eddie Murphy, John Cleese, Julie Andrews, Antonio Banderas, Rupert Everett, Larry King, Jennifer Saunders e Conrad Vernon
terça-feira, agosto 24, 2004
GARFIELD
FUI VER ESTE FILME NO FREEPORT EM ALCOCHETE COM OS MEUS AMIGOS ALEXANDRE E ANABELA E NUNO E MARISA. PARA ELES UM GRANDE BEIJINHO
Preguiçoso, gordo e irónico, Garfield é um gato doméstico com poucas preocupações: pensa basicamente em comer lasanha - seu prato favorito -, ver televisão e em atazanar o dono, John Arbuckle. A pacata vida do felino começa a ser perturbada quando John resolve adoptar o cãozinho Odie, a pedido da Drª. Liz, a veterinária por quem é apaixonado. Sem acreditar no que vê, o animal resolve tomar uma atitude para não ter de dividir as atenções com o cão. Depois de aprontar tudo que podia com o bobalhão Odie, Garfield é obrigado a dormir do lado de fora por ordem de seu dono. Inconformado por ter de largar sua cama e seu ursinho, o gato desobedece John, entra em casa e ainda tranca o cachorro do lado de fora. Na manhã seguinte, Odie está perdido e é recolhido por uma velhinha, que espalha cartazes em busca do dono. O cãozinho acaba nas mãos do Sr. Feliz, um cruel apresentador que quer transformar o bicho em estrela de seu show em Nova York. Quando vê que o amigo está em apuros, Garfield resolve sair lentamente, claro, numa missão pela cidade para resgatá-lo e se redimir com John.
O Filme mostra as características marcantes do personagem criado por Jim Davis, mas deixa de lado algumas peculiaridades, como o medo de aranhas ou o fato de detestar uvas-passas. Quem acompanha o desenho na TV e os quadrinhos, e está acostumado a ver Nermal como um filhote cinza, encontrará um gato siamês no longa. Em português, o felino foi dublado por Antonio Feio - da minissérie.
INFORMAÇÕES
Diretor: Peter Hewitt
Elenco: Breckin Meyer, Jennifer Love Hewitt e Stephen Tobolowsky
Nome Original: Garfield
Ano: 2004
País: EUA
Duração: 85 minutos
Preguiçoso, gordo e irónico, Garfield é um gato doméstico com poucas preocupações: pensa basicamente em comer lasanha - seu prato favorito -, ver televisão e em atazanar o dono, John Arbuckle. A pacata vida do felino começa a ser perturbada quando John resolve adoptar o cãozinho Odie, a pedido da Drª. Liz, a veterinária por quem é apaixonado. Sem acreditar no que vê, o animal resolve tomar uma atitude para não ter de dividir as atenções com o cão. Depois de aprontar tudo que podia com o bobalhão Odie, Garfield é obrigado a dormir do lado de fora por ordem de seu dono. Inconformado por ter de largar sua cama e seu ursinho, o gato desobedece John, entra em casa e ainda tranca o cachorro do lado de fora. Na manhã seguinte, Odie está perdido e é recolhido por uma velhinha, que espalha cartazes em busca do dono. O cãozinho acaba nas mãos do Sr. Feliz, um cruel apresentador que quer transformar o bicho em estrela de seu show em Nova York. Quando vê que o amigo está em apuros, Garfield resolve sair lentamente, claro, numa missão pela cidade para resgatá-lo e se redimir com John.
O Filme mostra as características marcantes do personagem criado por Jim Davis, mas deixa de lado algumas peculiaridades, como o medo de aranhas ou o fato de detestar uvas-passas. Quem acompanha o desenho na TV e os quadrinhos, e está acostumado a ver Nermal como um filhote cinza, encontrará um gato siamês no longa. Em português, o felino foi dublado por Antonio Feio - da minissérie.
INFORMAÇÕES
Diretor: Peter Hewitt
Elenco: Breckin Meyer, Jennifer Love Hewitt e Stephen Tobolowsky
Nome Original: Garfield
Ano: 2004
País: EUA
Duração: 85 minutos
quarta-feira, julho 28, 2004
Spider-man 2
A vida de Peter Parker complica-se porque é cada vez mais difícil para o super-herói conciliar a sua faceta de Homem-Aranha e a sua identidade de todos os dias. Para conseguir continuar a lutar contra o crime, Peter tem de abdicar dos amigos, não tem tempo para Mary Jane, as notas da faculdade ressentem-se e não param de descer e o editor do jornal com o qual colabora só quer fotografias do Homem-Aranha. Por tudo isto, Peter está a ponderar deixar por uns tempos a sua missão de guardião dos nova-iorquinos. Mas, aí, aparece um novo vilão, Otto Octavius, um cientista brilhante, que Peter admirava, mas que se transforma em Doc Ock, um monstro com quatro tentáculos, depois de uma experiência que corre mal. Tobey Maguire volta a dar corpo ao super-herói da Marvel e Sam Raimi assina novamente a realização.
terça-feira, julho 27, 2004
THE PUNISHER
Esta é uma película do Realizador Jonathan Hensleigh e conta com os actores Thomas Jane, John Travolta, A. Russell Andrews, James Carpinello, Jeff Chase e Mark Collie nos principais papéis.
"Frank Castle (Tom Jane) é um homem que viu demasiadas mortes, primeiro como operacional da Delta Force e mais tarde como agente especial do FBI. Ele conseguiu enfrentar situações em que as suas hipóteses de sobrevivência eram mínimas, mas finalmente conseguiu deixar tudo isso para trás e prepara-se para disfrutar de uma vida normal junto da sua mulher Maria (Samantha Mathis) e do seu jovem filho (Marcus Johns). Na sua última missão, embora Castle desempenhe na perfeição o seu papel de agente infiltrado, algo corre mal e um jovem é inadvertidamente morto. Esse jovem era o filho de Howard Saint (John Travolta) um dos mais importantes líderes do submundo do crime organizado. Saint está decidido a vingar a morte do filho até às últimas consequências e manda matar Castle e toda a sua família. Apenas Frank consegue sobreviver. Desesperado e só, coloca todas as suas energias para colocar em marcha um plano para punir os assassinos. Num bloco de apartamentos à beira da demolição ele vai preparar a eliminação dos seus inimigos, um a um, sem piedade e sem remorsos. "
A não perder este excelente filme de Acção, com a duração total de 124 minutos e classificado para M/12.
"Frank Castle (Tom Jane) é um homem que viu demasiadas mortes, primeiro como operacional da Delta Force e mais tarde como agente especial do FBI. Ele conseguiu enfrentar situações em que as suas hipóteses de sobrevivência eram mínimas, mas finalmente conseguiu deixar tudo isso para trás e prepara-se para disfrutar de uma vida normal junto da sua mulher Maria (Samantha Mathis) e do seu jovem filho (Marcus Johns). Na sua última missão, embora Castle desempenhe na perfeição o seu papel de agente infiltrado, algo corre mal e um jovem é inadvertidamente morto. Esse jovem era o filho de Howard Saint (John Travolta) um dos mais importantes líderes do submundo do crime organizado. Saint está decidido a vingar a morte do filho até às últimas consequências e manda matar Castle e toda a sua família. Apenas Frank consegue sobreviver. Desesperado e só, coloca todas as suas energias para colocar em marcha um plano para punir os assassinos. Num bloco de apartamentos à beira da demolição ele vai preparar a eliminação dos seus inimigos, um a um, sem piedade e sem remorsos. "
A não perder este excelente filme de Acção, com a duração total de 124 minutos e classificado para M/12.
domingo, julho 18, 2004
Estónia
Localização geográfica: Nordeste da Europa
Área: 45 100 km2
População: 1 423 316 habitantes (2001)
Capital: Tallinn
Outras cidades importantes: Kohtla-Järve, Narva, Pärnu e Tartu
Data de independência: 1991
Regime político: República multipartidária
Unidade monetária: Coroa estónia
Língua oficial: Estónio
Religião maioritária: Ortodoxos estónios
Geografia
País do Nordeste da Europa. Situado nas margens do mar Báltico, faz parte, com a Letónia e a Lituânia, dos chamados Estados Bálticos. Possui uma superfície de 45 100 km2, incluindo cerca de 1500 ilhas e ilhéus no mar Báltico. Faz fronteira com a Rússia, a leste, e a Letónia, a sul, sendo banhado pelo mar Báltico, a norte e a oeste. As principais cidades são Tallinn, a capital, com uma população de 435 000 habitantes (1996), Tartu (102 000 hab.), Narva (75 000 hab.), Kohtla-Järve (69 000 hab.) e Pärnu (52 000 hab.).
Na geografia da Estónia encontram-se influências da antiga cobertura glaciar, através da linha ondulante que caracteriza o relevo estónio, coberto por extensas florestas e lagos e rasgado por inúmeros rios.
Clima
O clima é temperado continental, com Invernos muito frios e Verões suaves.
Economia
A economia da Estónia tem na indústria e na agricultura as suas principais actividades. Com vastas reservas de turfa, fosforites, calcário, dolomites, margas, argilas e xisto betuminoso (este de importância fundamental na produção de gás e de electricidade), as indústrias mineira e química encontram-se bastante desenvolvidas, situação comungada pelas indústrias dedicadas à metalurgia e ao fabrico de materiais de construção. Quanto ao sector primário, apesar de empregar menos de 14% da população activa, contribui em cerca de 25% para o PIB. A exploração das terras, outrora colectivizada, está hoje em dia nas mãos de proprietários privados, que, para além de produtos como a batata, os cereais e os vegetais, fomentam a criação de gado. Neste sector há a destacar também a silvicultura, uma das mais antigas ocupações na Estónia, já que as terras florestadas existem em grande quantidade. Os principais parceiros comerciais da Estónia são a Finlândia, a Rússia, a Alemanha e a Suécia.
População
A população é de 1 423 316 habitantes (2001), o que corresponde a uma densidade populacional de 32 hab./km2. As taxas de natalidade e de mortalidade são, respectivamente, de 8? e 14?, facto que contribui para a tendência de diminuição da população que, em 2025, se estima que atinja apenas 1 302 000 habitantes. A esperança média de vida é de 70 anos. Em termos de composição étnica, os estónios representam 64% da população, seguindo-se-lhes os russos (29%), os ucranianos (3%), os bielorrusos (2%) e os finlandeses (1%). As principais religiões são os ortodoxos estónios (20%) e os luteranos (14%). A língua oficial é o estónio.
História
A Estónia, habitada, pelo menos, desde o século I d. C., tem vivido grande parte da sua história sob o domínio de outros povos e países. Assim, os primeiros invasores foram os Vikings, no século IX d. C., e, até à chegada dos Germanos em finais do século XII, a Estónia foi vítima de várias incursões suecas, dinamarquesas e russas. O domínio alemão iniciou-se em 1180, com a chegada de monges cristãos à região da Livónia (região sul da Estónia e da Letónia), com o propósito de espalharem a fé cristã de um modo pacífico. Mas, a partir de 1198, esta cristianização passou a ser feita por cruzadas, fazendo com que, em 1219, a Alemanha já dominasse todo o país, sendo de salientar que o Norte e as ilhas no mar Báltico eram dominadas conjuntamente com o reino da Dinamarca através de uma aliança entre as duas partes (em 1343-45, a Dinamarca vendeu as suas possessões à Alemanha).
Já no século XVI, mais precisamente em 1561, a Livónia passou a ser dominada pela Lituânia (que se tinha unido com a Polónia), enquanto que o czar russo Ivan IV, o Terrível, conquistara, em 1558, a região de Narva, no centro do país. Neste mesmo ano, o reino da Suécia conquista o norte da Estónia, estendendo o seu domínio a todo o país após expulsarem os Russos em 1581 e derrotarem os Lituanos em 1629. A Rússia, após séculos de tentativas frustradas, consegue finalmente conquistar a Estónia. Em 1709 apodera-se da Livónia, obrigando os Suecos a ceder os restantes territórios em 1721.
No final do século XIX, a Estónia vive um período de prosperidade graças à política de privatização das terras praticada pela Rússia e que favoreceu os agricultores estónios. Esta prosperidade, porém, permitiu que a esmagadora maioria da população investisse na sua formação cultural, o que veio abrir as portas ao nascimento de um espírito nacionalista. Esta conjuntura provocou um intensificar do domínio da Rússia através do estabelecimento definitivo do quadro político-administrativo russo na Estónia. No entanto, a instabilidade surge com a Revolução Russa de Janeiro de 1905, e em 27 de Novembro nasce o Partido Nacional Liberal (PNL), fundado por Jaan Tônisson. Mas só após a Revolução Russa de Março de 1917 é que a Estónia assegura a sua autonomia, sendo o seu primeiro governo nomeado pelo Conselho Nacional da Estónia (Maapäev) a 12 de Outubro, liderado por Konstantin Päts (um dos inspiradores do PNL), governo este que seria substituído, um mês depois, pelos comunistas na sequência de um golpe de Estado apoiado pela Rússia. O mês de Fevereiro de 1918 é marcado pela invasão germânica, que provocou a fuga dos comunistas, facto aproveitado pelo Maapäev para declarar a independência, o que aconteceu no dia 24, declaração renovada no dia da capitulação alemã (11 de Novembro de 1918). Contudo, a Estónia teve de suportar uma nova invasão russa, repelida por completo em finais de Fevereiro de 1919 graças à ajuda dos Aliados.
Durante 20 anos, a Estónia sobreviveu às conspirações comunistas pró-soviéticas, mas a assinatura, em Agosto de 1939, do Pacto de Não-Agressão entre a URSS e a Alemanha veio a revelar-se fatídica para a independência da Estónia. A 28 de Setembro, a URSS impôs a assinatura de um tratado de assistência mútua cujo cumprimento serviu de pretexto à invasão soviética a 17 de Junho de 1940, sendo oficializada a entrada da Estónia na União das Repúblicas Socialistas Soviéticas a 21 de Julho desse ano. Este estatuto só se tornou efectivo, no entanto, a 22 de Setembro de 1944, após três anos de presença militar alemã.
O domínio soviético sobre a Estónia, efectuado através do Partido Comunista, pautou-se por medidas repressivas que em grande parte descaracterizaram o país, como se constata pela presença de estónios na população existente em 1940 (90%) em comparação com a que é contabilizada hoje em dia (60%). A situação alterou-se com o advento da Glasnost e da Perestroika, políticas implementadas por Mikhail Gorbachev nos finais da década de 80, que permitiram o fortalecimento das pretensões independentistas lideradas pela entretanto formada Frente Popular. Nas eleições realizadas em Março de 1990, os independentistas obtiveram uma estrondosa vitória, proclamando, no dia 30 desse mês, uma fase transitória para a independência, que seria formalmente declarada em Agosto de 1991.
A 26 de Julho de 1994, em Moscovo, a Estónia e a Rússia firmaram um acordo de estabelecimento de fronteiras sob a supervisão do presidente norte-americano, Bill Clinton, embora as disputas fronteiriças não tivessem cessado, e a 31 de Agosto as tropas russas retiram-se do país. Apesar da instabilidade política interna existente (o então presidente Lennart Meri recusa a composição ministerial feita pelo primeiro-ministro Mart Laar, provocando a sua substituição pelo ministro do Ambiente, Andres Tarand), a Estónia inicia a sua integração no mundo ocidental, evidenciada pela participação activa no Conselho de Cooperação do Atlântico Norte e na Parceria para a Paz (que substituiu o Pacto de Varsóvia no relacionamento com a NATO).
Em Outubro de 2001 o presidente Lennart Meri, o primeiro após o afastamento do poder soviéticos, foi substituído no cargo por Arnold Ruutel. Os seus principais objectivos são a integração da Estónia na União Europeia e na NATO.
Área: 45 100 km2
População: 1 423 316 habitantes (2001)
Capital: Tallinn
Outras cidades importantes: Kohtla-Järve, Narva, Pärnu e Tartu
Data de independência: 1991
Regime político: República multipartidária
Unidade monetária: Coroa estónia
Língua oficial: Estónio
Religião maioritária: Ortodoxos estónios
Geografia
País do Nordeste da Europa. Situado nas margens do mar Báltico, faz parte, com a Letónia e a Lituânia, dos chamados Estados Bálticos. Possui uma superfície de 45 100 km2, incluindo cerca de 1500 ilhas e ilhéus no mar Báltico. Faz fronteira com a Rússia, a leste, e a Letónia, a sul, sendo banhado pelo mar Báltico, a norte e a oeste. As principais cidades são Tallinn, a capital, com uma população de 435 000 habitantes (1996), Tartu (102 000 hab.), Narva (75 000 hab.), Kohtla-Järve (69 000 hab.) e Pärnu (52 000 hab.).
Na geografia da Estónia encontram-se influências da antiga cobertura glaciar, através da linha ondulante que caracteriza o relevo estónio, coberto por extensas florestas e lagos e rasgado por inúmeros rios.
Clima
O clima é temperado continental, com Invernos muito frios e Verões suaves.
Economia
A economia da Estónia tem na indústria e na agricultura as suas principais actividades. Com vastas reservas de turfa, fosforites, calcário, dolomites, margas, argilas e xisto betuminoso (este de importância fundamental na produção de gás e de electricidade), as indústrias mineira e química encontram-se bastante desenvolvidas, situação comungada pelas indústrias dedicadas à metalurgia e ao fabrico de materiais de construção. Quanto ao sector primário, apesar de empregar menos de 14% da população activa, contribui em cerca de 25% para o PIB. A exploração das terras, outrora colectivizada, está hoje em dia nas mãos de proprietários privados, que, para além de produtos como a batata, os cereais e os vegetais, fomentam a criação de gado. Neste sector há a destacar também a silvicultura, uma das mais antigas ocupações na Estónia, já que as terras florestadas existem em grande quantidade. Os principais parceiros comerciais da Estónia são a Finlândia, a Rússia, a Alemanha e a Suécia.
População
A população é de 1 423 316 habitantes (2001), o que corresponde a uma densidade populacional de 32 hab./km2. As taxas de natalidade e de mortalidade são, respectivamente, de 8? e 14?, facto que contribui para a tendência de diminuição da população que, em 2025, se estima que atinja apenas 1 302 000 habitantes. A esperança média de vida é de 70 anos. Em termos de composição étnica, os estónios representam 64% da população, seguindo-se-lhes os russos (29%), os ucranianos (3%), os bielorrusos (2%) e os finlandeses (1%). As principais religiões são os ortodoxos estónios (20%) e os luteranos (14%). A língua oficial é o estónio.
História
A Estónia, habitada, pelo menos, desde o século I d. C., tem vivido grande parte da sua história sob o domínio de outros povos e países. Assim, os primeiros invasores foram os Vikings, no século IX d. C., e, até à chegada dos Germanos em finais do século XII, a Estónia foi vítima de várias incursões suecas, dinamarquesas e russas. O domínio alemão iniciou-se em 1180, com a chegada de monges cristãos à região da Livónia (região sul da Estónia e da Letónia), com o propósito de espalharem a fé cristã de um modo pacífico. Mas, a partir de 1198, esta cristianização passou a ser feita por cruzadas, fazendo com que, em 1219, a Alemanha já dominasse todo o país, sendo de salientar que o Norte e as ilhas no mar Báltico eram dominadas conjuntamente com o reino da Dinamarca através de uma aliança entre as duas partes (em 1343-45, a Dinamarca vendeu as suas possessões à Alemanha).
Já no século XVI, mais precisamente em 1561, a Livónia passou a ser dominada pela Lituânia (que se tinha unido com a Polónia), enquanto que o czar russo Ivan IV, o Terrível, conquistara, em 1558, a região de Narva, no centro do país. Neste mesmo ano, o reino da Suécia conquista o norte da Estónia, estendendo o seu domínio a todo o país após expulsarem os Russos em 1581 e derrotarem os Lituanos em 1629. A Rússia, após séculos de tentativas frustradas, consegue finalmente conquistar a Estónia. Em 1709 apodera-se da Livónia, obrigando os Suecos a ceder os restantes territórios em 1721.
No final do século XIX, a Estónia vive um período de prosperidade graças à política de privatização das terras praticada pela Rússia e que favoreceu os agricultores estónios. Esta prosperidade, porém, permitiu que a esmagadora maioria da população investisse na sua formação cultural, o que veio abrir as portas ao nascimento de um espírito nacionalista. Esta conjuntura provocou um intensificar do domínio da Rússia através do estabelecimento definitivo do quadro político-administrativo russo na Estónia. No entanto, a instabilidade surge com a Revolução Russa de Janeiro de 1905, e em 27 de Novembro nasce o Partido Nacional Liberal (PNL), fundado por Jaan Tônisson. Mas só após a Revolução Russa de Março de 1917 é que a Estónia assegura a sua autonomia, sendo o seu primeiro governo nomeado pelo Conselho Nacional da Estónia (Maapäev) a 12 de Outubro, liderado por Konstantin Päts (um dos inspiradores do PNL), governo este que seria substituído, um mês depois, pelos comunistas na sequência de um golpe de Estado apoiado pela Rússia. O mês de Fevereiro de 1918 é marcado pela invasão germânica, que provocou a fuga dos comunistas, facto aproveitado pelo Maapäev para declarar a independência, o que aconteceu no dia 24, declaração renovada no dia da capitulação alemã (11 de Novembro de 1918). Contudo, a Estónia teve de suportar uma nova invasão russa, repelida por completo em finais de Fevereiro de 1919 graças à ajuda dos Aliados.
Durante 20 anos, a Estónia sobreviveu às conspirações comunistas pró-soviéticas, mas a assinatura, em Agosto de 1939, do Pacto de Não-Agressão entre a URSS e a Alemanha veio a revelar-se fatídica para a independência da Estónia. A 28 de Setembro, a URSS impôs a assinatura de um tratado de assistência mútua cujo cumprimento serviu de pretexto à invasão soviética a 17 de Junho de 1940, sendo oficializada a entrada da Estónia na União das Repúblicas Socialistas Soviéticas a 21 de Julho desse ano. Este estatuto só se tornou efectivo, no entanto, a 22 de Setembro de 1944, após três anos de presença militar alemã.
O domínio soviético sobre a Estónia, efectuado através do Partido Comunista, pautou-se por medidas repressivas que em grande parte descaracterizaram o país, como se constata pela presença de estónios na população existente em 1940 (90%) em comparação com a que é contabilizada hoje em dia (60%). A situação alterou-se com o advento da Glasnost e da Perestroika, políticas implementadas por Mikhail Gorbachev nos finais da década de 80, que permitiram o fortalecimento das pretensões independentistas lideradas pela entretanto formada Frente Popular. Nas eleições realizadas em Março de 1990, os independentistas obtiveram uma estrondosa vitória, proclamando, no dia 30 desse mês, uma fase transitória para a independência, que seria formalmente declarada em Agosto de 1991.
A 26 de Julho de 1994, em Moscovo, a Estónia e a Rússia firmaram um acordo de estabelecimento de fronteiras sob a supervisão do presidente norte-americano, Bill Clinton, embora as disputas fronteiriças não tivessem cessado, e a 31 de Agosto as tropas russas retiram-se do país. Apesar da instabilidade política interna existente (o então presidente Lennart Meri recusa a composição ministerial feita pelo primeiro-ministro Mart Laar, provocando a sua substituição pelo ministro do Ambiente, Andres Tarand), a Estónia inicia a sua integração no mundo ocidental, evidenciada pela participação activa no Conselho de Cooperação do Atlântico Norte e na Parceria para a Paz (que substituiu o Pacto de Varsóvia no relacionamento com a NATO).
Em Outubro de 2001 o presidente Lennart Meri, o primeiro após o afastamento do poder soviéticos, foi substituído no cargo por Arnold Ruutel. Os seus principais objectivos são a integração da Estónia na União Europeia e na NATO.
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