quinta-feira, outubro 07, 2004

Pedaços de Uma Vida

FUI VER ESTE FILME COM A MINHA NAMORADA NA SALA 2 DO CENTRO COMERCIAL SOL-MAR EM PONTA DELGADA DIA 2004.10.06

''Pedaços de Uma Vida'', ou no original ''Pieces of April'' marca a estreia de Peter Hedges na realização e traz já alguns créditos na bagagem. O filme valeu a Patricia Clarkson uma nomeação para melhor actriz secundária nos Óscares deste ano e foi também destacado pela excelente banda sonora, assinada por Stephin Merritt dos Magnetic Fields. Se este facto pode ser mais ou menos irrelevante para o resultado final, o mesmo já não se pode dizer quanto ao primeiro que revela algo de significativo em relação a este filme. ''Pedaços de Uma Vida'' é um filme de personagens que vive sobretudo das interpretações dos seus actores.Peter Hedges, que começou a sua carreira como argumentista (''Gilbert Grape'', ''About a Boy''), apresenta um argumento imaginativo e engenhoso que explora bem uma situação: a de um almoço em família num dia especial.A acção passa-se durante o dia de Acção de Graças, quando uma rapariga (Katie Holmes) que vive sozinha em Nova Iorque prepara o tradicional perú para o almoço com a família, que vem a caminho. A atenção da câmara vai-se dividindo entre duas situações caricatas: de um lado está Holmes a tentar desesperadamente cozinhar a tempo um almoço apetitoso; do outro, as peripécias da viagem em família. Com o desenrolar do filme, o espectador vai descobrindo mais acerca deste clã. Percebe-se que a mãe (Clarkson) está doentes e que a filha é vista pelos membros desta família como uma ''desnaturada'', embora nunca se perceba muito bem porquê. Hedges consegue explorar de forma competente as tensões familiares e tece um olhar original sobre o tema da família como núcleo afectivo cheio de contradições, evitando sempre cair no sentimentalismo e usando o humor e o distanciamento como armas.

quarta-feira, outubro 06, 2004

QUE INJUSTIÇA!

ESCREVI ESTA CARTA AO PROFESSOR DOUTOR MARCELO REBELO DE SOUSA POR ACHAR INDECENTE O QUE FIZERAM AO COMENTADOR.


Ponta Delgada, 6 de Outubro de 2004

Caríssimo Sr. Professor,

É com muita indignação que soube que o Professor Marcelo Rebelo de Sousa já cessou a sua participação no Jornal Nacional na TVI aos domingos com os seus sábios comentários.

Chamo-me Miguel Maurício, sou estudante universitário de Estudos Europeus e Política Internacional da Universidade dos Açores e tenho 26 anos.

Silenciar uma pessoa como o Sr. Professor é sintoma que algo não corre bem neste nosso Portugal, Estado de Direito democrático. Temo que o Estado Novo, na sua expressão de controlador da opinião das pessoas, regressou neste governo de Santana Lopes.

Não tenho problemas em dizer-lhe que sou militante do PSD. Mas isso não faz de mim um acérrimo apoiante de todas as suas políticas. Revejo-me na perspectiva política do Sr. Professor. Uma social-democracia justa e livre. Como disse à Comunicação Social o Professor Pacheco Pereira, “cortar a voz a um crítico é algo de muito preocupante”.

Estou consigo. Aproveito para lhe convidar, na qualidade de Presidente do Núcleo de Estudantes de Estudos Europeus e Política Internacional da Universidade dos Açores, para uma Aula Aberta, quando vier a Ponta Delgada.

Sem outro assunto de momento,

Miguel Maurício

domingo, outubro 03, 2004

Minha Vida Sem Mim

FUI VER ESTE FILME COMOVENTE COM A MINHA NAMORADA MARINA NA SALA 2 NO CENTRO COMERCIAL SOL-MAR EM PONTA DELGADA

Num curto espaço de tempo, Ann (Sarah Polley) descobre que tem cancro e pouco tempo de vida. O final fica claro desde o início, ela vai morrer. Mas a delicadeza com que o tema é abordado e a óptica da personagem perante a gravidade do assunto, rumam a um filme sensível e emocionante. Perece piegas até dizer que a visão da morte torna o filme sensível. No entanto é a maneira como tudo se desenrola, a força que uma mulher de 23 anos mostra para enfrentar o desconhecido e ainda assim estar inteira.
Ann tem uma vida simples, é casada com Don (Scott Speedman), tem duas pequenas filhas e mora numa rolote no quintal da casa da sua mãe. O pai (Alfred Molina) está preso. Seu emprego noturno de limpezas numa faculdade sustenta tudo isso. Ao receber a notícia sobre a doença o seu mundo abre-se ao invés de desmoronar. O seu olhar para o mundo descobre quantas coisas devem ser aproveitadas e descobertas, e então ela prepara-se para a partida. Procura viver intensamente, novas experiências e tornar a vida de cada um que ama melhor quando ela já não estiver por perto. Minha Vida sem Mim retrata exactamente a vida que ela prepara ao seu redor para a felicidade na sua ausência.
É nos braços de outro amor, Lee (Mark Ruffalo), que ela busca refúgio silencioso para a sua dor e solidão. Resultado inevitável da escolha de não dividir seu problema. Seu aliado é um médico tímido, que busca compreender seus sentimentos e ajudá-la.
Com produção de “El Deseo”, empresa produtora de Pedro Almodóvar, a directora Isabel Coixet, inspirou-se num conto, “Pretending the bed is a Raft” de Nanci Kincaid. Mas com a decisão radical de mudar o clima da história, do calor para o frio. Por isso e também pela diminuição de custos a escolha foi o Canadá como cenário.
Claro que é um filme triste, no entanto a beleza está sempre presente. E a personalidade de Ann dá-nos uma lição maravilhosa. Por que esperar a data da morte para seguirmos adiante em direcção daquilo que pode nos fazer mais feliz?

Rei Artur

FUI VER ESTE MAGNÍFICO FILME COM MINHA NAMORADA MARINA, MINHA MANA ANDREIA E SEU NAMORADO EMANUEL NO PARQUE ATLÂNTICO EM PONTA DELGADA


Conheça a ''verdadeira história que inspirou a lenda''. É esta a proposta deste ''Rei Artur'', realizado por Antoine Fuqua (''Dia de Treino'') e produzido pelo Sr. Blockbuster: Jerry Bruckheimer (''Piratas das Caraíbas''). Ao longo de vários séculos, os historiadores têm considerado o Rei Artur como uma personagem lendária mas por trás do mito esconde-se um herói de carne e osso, dividido entre as suas ambições pessoais e um apurado sentido de dever. Apoiado num orçamento luxuoso, Antoine Fuqua ensaia um retrato realista, centrado na história e no período político do reinado de Artur, um ângulo que não costuma ser explorado nos filmes do género. Rodado na Irlanda, o filme situa-se no ano 500 d.C. e não na Idade Média, como geralmete acontece nas histórias sobre o lendário monarca. Desta vez, as espadas de Excalibur, o Santo Graal e as magias de Merlin dão lugar à queda do império romano, à invasão dos bárbaros saxões em grandes batalhas, aos conflitos religiosos e à tentativa de Artur de manter a Britânia unida. Lucious Artorius Castus (Clive Owen) é um general parte bretão, parte romano, líder de um grupo de cavaleiros sarmátas (os cavaleiros da Távola Redonda) destacado para defender os interesses do Império Romano dos Woads, liderados por Merlin e dos Saxões, liderados por Cerdic.Com muitas cenas de batalhas, este ''Rei Artur'' quase parece um competente filme de acção mas a composição de personagens é tão frágil que se torna difícil distinguir quem é quem. A verdade histórica vai provavelmente ser amplamente discutida pelos especialistasmas e talvez até contestada por alguns. Mas mesmo se encararmos o filme como um produto destinado a entreter o público cinéfilo deste Verão, este ''Rei Artur'' não consegue ir muito longe. Se já viu ''Gladiador'' ou ''Braveheart'' pode sempre tentar descobrir as sete diferenças. Se não viu pode deliciar-se com o biquini de Keira Knightley.

segunda-feira, setembro 20, 2004

Duplex

FUI VER ESTE FILME NO PASSADO SÁBADO, 18/09, COM A MINHA AMADA, MARINA, MINHA MANA, ANDREIA E SEU NAMORADO EMANUEL... PARTIMOS O CÔCÔ A RIR... Se apanhesse aquela velha!!!


Alex (Ben Stiller) e Nancy (Drew Barrymore) estão à procura de um novo apartamento. Com um orçamento limitado, encantam-se com um imenso duplex e decidem comprá-lo de imediato. No entanto, depressa o sonho se torna em pesadelo... No andar superior mora uma velhinha que não pode ser despejada em função de determinação legal. Apenas quando ela morrer (o que parece não estar longe de acontecer) eles terão acesso completo ao apartamento. Infelizmente, rapidamente o casal percebe que a sra. Connelly (Eileen Essel), é uma vizinha insuportável, insistindo em ver televisão durante toda a madrugada e importunando Alex para a ajudar nas suas tarefas domésticas (sem aceitar as explicações de que ele deve concluir o seu novo livro dentro de poucas semanas, sob pena de perder o contrato com a editora). Aos poucos, Nancy e Alex chegam à conclusão inevitável de que só há uma forma de se livrarem da sra. Connelly: assassinato.Na sua sexta longa-metragem como realizador, Danny DeVito, reconhecido pelo seu trabalho na década de 80 ("Em Busca da Esmeralda Perdida" e "A Jóia do Nilo", ao lado de Michael Douglas e Kathleen Turner) ou na década de 90 (o Pinguim de "Batman Regressa" ou o repórter sensacionalista de "L.A. Confidential"), explora o mesmo tipo de comédia que caracterizou a maior parte dos seus trabalhos atrás das câmaras: o humor negro, algo que pode ser observado filme que marcou o actor/ptodutor/realizador: "Guerra das Rosas". "Duplex" não lhe fica atrás, embora haja que definir as devidas distâncias temporais, que na época deram a "Guerra das Rosas" uma etiqueta de filme original e politicamente incorrecto, actualmente algo difícil de conseguir face a uma certa banalização deste tipo de comédia.Quanto aos actores, Alex Rose é o tipo de personagem ideal para Ben Stiller: um homem comum e cheio de neuroses que, depois de sofrer várias humilhações, perde a paciência e revela um temperamento explosivo. Já Drew Barrymore, embora com algumas cenas engraçadas, não apresenta grandes cenas hilariantes. O destaque vai mesmo para Eileen Essel que, aos 81 anos de idade, é a grande responsável pela maior parte do humor aqui apresentado.Embora não apresente nada de novo, pelo contrário, "Duplex" é uma comédia acima de média e, acima de tudo, um bom entretenimento.


segunda-feira, setembro 13, 2004

Encontro em Fátima discute presença dos cristãos no mundo universitário

Acontece em Fátima , nos dias 17 e 18 de setembro, o Encontro Nacional de Pastoral do Ensino Superior, informa Agência Ecclesia. Os grandes temas do encontro são: «A presença da Igreja no mundo da cultura e do saber», por dom Manuel Clemente, presidente da Comissão Episcopal da Cultura; «Os desafios pastorais colocados pela realidade universitária portuguesa contemporânea», por pe. Peter Stilwell, e «As realidades do ensino superior português: permanências, mutações e desafios», por Virgílio Meira Soares. A temática central é subordinada ao tema «Cristãos no Ensino Superior – que presença?» e pretende promover um melhor conhecimento do meio universitário e de ensino superior e uma maior consciência da presença da Igreja no mesmo. Ao longo dos dois dias, no Seminário do Verbo Divino, os membros e animadores de equipes e serviços de Pastoral do Ensino Superior e Universitário irão refletir também sobre «Mobilidade(s) e (des)enraizamentos», «A presença da Igreja na Universidade de hoje»; «O Ensino Superior e os desafios do desenvolvimento: cidadania e mercado de trabalho»; «Universidade e Sociedade: uma relação para toda a vida?»; «A dimensão internacional do Ensino Superior: oportunidades e desafios» e «A Universidade e os saberes: entre a fragmentação e o diálogo».

sábado, setembro 11, 2004

I, ROBOT

Vi este filme com a minha namorada Marina, com a minha mana Andreia e o seu namorado Emanuel no passado dia 10 de Setembro na sala 1 da Castelo Lopes Cinemas no Parque Atlântico em Ponta Delgada.


Will Smith estrela este filme de acção inspirado pela clássica colecção de contos de Isaac Asimov, e é levado à tela grande pelo visionário e dinâmico director Alex Proyas (Cidade das Sombras, O Corvo).

No ano 2035, robôs são um eletrodoméstico presente em todas as residências, e todos confiam neles, exceto um detetive levemente paranóico (Smith) que investiga um crime que ele acredita ter sido cometido por um robô. O caso leva-o a descobrir uma ameaça muito mais aterrorizante à raça humana. Eu, robô usa efeitos visuais espetaculares e de vanguarda para dar vida ao mundo dos robôs.

sexta-feira, agosto 27, 2004

Férias 2004

Caro(a) amigo(a),

Passei as minhas férias de verão 2004, mais precisamente o mês de Agosto, em Torres Vedras na casa do meu pai ( http://www.cm-tvedras.pt ) os primeiros 15 dias.

No dia 16, fui para Odivelas ( http://www.cm-odivelas.pt/Site/index.asp ) onde fiquei a dormir na casa do meu amigo Zefa. Também passei os dias com os meus amigos: Ana Isabel e Mira, Pe. José Filho, Ricardo Rosa e família, Filipe Ramos e família, Alexandre e Anabela e Bino e família. Foram 11 dias de sonho.

No domingo vou com a minha família a Fátima.

Regresso aos Açores no dia 5 de Setembro. As aulas só começam a 20. Portanto, até lá a Marina espera-me...

Até à próxima,

Aquele Abraço,

Eu


My Boss´s Daughter

A única coisa pior do que trabalhar para o patrão do inferno é apaixonar-se pela sua irresistível filha. O jovem executivo Tom Stanfield (Ashton Kutcher) está de olho numa promoção. Infelizmente, o seu olhar também foi atraído pela sedutora Lisa (Tara Reid), que é a menina dos olhos do Sr. Taylor (Terence Stamp). Ao receber a rara oferta de tomar conta da casa do Sr. Taylor, Tom está pronto para impressionar seu patrão ao mesmo tempo em que dá em cima da moça. Ou pelo menos isso é o que ele pensa. A noite de seu trabalho de "babá" da casa do patrão começa com um ameaçador toque de campainha e se tranforma em uma hilariante sequência de desastres lunáticos. Duma hora para a outra, Tom depara-se com uma casa mergulhada no caos e com a possibilidade de perder não só sua sanidade e seu emprego, mas também sua paixão.

Elenco: Mark Aisbett, Ashton Kutcher, John Abrahams, Tara Reid
Director: David Zucker
Roteiro: David Dorfman
Produtores: Gil Netter: John Jacobs
Director de Fotografia: Martin Mcgarth
Desenhista de Produção: Andrew Laws
Editores: Patrick Lussier, Sam Craven
Música: Teddy Castellucci
Figurinista: Daniel Orlandi
EUA • 2003 • 90 min. • Dolby SR, SRD • Plano • Comédia

SHERK 2

VI ESTE FILME DEPOIS DUM BELO JANTAR NA CASA DOS MEUS AMIGOS HUGO E MARIA DO CÉU PAIVA NO PASSADO DIA 25 DE AGOSTO TAMBÉM NA COMPANHIA DO ZEFA. UM BEIJINHO PARA VÓS.

Após se casar com a Princesa Fiona, Shrek vive feliz no seu pântano. Ao retornar de sua lua-de-mel, Fiona recebe uma carta dos seus pais que não sabem que ela agora é um ogro, convidando-a para um jantar juntamente com seu grande amor, na intenção de conhecê-lo. A muito custo Fiona consegue convencer Shrek a ir visitá-los, tendo ainda a companhia do Burro. Porém os problemas começam quando os pais de Fiona descobrem que ela não se casou com o Príncipe, a quem havia sido prometida, e enviam o Gato de Botas para separá-los. O desenho é dobrado por nomes famosos de Hollywood, como Antonio Bandeiras, Eddie Murphy, Cameron Diaz.

Tempo: 105 min
Director: Andrew Adamson, Kelly Asbury e Conrad Vernon
Género: Infantil
Elenco: Mike Myers, Bussunda, Cameron Diaz, Eddie Murphy, John Cleese, Julie Andrews, Antonio Banderas, Rupert Everett, Larry King, Jennifer Saunders e Conrad Vernon