FUI VER ESTE TRILLER PSICOLÓGICO NO PASSADO DIA 2005.05.27 ÀS 22H NA SALA 1 DO CINE SOL*MAR COM A MINHA NAMORADA E A NOSSA AMIGA CARLA
Anna (Nicole Kidman) é uma jovem viúva que continua muito ligada às memórias do falecido marido, Sean, e que tem dificuldades em prosseguir com a sua vida. Dez anos passados, ela parece estar a recuperar a alegria de viver e o seu sorriso. Por isso decide aceitar o pedido de casamento de Joseph (Danny Huston), um homem simpático que a galanteou durante os últimos anos, e seguir em frente com a sua vida.Mas na véspera do casamento, conhece Sean (Cameron Bright), um rapazinho de 10 anos que afirmar ser a reencarnação do seu marido. Obviamente, ela começa por considerar a história totalmente absurda, mas o facto de esta criança conhecer pormenores acerca de situações que viveu com o seu falecido marido, fazem com que ela fique intrigada.Aos poucos, Anna começa a recordar factos do seu passado e a questionar se deve seguir com a sua vida ou agarrar-se a uma recordação do passado.Apesar de ter uma premissa interessante, 'Birth' não é um filme genial. O enredo tem menos reviravoltas do que as que normalmente existem neste tipo de filmes e revela-se bastante incoerente e aborrecido. Entre a introdução e o desenlace, a acção propriamente dita é tão pouca que caberia melhor numa curta-metragem. Contudo, Nicole Kidman tem uma interpretação de primeira linha e Jonathan Glazer consegue criar algumas imagens interessantes. Convém ainda destacar o desempenho do jovem Cameron Bright que promete ser o novo menino prodígio da sétima arte. No cômputo geral, podemos dizer que este parto poderia ter sido mais feliz.
in http://www.estreia.online.pt
Há filmes que nascem contra os desígnios do mundo. Não porque queiram ir contra tudo e contra todos. Apenas porque não se satisfazem com o que é voz corrente, com o que nos desvia da luminosidade da verdade, ou ainda porque, muito em particular, não aceitam que o amor seja apenas um tema “universal” e intermutável. «Birth», de Jonathan Glazer, é um desses filmes. Que é como quem diz: a história de um amor que segue em frente, sejam quais forem os desígnios do mundo. Para simplificar (oh... e quanto simplificamos quando nos exprimimos assim!), digamos que é uma história que tende para o fantástico: uma jovem mulher, Anna (Nicole Kidman), é confrontada por um rapaz de 10 anos, Sean (Cameron Bright), que se afirma como a reencarnação do falecido marido de Anna. Sugerir que se trata de uma revisitação do dispositivo dramático de «Ghost» (1990) seria mais do que precipitado — seria totalmente inadequado. O que Anna é levada a viver está para além de uma qualquer dicotomia entre o mundo real e o país dos fantasmas. Em boa verdade, é uma questão secundária saber se Sean é ou não uma “falsa” reencarnação (esperemos, aliás, que o jornalismo menos responsável tenha um louvável acesso de pudor e não revele a evolução dos factos do argumento). Aquilo que Jonathan Glazer filma é a radical cumplicidade do impulso amoroso com o silêncio envolvente da morte — é a sua vida também através da morte. Bem sei que é prudente evitar as considerações de mera exaltação comparativa. Em todo o caso, atrevo-me a sugerir que, provavelmente desde «Eyes Wide Shut» (1999), não víamos uma Nicole Kidman tão despojada e complexa, tão transparente e indecifrável (e bem sabemos que, entretanto, ela fez alguns prodigiosos trabalhos). Seja como for, «Birth» é um pequeno milagre cinematográfico, um filme conduzido por um olhar austero, maníaco do detalhe, capaz de valorizar a perturbação de cada imagem e o enigma de cada som. O cinema é isso… Ou não é?
sábado, maio 28, 2005
sábado, maio 21, 2005
Star Wars: Episódio III - A Vingança dos Sith
FUI VER ESTE FILME NA SALA 1 DO CASTELLO LOPES EM PONTA DELGADA ÀS 21:40 DO DIA 2005.05.20 COM A MINHA MENINA MARINA.
Chega finalmente ao grande ecrã o último tomo da saga 'A Guerra das Estrelas' que encerra uma história que nasceu há mais de três décadas, em 1973, quando o jovem George Lucas a começou a escrever. Neste episódio, que é aguardado com grande expectativa por todos os fãs da série, o realizador revela finalmente porque é que Anakin Skywalker cedeu ao lado obscuro da Força e se tornou Darth Vader. No terceiro episódio, Anakin, o jovem cavaleiro Jedi, cede à tentação e alia-se ao maléfico Darth Sidious, depois de promessas de um poder sem fim. Os Sith unem-se então com o objectivo de exterminar todos os Jedi. Os mestres Yoda e Obi Wan, os únicos que sobrevivem, vão fazer de tudo para travar os ímpetos dos Sith. No final, Anakin, agora Darth Vader, e Obi Wan, o seu mestre, vão confrontar-se num combate que decidirá o destino da Galáxia...Quem já viu o filme garante que os desempenhos de todo o elenco são excelente e que Hayden Christensen está excelente. Apesar da velocidade quase asfixiante em que se desenrola a história, não faltam aspectos positivos neste filme, entre os quais estão a mestria dos efeitos visuais e sonoros e o regresso do imaginário criativo de George Lucas que apaixona espectadores de todo o mundo. A ideia de que este episódio fecha com chave de ouro a nova trilogia também parece reunir consenso.'Star Wars: Episódio III - A vingança dos Sith' é também a vingança de George Lucas contra todos aqueles que não acreditavam nesta nova trilogia, que não começou da melhor forma. O mistério em redor do filme impõe-se, mas ainda assim Lucas deixou escapar algumas declarações acerca deste filme que não deixam de ser intrigantes: «Este [episódio] será mais emocional. Nós gostamos de descrevê-lo como um ‘Titanic' no espaço. É um filme sentimental. Claro que os fãs adorariam ver um filme sobre Darth Vader a matar pessoas mas eu não estou a contar essa história, isso não me interessa. É um drama majestoso', afirmou.
in http://www.estreia.online.pt
Chega finalmente ao grande ecrã o último tomo da saga 'A Guerra das Estrelas' que encerra uma história que nasceu há mais de três décadas, em 1973, quando o jovem George Lucas a começou a escrever. Neste episódio, que é aguardado com grande expectativa por todos os fãs da série, o realizador revela finalmente porque é que Anakin Skywalker cedeu ao lado obscuro da Força e se tornou Darth Vader. No terceiro episódio, Anakin, o jovem cavaleiro Jedi, cede à tentação e alia-se ao maléfico Darth Sidious, depois de promessas de um poder sem fim. Os Sith unem-se então com o objectivo de exterminar todos os Jedi. Os mestres Yoda e Obi Wan, os únicos que sobrevivem, vão fazer de tudo para travar os ímpetos dos Sith. No final, Anakin, agora Darth Vader, e Obi Wan, o seu mestre, vão confrontar-se num combate que decidirá o destino da Galáxia...Quem já viu o filme garante que os desempenhos de todo o elenco são excelente e que Hayden Christensen está excelente. Apesar da velocidade quase asfixiante em que se desenrola a história, não faltam aspectos positivos neste filme, entre os quais estão a mestria dos efeitos visuais e sonoros e o regresso do imaginário criativo de George Lucas que apaixona espectadores de todo o mundo. A ideia de que este episódio fecha com chave de ouro a nova trilogia também parece reunir consenso.'Star Wars: Episódio III - A vingança dos Sith' é também a vingança de George Lucas contra todos aqueles que não acreditavam nesta nova trilogia, que não começou da melhor forma. O mistério em redor do filme impõe-se, mas ainda assim Lucas deixou escapar algumas declarações acerca deste filme que não deixam de ser intrigantes: «Este [episódio] será mais emocional. Nós gostamos de descrevê-lo como um ‘Titanic' no espaço. É um filme sentimental. Claro que os fãs adorariam ver um filme sobre Darth Vader a matar pessoas mas eu não estou a contar essa história, isso não me interessa. É um drama majestoso', afirmou.
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terça-feira, maio 17, 2005
Reino dos Céus
FUI VER ESTE ÉPICO NO PASSADO DIA 2005.05.16, DIA DOS AÇORES, NA SALA 1 DO PARQUE ATLÂNTICO EM PONTA DELGADA COM A MINHA NAMORADA, E COM OS MEUS AMIGOS PAULINHO E CARLA
Este é um épico monumental, sobre tolerância, honra e humanidade, passado durante a época das turbulentas e emocionantes Cruzadas.
Realizado pelo mestre Ridley Scott, conta a história de Balian, um homem comum, com uma consciência extraordinária, que se torna cavaleiro e inicia uma jornada em busca da paz e de um mundo melhor...
Balian, jovem ferreiro, desgostoso pela morte da sua mulher e filho, é procurado por Godfrey de Ibelin, um conceituado nobre do reino de Jerusalém, profundamente comprometido em manter a Paz na Terra Santa, que lhe confessa ser seu pai.
Balian, ao saber que é seu filho ilegítimo, deixa a tristeza para trás e reúne-se a Godfrey na sua sagrada missão.
Logo após a morte prematura do pai, Balian herda a sua própria terra e um título em Jerusalém, uma cidade onde Cristãos, Muçulmanos e Judeus se esforçam por coexistir pacificamente, durante o breve interlúdio de tréguas, entre a 2ª e 3ª Cruzada, no ano de 1186. É então, numa terra nova e estranha, que Balian se torna no mais honrado e heróico dos cavaleiros, protegendo o seu povo de todas as forças opressivas.
Realização: Ridley Scott
Com: Orlando Bloom, Eva Green, Liam Neeson, Jeremy Irons
Site Oficial: Kingdom of Heaven
Site português: Reino dos Céus
Género: Drama/Guerra
Distribuidora: Castello Lopes
EUA/Espanha, 2005
145 min
in http://cinema.sapo.pt
Este é um épico monumental, sobre tolerância, honra e humanidade, passado durante a época das turbulentas e emocionantes Cruzadas.
Realizado pelo mestre Ridley Scott, conta a história de Balian, um homem comum, com uma consciência extraordinária, que se torna cavaleiro e inicia uma jornada em busca da paz e de um mundo melhor...
Balian, jovem ferreiro, desgostoso pela morte da sua mulher e filho, é procurado por Godfrey de Ibelin, um conceituado nobre do reino de Jerusalém, profundamente comprometido em manter a Paz na Terra Santa, que lhe confessa ser seu pai.
Balian, ao saber que é seu filho ilegítimo, deixa a tristeza para trás e reúne-se a Godfrey na sua sagrada missão.
Logo após a morte prematura do pai, Balian herda a sua própria terra e um título em Jerusalém, uma cidade onde Cristãos, Muçulmanos e Judeus se esforçam por coexistir pacificamente, durante o breve interlúdio de tréguas, entre a 2ª e 3ª Cruzada, no ano de 1186. É então, numa terra nova e estranha, que Balian se torna no mais honrado e heróico dos cavaleiros, protegendo o seu povo de todas as forças opressivas.
Realização: Ridley Scott
Com: Orlando Bloom, Eva Green, Liam Neeson, Jeremy Irons
Site Oficial: Kingdom of Heaven
Site português: Reino dos Céus
Género: Drama/Guerra
Distribuidora: Castello Lopes
EUA/Espanha, 2005
145 min
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segunda-feira, maio 16, 2005
A Intérprete
FUI VER ESTE FILME COM A MINHA NAMORADA MARINA E COM O MEU AMIGO PAULINHO NO PASSADO DIA 2005.05.15 NA SALA 2 DA CASTELLO LOPES NO PARQUE ATLÂNTICO, EM PONTA DELGADA
Silvia Broome (Nicole Kidman) é uma intérprete da ONU que ouve, acidentalmente, a descrição de um atentado contra um chefe de Estado ao mais alto nível da organização. Segundo reza a história, enunciada num raro dialecto que apenas ela e um grupo muito restrito de pessoas dominam, o ditador de um país africano será assassinado, dentro de poucos dias, em plena conferência das Nações Unidas. Depois de perceber que é um alvo a abater, Silvia avisa os serviços secretos americanos e faz de tudo para desmascarar esta trama e evitar o ataque. Colocada sob a protecção do agente federal Tobin Keller (Sean Penn), o mundo de Silvia parece cada vez mais um pesadelo. Para Keller, as coisas também não estão fáceis. O agente do FBI, que acaba de ficar viúvo, terá que investigar a autenticidade da informação, proteger a sua testemunha e sobretudo controlar os sentimentos que ela lhe desperta. Depois de investigar a fundo o passado de Silvia e o seu mundo secreto de ligações globais, as suspeitas de que esta mulher possa estar envolvida nesta conspiração, aumentam.- Será Silvia uma vítima ou uma suspeita? E se ela é uma vítima seá que Keller pode garantir a sua segurança? Um filme que aborde um tema político pode seguir uma de duas vias: pode basear-se em factos reais, arriscando—se a semear polémicas, ou pelo contrário, optar por inventar todo um contexto social, político e geográfico, sem perder coerência e força narrativa.Em 'A Intérprete' a opção escolhida foi a segunda, tal como acontece em 'O Candidato da Verdade'. Sidney Pollack imagina uma nação africana com um idioma próprio, inventado com base numa série de dialectos africanos, para além da intriga e das duas personagens centrais. No entanto e, ao contrário do que aconteceu com Alfred Hitchcock em 'Intriga Internacional' - uma das fontes de inspiração deste filme – o cineasta não precisou de 'inventar' o edifício das Nações Unidas. Sidney Pollack conseguiu obter autorização para filmar no edifício da ONU e ainda se deu ao luxo de usar como figurantes, verdadeiros embaixadores.'The Interpreter' consegue alguns bons momentos de suspense, suportados por uma competente banda-sonora.Para além disso, conta com dois actores de qualidade indiscutível (Penn e Kidman) e um estilo sóbrio e clássico. No entanto este 'A Intérprete' peca por ser demasiado ambicioso ao tentar reunir em apenas duas horas, intriga, dramas pessoais, política e terrorismo. No final fica a sensação de que promete mais do que aquilo que consegue.
in http://www.estreia.online.pt
Silvia Broome (Nicole Kidman) é uma intérprete da ONU que ouve, acidentalmente, a descrição de um atentado contra um chefe de Estado ao mais alto nível da organização. Segundo reza a história, enunciada num raro dialecto que apenas ela e um grupo muito restrito de pessoas dominam, o ditador de um país africano será assassinado, dentro de poucos dias, em plena conferência das Nações Unidas. Depois de perceber que é um alvo a abater, Silvia avisa os serviços secretos americanos e faz de tudo para desmascarar esta trama e evitar o ataque. Colocada sob a protecção do agente federal Tobin Keller (Sean Penn), o mundo de Silvia parece cada vez mais um pesadelo. Para Keller, as coisas também não estão fáceis. O agente do FBI, que acaba de ficar viúvo, terá que investigar a autenticidade da informação, proteger a sua testemunha e sobretudo controlar os sentimentos que ela lhe desperta. Depois de investigar a fundo o passado de Silvia e o seu mundo secreto de ligações globais, as suspeitas de que esta mulher possa estar envolvida nesta conspiração, aumentam.- Será Silvia uma vítima ou uma suspeita? E se ela é uma vítima seá que Keller pode garantir a sua segurança? Um filme que aborde um tema político pode seguir uma de duas vias: pode basear-se em factos reais, arriscando—se a semear polémicas, ou pelo contrário, optar por inventar todo um contexto social, político e geográfico, sem perder coerência e força narrativa.Em 'A Intérprete' a opção escolhida foi a segunda, tal como acontece em 'O Candidato da Verdade'. Sidney Pollack imagina uma nação africana com um idioma próprio, inventado com base numa série de dialectos africanos, para além da intriga e das duas personagens centrais. No entanto e, ao contrário do que aconteceu com Alfred Hitchcock em 'Intriga Internacional' - uma das fontes de inspiração deste filme – o cineasta não precisou de 'inventar' o edifício das Nações Unidas. Sidney Pollack conseguiu obter autorização para filmar no edifício da ONU e ainda se deu ao luxo de usar como figurantes, verdadeiros embaixadores.'The Interpreter' consegue alguns bons momentos de suspense, suportados por uma competente banda-sonora.Para além disso, conta com dois actores de qualidade indiscutível (Penn e Kidman) e um estilo sóbrio e clássico. No entanto este 'A Intérprete' peca por ser demasiado ambicioso ao tentar reunir em apenas duas horas, intriga, dramas pessoais, política e terrorismo. No final fica a sensação de que promete mais do que aquilo que consegue.
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domingo, maio 08, 2005
Million Dollar Baby – Sonhos Desfeitos
FUI VER ESTE FILME NO PASSADO SÁBADO, 7 maio, às 21:40 na sala 4 da Castello Lopes no Parque Atlântico em Ponta Delgada com a minha namorada Marina
Frankie Dunn (Clint Eastwood) é um treinador de boxe que treinou e geriu as carreiras de vários boxeurs. No ringue, ele costuma ensinar os seus atletas que o mais importante é protegerem-se a si mesmos. Mas depois do doloroso afastamento da filha, Frankie começou a aplicar esta máxima a si mesmo e a revelar alguma dificuldade na aproximação dos outros, restando-lhe apenas o amigo Scrap (Morgan Freeman), um ex-boxeur que cuida do ginásio.É então que aparece Maggie Fitzgerald (Hilary Swank), uma empregada de café com uma enorme determinação e vontade de vencer que quer tornar-se uma grande atleta. Mas para que tal possa acontecer, ela precisa de alguém que acredite nela e a treine.Inicialmente, Frankie tenta a todo o custo demovê-la, invocando várias razões: por ser mulher, por ser demasiado velha para começar a treinar, e fundamentalmente porque depois de uma série de desaires profissionais, ele não se quer comprometer. Mas mesmo assim, ela entrega-se ao treino no ginásio, diariamente, e acaba por cativar Scrap, que à socapa lhe vai dando o seu apoio.Passado algum tempo e perante a obstinação da rapariga, Frankie aceita treiná-la até que ela consifa encontrar um manager à sua altura, nascendo assim uma relação de inspiração mútua e partilha.Os dois vão ajudar-se mutuamente e, aos poucos, vão descobrindo um sentido de família que há muito desaparecera das suas vidas.''Million Dollar Baby - Sonhos Vencidos'' é a nova longa-metragem de Clint Eastwood e é mais um filme de grande humanismo, com excelentes interpretações, onde o underacting é a opção escolhida.O filme revelou-se o grande vencedor da última edição dos Óscares, (em abono da verdade, com muito mérito) conseguindo arrecadar cinco Óscares nas principais categorias.Aos 30 anos, Hillary Swank foi premiada com o segundo Oscar de interpretação da sua carreira, tornando-se a primeira actriz a receber um Oscar por cada nomeação que conseguiu. Morgan Freeman levou para casa o Oscar de Melhor Secundário (que há muito reclamava), Eastwood foi considerado o Melhor Realizador.
in http://www.estreia.online.pt
Frankie Dunn (Clint Eastwood) é um treinador de boxe que treinou e geriu as carreiras de vários boxeurs. No ringue, ele costuma ensinar os seus atletas que o mais importante é protegerem-se a si mesmos. Mas depois do doloroso afastamento da filha, Frankie começou a aplicar esta máxima a si mesmo e a revelar alguma dificuldade na aproximação dos outros, restando-lhe apenas o amigo Scrap (Morgan Freeman), um ex-boxeur que cuida do ginásio.É então que aparece Maggie Fitzgerald (Hilary Swank), uma empregada de café com uma enorme determinação e vontade de vencer que quer tornar-se uma grande atleta. Mas para que tal possa acontecer, ela precisa de alguém que acredite nela e a treine.Inicialmente, Frankie tenta a todo o custo demovê-la, invocando várias razões: por ser mulher, por ser demasiado velha para começar a treinar, e fundamentalmente porque depois de uma série de desaires profissionais, ele não se quer comprometer. Mas mesmo assim, ela entrega-se ao treino no ginásio, diariamente, e acaba por cativar Scrap, que à socapa lhe vai dando o seu apoio.Passado algum tempo e perante a obstinação da rapariga, Frankie aceita treiná-la até que ela consifa encontrar um manager à sua altura, nascendo assim uma relação de inspiração mútua e partilha.Os dois vão ajudar-se mutuamente e, aos poucos, vão descobrindo um sentido de família que há muito desaparecera das suas vidas.''Million Dollar Baby - Sonhos Vencidos'' é a nova longa-metragem de Clint Eastwood e é mais um filme de grande humanismo, com excelentes interpretações, onde o underacting é a opção escolhida.O filme revelou-se o grande vencedor da última edição dos Óscares, (em abono da verdade, com muito mérito) conseguindo arrecadar cinco Óscares nas principais categorias.Aos 30 anos, Hillary Swank foi premiada com o segundo Oscar de interpretação da sua carreira, tornando-se a primeira actriz a receber um Oscar por cada nomeação que conseguiu. Morgan Freeman levou para casa o Oscar de Melhor Secundário (que há muito reclamava), Eastwood foi considerado o Melhor Realizador.
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domingo, maio 01, 2005
Festas do Senhor Santo Cristo dos Açores
Numa ilha de vulcões em actividade constante e de sismos frequentes, a devoção era o único refúgio do povo, através do culto do Divino Espírito Santo e ao Senhor Santo Cristo dos Milagres. A devoção que Teresa da Anunciada, venerável religiosa do convento de Nossa Senhora da Esperança, tão intensamente sentiu por Cristo, marcou profundamente a alma do povo, de tal modo que o culto ao Senhor, através da procissão com a imagem, se expandiu e fortaleceu ao longo dos séculos.
É, hoje em dia, a maior procissão, a mais grandiosa e a de maior devoção que se realiza em terras portuguesas.
No coração de cada açoriano, disperso pelo mundo, há um altar de culto eterno ao Senhor Santo Cristo, onde as suas preces mantêm permanentemente acesas místicas velas de imperecível devoção e saudade.
Daí a presença de milhares de açorianos que vêm participar, todos os anos, de Portugal, dos Estados Unidos da América, do Canadá e, naturalmente, das outras ilhas, nas grandes festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres, numa autêntica e profunda manifestação de fé e devoção.
Semanas antes da procissão, o mosteiro da Esperança e a praça 5 de Outubro são preparados e enfeitados festivamente com milhares de lâmpadas multicores, mastros e bandeiras, flores de todas as espécies e cores que conferem ao recinto um deslumbrante ar de festa.
As festas duram vários dias. Sucedem-se os serviços religiosos e os concertos. Na tarde de sábado, há pessoas que andam à volta da praça de joelhos sobre as pedras do pavimento ou, então, carregadas de círios de cera, num agradecimento pela graça recebida do Senhor numa hora de aflição e sofrimento.
Depois, no domingo, milhares de pessoas incorporam-se na procissão. A abrir, o guião, com a coroa de espinhos dourada, depois duas longas filas de homens com opas, muitos com grossos círios votivos, outros descalços, no cumprimento de promessas, interrompidos por grupos de filarmónicas. Seguem-se associações juvenis transportando guiões de cores garridas, crianças vestidas de anjos, alunos do seminário, o clero micaelense e alguns sacerdotes convidados, todos eles a precederem a venerando imagem do Senhor Santo Cristo dos Milagres, transportada sob um docel de veludo e ouro, num trono de lindíssimas flores de seda e pano, tecidas no século XVIII.
Após a venerando imagem, seguem-se os dignatários da Igreja Católica, representantes das congregações religiosas sediadas em S. Miguel e muitos milhares de senhoras, no cumprimento de promessas.
A fechar o extenso cortejo, seguem-se as mais altas autoridades militares e civis, representações e associações sociais e desportivas.
A grande procissão recolhe, já quase noite, após cinco horas de circulação pelas principais ruas de Ponta Delgada.
O corpo principal do tesouro do Senhor Santo Cristo dos Milagres é constituído pelas seguintes jóias: o Resplendor, a Coroa, o Relicário, o Ceptro e as Cordas.
in http://www.acores.net/santocristo
É, hoje em dia, a maior procissão, a mais grandiosa e a de maior devoção que se realiza em terras portuguesas.
No coração de cada açoriano, disperso pelo mundo, há um altar de culto eterno ao Senhor Santo Cristo, onde as suas preces mantêm permanentemente acesas místicas velas de imperecível devoção e saudade.
Daí a presença de milhares de açorianos que vêm participar, todos os anos, de Portugal, dos Estados Unidos da América, do Canadá e, naturalmente, das outras ilhas, nas grandes festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres, numa autêntica e profunda manifestação de fé e devoção.
Semanas antes da procissão, o mosteiro da Esperança e a praça 5 de Outubro são preparados e enfeitados festivamente com milhares de lâmpadas multicores, mastros e bandeiras, flores de todas as espécies e cores que conferem ao recinto um deslumbrante ar de festa.
As festas duram vários dias. Sucedem-se os serviços religiosos e os concertos. Na tarde de sábado, há pessoas que andam à volta da praça de joelhos sobre as pedras do pavimento ou, então, carregadas de círios de cera, num agradecimento pela graça recebida do Senhor numa hora de aflição e sofrimento.
Depois, no domingo, milhares de pessoas incorporam-se na procissão. A abrir, o guião, com a coroa de espinhos dourada, depois duas longas filas de homens com opas, muitos com grossos círios votivos, outros descalços, no cumprimento de promessas, interrompidos por grupos de filarmónicas. Seguem-se associações juvenis transportando guiões de cores garridas, crianças vestidas de anjos, alunos do seminário, o clero micaelense e alguns sacerdotes convidados, todos eles a precederem a venerando imagem do Senhor Santo Cristo dos Milagres, transportada sob um docel de veludo e ouro, num trono de lindíssimas flores de seda e pano, tecidas no século XVIII.
Após a venerando imagem, seguem-se os dignatários da Igreja Católica, representantes das congregações religiosas sediadas em S. Miguel e muitos milhares de senhoras, no cumprimento de promessas.
A fechar o extenso cortejo, seguem-se as mais altas autoridades militares e civis, representações e associações sociais e desportivas.
A grande procissão recolhe, já quase noite, após cinco horas de circulação pelas principais ruas de Ponta Delgada.
O corpo principal do tesouro do Senhor Santo Cristo dos Milagres é constituído pelas seguintes jóias: o Resplendor, a Coroa, o Relicário, o Ceptro e as Cordas.
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segunda-feira, abril 11, 2005
Golpe no Paraíso
FUI VER ESTE FILME NA SALA 1 DA CASTELLO LOPES NO PARQUE ATLÂNTICO EM PONTA DELGADA ÀS 21:30 COM O MEU DIAMANTE, MARINA, E O MEU GRANDE AMIGO PAULINHO
Brett Ratner regressa ao activo com uma comédia de acção e romance protagonizada por um trio de luxo: Pierce Brosnan, Salma Hayek e Woody Harrelson. Aos 35 anos, e apesar do ar de eterno adolescente, Ratner é um dos homens mais respeitados de Hollywood, graças a filmes como 'Hora de Ponta' (1 e 2), 'Dois destinos' ou 'Dragão vermelho'. Desta vez optou por filmar nas Bahamas aquele que considera ser o filme mais difícil da sua carreira, já que mistura quatro géneros diferentes. A saber: acção, comédia, romance, ladrões e detectives.Em entrevista ao Jornal de Notícias, Ratner falou de 'After the Sunset': 'Queria fazer um filme de golpe que tivesse mais humor. A maior parte deles levam-se muito a sério. Queria que os espectadores se divertissem. Também queria algum romance.'Em tom de brincadeira afirmou que o que mais gostou na história foi da perspectiva de ver Salma Hayek em biquini, para depois explicar que o que gostou mais na intriga foi do esquema do gato e do rato.Neste filme, o ex-James Bond, Pierce Brosnan, regressa ao mesmo tipo de personagem de 'O Caso Thomas Crown', ainda que a acção apresente algumas diferenças. Desta vez, Brosnan tem por companhia Salma Hayek, Don Cheadle e Woody Harrelson. Em vez dos quadros, há diamantes, e a acção desloca-se da cosmopolita Manhattan para o cenário exótico das Caraíbas. Ele é Max Burdett, conhecido por 'O Rei dos Álibis', um ladrão que após o último grande golpe - o roubo do segundo dos três famosos diamantes Napoleão – decide ir relaxar para as Bahamas na companhia da sua namorada, Lola (Salma Hayek). Com o futuro garantido, o casal está pronto para gozar a sua riqueza da melhor maneira possível. Os problemas começam quando Stan (Woody Harrelson), o agente do FBI que passou sete anos a perseguir Max, e que se recusa a acreditar que ele se retirou, se resolve juntar a este par. Ele acredita que Max e Lola estão a planear roubar o terceiro diamante Napoleão que, por coincidência, acaba de chegar às Bahamas num cruzeiro de apresentação. Como não tem jurisdição nas Caraíbas, o agente junta-se a uma policial local (Naomi Harris) para tentar surpreender o astuto Max no local do roubo. O que ele ainda não sabe é que há um ladrão local (Don Cheadle) que também tem os seus próprios planos para o valioso diamante...Os dados estão lançados e o jogo do rato e do gato está prestes a começar.
In www.estreia.online.pt
Brett Ratner regressa ao activo com uma comédia de acção e romance protagonizada por um trio de luxo: Pierce Brosnan, Salma Hayek e Woody Harrelson. Aos 35 anos, e apesar do ar de eterno adolescente, Ratner é um dos homens mais respeitados de Hollywood, graças a filmes como 'Hora de Ponta' (1 e 2), 'Dois destinos' ou 'Dragão vermelho'. Desta vez optou por filmar nas Bahamas aquele que considera ser o filme mais difícil da sua carreira, já que mistura quatro géneros diferentes. A saber: acção, comédia, romance, ladrões e detectives.Em entrevista ao Jornal de Notícias, Ratner falou de 'After the Sunset': 'Queria fazer um filme de golpe que tivesse mais humor. A maior parte deles levam-se muito a sério. Queria que os espectadores se divertissem. Também queria algum romance.'Em tom de brincadeira afirmou que o que mais gostou na história foi da perspectiva de ver Salma Hayek em biquini, para depois explicar que o que gostou mais na intriga foi do esquema do gato e do rato.Neste filme, o ex-James Bond, Pierce Brosnan, regressa ao mesmo tipo de personagem de 'O Caso Thomas Crown', ainda que a acção apresente algumas diferenças. Desta vez, Brosnan tem por companhia Salma Hayek, Don Cheadle e Woody Harrelson. Em vez dos quadros, há diamantes, e a acção desloca-se da cosmopolita Manhattan para o cenário exótico das Caraíbas. Ele é Max Burdett, conhecido por 'O Rei dos Álibis', um ladrão que após o último grande golpe - o roubo do segundo dos três famosos diamantes Napoleão – decide ir relaxar para as Bahamas na companhia da sua namorada, Lola (Salma Hayek). Com o futuro garantido, o casal está pronto para gozar a sua riqueza da melhor maneira possível. Os problemas começam quando Stan (Woody Harrelson), o agente do FBI que passou sete anos a perseguir Max, e que se recusa a acreditar que ele se retirou, se resolve juntar a este par. Ele acredita que Max e Lola estão a planear roubar o terceiro diamante Napoleão que, por coincidência, acaba de chegar às Bahamas num cruzeiro de apresentação. Como não tem jurisdição nas Caraíbas, o agente junta-se a uma policial local (Naomi Harris) para tentar surpreender o astuto Max no local do roubo. O que ele ainda não sabe é que há um ladrão local (Don Cheadle) que também tem os seus próprios planos para o valioso diamante...Os dados estão lançados e o jogo do rato e do gato está prestes a começar.
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domingo, abril 03, 2005
Morreu um SANTO
«Às 21h37 (horário de Roma), o nosso Santo Padre João Paulo II regressou à Casa do Pai». Com estas palavras, quebradas pelo pranto, o arcebispo Leonardo Sandri, substituto da Secretaria de Estado, anunciou o falecimento do Papa. Eram dez horas da noite no horário local. Escutavam-no mais de 60.000 pessoas na Praça de São Pedro, no Vaticano, que acabavam de rezar o Rosário por João Paulo II. Imediatamente, a multidão comovida entoou o Salvé Rainha e depois seguiu um longo aplauso. Em seguida, o cardeal Angelo Sodano iniciou a oração do «De profundis», em latim e italiano. A maioria dos fiéis colocou-se de joelhos, muitos deles com lágrimas nos olhos. Soaram os sinos da Basílica de São Pedro.
João Paulo II, sucessor do apóstolo Pedro na sede episcopal de Roma, faleceu no dia 2 de abril, às 21:37 horas (horário de Roma). O seu pontificado, de quase 27 anos, foi o terceiro mais longo da história da Igreja. Karol Józef Wojtyla, conhecido como João Paulo II desde sua eleição ao papado em 16 de outubro de 1978, nasceu em Wadowice, uma pequena cidade a 50 km da Cracóvia, a 18 de maio de 1920. Era o segundo dos filhos de Karol Wojtyla e Emilia Kaczorowska. A sua mãe faleceu em 1929. O seu irmão mais velho, Edmund (médico), morreu em 1932 e seu pai (sub-oficial do exército), em 1941. Aos 9 anos fez a Primeira Comunhão, e aos 18 recebeu a Confirmação. Terminados os estudos de ensino médio na escola Marcin Wadowita de Wadowice, matriculou-se em 1938 na Universidade Jagelónica da Cracóvia e numa escola de teatro. Quando as forças de ocupação nazista fecharam a Universidade, em 1939, o jovem Karol teve de trabalhar numa pedreira e depois numa fábrica química (Solvay), para ganhar a vida e evitar a deportação para a Alemanha. A partir de 1942, ao sentir a vocação ao sacerdócio, seguiu as aulas de formação do seminário clandestino da Cracóvia, dirigido pelo Arcebispo da Cracóvia, Cardeal Adam Stefan Sapieha. Ao mesmo tempo, foi um dos promotores do «Teatro Rapsódico», também clandestino. Após a Segunda Guerra Mundial, continuou os seus estudos no seminário maior da Cracóvia, novamente aberto, e na Faculdade de Teologia da Universidade Jagelónica, até sua ordenação sacerdotal na Cracóvia a 1 de novembro de 1946. Seguidamente, foi enviado pelo Cardeal Sapieha a Roma, onde, sob a direção do dominicano francês Garrigou-Lagrange, doutorou-se em 1948 em teologia, com uma tese sobre o tema da fé nas obras de São João da Cruz. Naquele período, aproveitou suas férias para exercer o ministério pastoral entre os imigrantes polacos da França, Bélgica e Holanda. Em 1948 voltou à Polónia e foi vigário em diversas paróquias da Cracóvia e capelão dos universitários até 1951, quando reiniciou os seus estudos filosóficos e teológicos. Em 1953, apresentou na Universidade Católica de Lublin uma tese titulada «Avaliação da possibilidade de fundar uma ética católica sobre a base do sistema ético de Max Scheler». Depois passou a ser professor de Teologia Moral e Ética Social no seminário maior da Cracóvia e na faculdade de Teologia de Lublin. Em 4 de julho de 1958, foi nomeado por Pio XII Bispo Auxiliar da Cracóvia. Recebeu a ordenação episcopal em 28 de setembro de 1958 na catedral de Wawel (Cracóvia), das mãos do Arcebispo Eugeniusz Baziak. Em 13 de janeiro de 1964, foi nomeado Arcebispo da Cracóvia por Paulo VI, que o fez cardeal em 26 de junho de 1967. Além de participar do Concílio Vaticano II (1962-65), com uma contribuição importante na elaboração da constituição «Gaudium et spes», o Cardeal Wojtyla tomou parte em todas as assembleias do Sínodo dos Bispos. Desde o começo de seu pontificado, em 16 de outubro de 1978, o Papa João Paulo II realizou 104 viagens pastorais fora da Itália, e 146 pelo interior desse país. Também, como Bispo de Roma visitou 317 das 333 paróquias romanas. Entre os seus documentos principais se incluem: 14 Encíclicas, 15 Exortações apostólicas, 11 Constituições apostólicas e 45 Cartas apostólicas. O Papa também publicou cinco livros: «Cruzando o limiar da esperança» (outubro de 1994); «Dom e mistério: no quinquagésimo aniversário de minha ordenação sacerdotal» (novembro de 1996); «Tríptico romano – Meditações», livro de poesias (Março de 2003); «Levantai-vos! Vamos!» (maio de 2004) e «Memória e identidade» (fevereiro de 2005). João Paulo II presidiu 147 cerimónias de beatificação --nas quais proclamou 1338 beatos e 51 canonizações, com um total de 482 santos. Celebrou 9 consistórios, durante os quais criou 231 (além de 1 «in pectore») Cardeais. Também presidiu 6 assembleias plenárias do Colégio Cardinalício. Presidiu 15 Assembleias do Sínodo dos Bispos: 6 ordinárias (1980, 1983, 1987, 1990, 1994, 2001), 1 geral extraordinária (1985), e 8 especiais (1980, 1991, 1994, 1995, 1997, 1998 [2] e 1999). Nenhum outro Papa encontrou-se com tantas pessoas como João Paulo II: em números, mais de 17.600.100 peregrinos participaram das mais de 1160 Audiências Gerais que se celebram nas quartas-feiras. Esse número não inclui as outras audiências especiais e as cerimônias religiosas [mais de 8 milhões de peregrinos durante o Grande Jubileu do ano 2000] e os milhões de fiéis que o Papa encontrou durante as visitas pastorais efetuadas na Itália e no restante do mundo. Devem-se recordar também as numerosas personalidades de governo com as quais manteve encontros durante 38 visitas oficiais e as 738 audiências ou encontros com chefes de Estado e 246 audiências e encontros com primeiros-ministros.
in http://www.zenit.org
João Paulo II, sucessor do apóstolo Pedro na sede episcopal de Roma, faleceu no dia 2 de abril, às 21:37 horas (horário de Roma). O seu pontificado, de quase 27 anos, foi o terceiro mais longo da história da Igreja. Karol Józef Wojtyla, conhecido como João Paulo II desde sua eleição ao papado em 16 de outubro de 1978, nasceu em Wadowice, uma pequena cidade a 50 km da Cracóvia, a 18 de maio de 1920. Era o segundo dos filhos de Karol Wojtyla e Emilia Kaczorowska. A sua mãe faleceu em 1929. O seu irmão mais velho, Edmund (médico), morreu em 1932 e seu pai (sub-oficial do exército), em 1941. Aos 9 anos fez a Primeira Comunhão, e aos 18 recebeu a Confirmação. Terminados os estudos de ensino médio na escola Marcin Wadowita de Wadowice, matriculou-se em 1938 na Universidade Jagelónica da Cracóvia e numa escola de teatro. Quando as forças de ocupação nazista fecharam a Universidade, em 1939, o jovem Karol teve de trabalhar numa pedreira e depois numa fábrica química (Solvay), para ganhar a vida e evitar a deportação para a Alemanha. A partir de 1942, ao sentir a vocação ao sacerdócio, seguiu as aulas de formação do seminário clandestino da Cracóvia, dirigido pelo Arcebispo da Cracóvia, Cardeal Adam Stefan Sapieha. Ao mesmo tempo, foi um dos promotores do «Teatro Rapsódico», também clandestino. Após a Segunda Guerra Mundial, continuou os seus estudos no seminário maior da Cracóvia, novamente aberto, e na Faculdade de Teologia da Universidade Jagelónica, até sua ordenação sacerdotal na Cracóvia a 1 de novembro de 1946. Seguidamente, foi enviado pelo Cardeal Sapieha a Roma, onde, sob a direção do dominicano francês Garrigou-Lagrange, doutorou-se em 1948 em teologia, com uma tese sobre o tema da fé nas obras de São João da Cruz. Naquele período, aproveitou suas férias para exercer o ministério pastoral entre os imigrantes polacos da França, Bélgica e Holanda. Em 1948 voltou à Polónia e foi vigário em diversas paróquias da Cracóvia e capelão dos universitários até 1951, quando reiniciou os seus estudos filosóficos e teológicos. Em 1953, apresentou na Universidade Católica de Lublin uma tese titulada «Avaliação da possibilidade de fundar uma ética católica sobre a base do sistema ético de Max Scheler». Depois passou a ser professor de Teologia Moral e Ética Social no seminário maior da Cracóvia e na faculdade de Teologia de Lublin. Em 4 de julho de 1958, foi nomeado por Pio XII Bispo Auxiliar da Cracóvia. Recebeu a ordenação episcopal em 28 de setembro de 1958 na catedral de Wawel (Cracóvia), das mãos do Arcebispo Eugeniusz Baziak. Em 13 de janeiro de 1964, foi nomeado Arcebispo da Cracóvia por Paulo VI, que o fez cardeal em 26 de junho de 1967. Além de participar do Concílio Vaticano II (1962-65), com uma contribuição importante na elaboração da constituição «Gaudium et spes», o Cardeal Wojtyla tomou parte em todas as assembleias do Sínodo dos Bispos. Desde o começo de seu pontificado, em 16 de outubro de 1978, o Papa João Paulo II realizou 104 viagens pastorais fora da Itália, e 146 pelo interior desse país. Também, como Bispo de Roma visitou 317 das 333 paróquias romanas. Entre os seus documentos principais se incluem: 14 Encíclicas, 15 Exortações apostólicas, 11 Constituições apostólicas e 45 Cartas apostólicas. O Papa também publicou cinco livros: «Cruzando o limiar da esperança» (outubro de 1994); «Dom e mistério: no quinquagésimo aniversário de minha ordenação sacerdotal» (novembro de 1996); «Tríptico romano – Meditações», livro de poesias (Março de 2003); «Levantai-vos! Vamos!» (maio de 2004) e «Memória e identidade» (fevereiro de 2005). João Paulo II presidiu 147 cerimónias de beatificação --nas quais proclamou 1338 beatos e 51 canonizações, com um total de 482 santos. Celebrou 9 consistórios, durante os quais criou 231 (além de 1 «in pectore») Cardeais. Também presidiu 6 assembleias plenárias do Colégio Cardinalício. Presidiu 15 Assembleias do Sínodo dos Bispos: 6 ordinárias (1980, 1983, 1987, 1990, 1994, 2001), 1 geral extraordinária (1985), e 8 especiais (1980, 1991, 1994, 1995, 1997, 1998 [2] e 1999). Nenhum outro Papa encontrou-se com tantas pessoas como João Paulo II: em números, mais de 17.600.100 peregrinos participaram das mais de 1160 Audiências Gerais que se celebram nas quartas-feiras. Esse número não inclui as outras audiências especiais e as cerimônias religiosas [mais de 8 milhões de peregrinos durante o Grande Jubileu do ano 2000] e os milhões de fiéis que o Papa encontrou durante as visitas pastorais efetuadas na Itália e no restante do mundo. Devem-se recordar também as numerosas personalidades de governo com as quais manteve encontros durante 38 visitas oficiais e as 738 audiências ou encontros com chefes de Estado e 246 audiências e encontros com primeiros-ministros.
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domingo, março 13, 2005
Hitch - A Cura para o Homem Comum
FUI VER ESTA COMÉDIA HILARIANTE COM A MINHA MARINA E O MEU GRANDE AMIGO PAULINHO NA SALA 1 DO PARQUE ATLÂNTICO NO DIA 2005.03.12 PELAS 21:30
Nesta sofisticada comédia romântica, Alex 'Hitch' Hitchens é um lendário - e deliberadamente anónimo - "doutor de encontros amorosos" que, por uma quantia em dinheiro, ajuda inúmeros homens a conquistarem a mulher dos seus sonhos. Enquanto ajuda Albert, um tímido contabilista que está caído por uma impressionante celebridade chamada Allegra Cole, Hitch encontra finalmente o seu par, na pessoa da bonita e esperta Sara Melas, uma colunista de mexericos que segue todos os passos de Allegra. Sendo um solteirão convicto, Hitch, de repente, vê-se delirantemente apaixonado por Sara, a jornalista cuja maior proeza seria desmascarar o "doutor de encontros amorosos" mais famoso de Manhattan.
Ficha Técnica
Título Original: Hitch
Género: Comédia/ Romance (M/12)
Realizador: Andy Tennant
Com: Will Smith, Eva Mendes, Michael Rapaport
Duração: 1h55m
Ano: 2005
in http://www.braga.com.pt
Nesta sofisticada comédia romântica, Alex 'Hitch' Hitchens é um lendário - e deliberadamente anónimo - "doutor de encontros amorosos" que, por uma quantia em dinheiro, ajuda inúmeros homens a conquistarem a mulher dos seus sonhos. Enquanto ajuda Albert, um tímido contabilista que está caído por uma impressionante celebridade chamada Allegra Cole, Hitch encontra finalmente o seu par, na pessoa da bonita e esperta Sara Melas, uma colunista de mexericos que segue todos os passos de Allegra. Sendo um solteirão convicto, Hitch, de repente, vê-se delirantemente apaixonado por Sara, a jornalista cuja maior proeza seria desmascarar o "doutor de encontros amorosos" mais famoso de Manhattan.
Ficha Técnica
Título Original: Hitch
Género: Comédia/ Romance (M/12)
Realizador: Andy Tennant
Com: Will Smith, Eva Mendes, Michael Rapaport
Duração: 1h55m
Ano: 2005
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sexta-feira, março 11, 2005
Blade Trinity
FUI VER, NO PASSADO DIA 10/03 às 21:10, ESTE FILME COM A MINHA MENINA, O MEU AMIGO PAULINHO, SUA IRMÃ GRAÇA, A CARLA E DOIS AMIGOS SEUS, NA SALA 4 NO PARQUE ATLÂNTICO EM PONTA DELGADA
Numa base localizada no deserto, os vampiros jogam a cartada decisiva para conquistar o mundo: ressuscitam Drácula (Dominic Purcell), que deu origem à raça e possui poderes que lhe permite sobreviver à luz do dia. Em paralelo, os vampiros iniciam uma campanha difamatória contra Blade (Wesley Snipes), colocando o FBI no seu encalço. Após alguns confrontos com agentes, Blade e Whistler (Kris Kristofferson) percebem que precisam de ajuda. Depois de ser atacado e capturado, Blade é salvo pelos Noctívagos, um grupo de humanos que se dedica a caçar vampiros e que é liderado por Abigail (Jessica Biel), que é também a filha de Whistler. Juntamente com Hannibal King (Ryan Reynolds) e a cientista Sommerfield (Natasha Lyonne), Blade e os Noctívagos iniciam uma série de batalhas contra Dranica Talos (Parker Posey), a actual líder dos vampiros, sem saber que terão que enfrentar o próprio Drácula.
Ficha Técnica
Título Original: Blade: Trinity
Género: Acção/ Aventura/ Thriller (M/12)
Realizador: David S. Goyer
Com: Wesley Snipes; Kris Kristofferson; Dominic Purcell; Jessica Biel
Duração: 1h55m
Ano: 2004
in http://www.bragacom.pt
Numa base localizada no deserto, os vampiros jogam a cartada decisiva para conquistar o mundo: ressuscitam Drácula (Dominic Purcell), que deu origem à raça e possui poderes que lhe permite sobreviver à luz do dia. Em paralelo, os vampiros iniciam uma campanha difamatória contra Blade (Wesley Snipes), colocando o FBI no seu encalço. Após alguns confrontos com agentes, Blade e Whistler (Kris Kristofferson) percebem que precisam de ajuda. Depois de ser atacado e capturado, Blade é salvo pelos Noctívagos, um grupo de humanos que se dedica a caçar vampiros e que é liderado por Abigail (Jessica Biel), que é também a filha de Whistler. Juntamente com Hannibal King (Ryan Reynolds) e a cientista Sommerfield (Natasha Lyonne), Blade e os Noctívagos iniciam uma série de batalhas contra Dranica Talos (Parker Posey), a actual líder dos vampiros, sem saber que terão que enfrentar o próprio Drácula.
Ficha Técnica
Título Original: Blade: Trinity
Género: Acção/ Aventura/ Thriller (M/12)
Realizador: David S. Goyer
Com: Wesley Snipes; Kris Kristofferson; Dominic Purcell; Jessica Biel
Duração: 1h55m
Ano: 2004
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