FUI VER ESTE FILME COM A MINHA MENINA NO PASSADO DIA 2005.09.18 NA SALA1 DA CASTELLO LOPES CINEMAS NO PARQUE ATLÂNTICO EM PONTA DELGADA PELAS 21:40.
A história do novo filme de Michael Bay passa-se nos meados do século XXI, num complexo aparentemente paradisíaco, embora fechado.Aí todos querem ganhar um bilhete e ir para «A Ilha», o último reduto natural da Terra, que sobreviveu à grande contaminação ecológica que vitimou a maioria dos seres humanos. Lincoln Six-Echo (Ewan McGregor) e Jordan Two-Delta (Scarlett Johansson) não são excepção mas não tardarão a descobrir que o paraíso já não mora ali. Na pequena cidade onde vivem tudo é monitorizado e seguido com máximo cuidado, desde a alimentação, até à qualidade do sono ou o tempo que é passado no solário. As relações sexuais são proibidas, assim como questionar a autoridade do poder superior.Depois de perceberem que a sua existência não passa de uma mentira e que, na verdade, vale mais estar morto do que vivo, a fuga é a única hipótese que têm de salvação. As perseguições sucedem-se e até o amor aparece para apimentar esta história apocalíptica...Michael Bay, o Sr. Blockbuster e autor de «Armageddon» ou «Pearl Harbor», volta a colocar o tema da clonagem em cima da mesa. Só que neste caso, o feitiço parece ter-se virado contra o feiticeiro. Este filme revelou-se o maior fracasso do Verão norte-americano e chega a Portugal rodeado de polémica. A Dreamworks não poupou os actores do filme; o realizador não poupou a produtora. E há ainda a acusação da Clonus Associates, segundo a qual este não passa de um plágio de um filme de 1979, cujo o título seria «The Clonus Horror». A Clonus acusa a Dreamworks e a Warner Bros, as produtoras do filme, de copiarem por completo a ideia e apresentaram um documento onde identificam 90 pontos ondes os filmes apresentam semelhanças assustadoras. A empresa exige agora que o filme de Michael Bay saia de circulação e que seja paga à empresa uma indemnização. Para a desgraça ficar completa só falta mesmo o público português fugir desta Ilha a sete pés...
in http://www.estreia.online.pt
segunda-feira, setembro 19, 2005
quinta-feira, setembro 15, 2005
BERTA CABRAL QUER COLOCAR SANTA CLARA NO LUGAR QUE MERECE COMO FREGUESIA FUNDADORA DE PONTA DELGADA
Berta Cabral criticou hoje o estado de abandono em que se encontra o edifício do antigo matadouro de Ponta Delgada, em Santa Clara.
A candidata do PSD à Câmara Municipal de Ponta Delgada, que percorreu hoje a freguesia, lamentou a falta de vontade política para a reabilitação de um edifício que se transformou numa “ratoeira e num abrigo para toxicodependentes, imagem que muito prejudica a freguesia”.
No que diz respeito ao edifício, Berta Cabral apelou à boa vontade do Governo e privados para que se proceda a uma parceria com a Câmara Municipal de Ponta Delgada no sentido de reabilitar aquela estrutura que pode ser utilizada como “pavilhão multi-usos, ou mesmo para a construção de um complexo desportivo, com piscinas”.
A candidata laranja denunciou que, por causa da indefinição do Governo quanto ao futuro do antigo matadouro há vontades e projectos pendentes na Câmara Municipal de Ponta Delgada. São os casos da construção de um hotel, mesmo ali em frente, por parte dos antigos detentores da extinta fábrica de conservas, bem como a própria reabilitação de toda a zona envolvente do matadouro, na 2ª Rua de Santa Clara, onde a autarquia pretende requalificar toda a via, desde os tanques da Bencom até à Rua Baden Powell, beneficiando quem ali reside, ao mesmo tempo que se comprometeu a criar condições para a instalação de infraestruturas ligadas ao turismo desde a hotelaria à restauração. Para o apoio à promoção deste sector de actividade na freguesia, Berta Cabral prometeu que a sua gestão autárquica apoiará em 50% as taxas de urbanização dos investidores que ali se queiram instalar.
Tudo isto – afirmou a candidata – “porque Santa Clara merece uma urgente requalificação urbanística que a coloque no lugar que merece como freguesia fundadora do concelho”.
Na visita a Santa Clara, Berta Cabral percorreu com os candidatos social-democratas a via Santa Clara/Relva a inaugurar no final do mês, passou pelos depósitos da Bencom onde voltou a defender a sua deslocalização para dar lugar ao Porto Industrial de Ponta Delgada, a Avenida Regional Príncipe do Mónaco, a Rua do Ramalho, entre outras zonas chave da freguesia.
Ponta Delgada, 13 de Setembro de 2005
in http://www.bertacabral.com/NT_imprensa.htm
A candidata do PSD à Câmara Municipal de Ponta Delgada, que percorreu hoje a freguesia, lamentou a falta de vontade política para a reabilitação de um edifício que se transformou numa “ratoeira e num abrigo para toxicodependentes, imagem que muito prejudica a freguesia”.
No que diz respeito ao edifício, Berta Cabral apelou à boa vontade do Governo e privados para que se proceda a uma parceria com a Câmara Municipal de Ponta Delgada no sentido de reabilitar aquela estrutura que pode ser utilizada como “pavilhão multi-usos, ou mesmo para a construção de um complexo desportivo, com piscinas”.
A candidata laranja denunciou que, por causa da indefinição do Governo quanto ao futuro do antigo matadouro há vontades e projectos pendentes na Câmara Municipal de Ponta Delgada. São os casos da construção de um hotel, mesmo ali em frente, por parte dos antigos detentores da extinta fábrica de conservas, bem como a própria reabilitação de toda a zona envolvente do matadouro, na 2ª Rua de Santa Clara, onde a autarquia pretende requalificar toda a via, desde os tanques da Bencom até à Rua Baden Powell, beneficiando quem ali reside, ao mesmo tempo que se comprometeu a criar condições para a instalação de infraestruturas ligadas ao turismo desde a hotelaria à restauração. Para o apoio à promoção deste sector de actividade na freguesia, Berta Cabral prometeu que a sua gestão autárquica apoiará em 50% as taxas de urbanização dos investidores que ali se queiram instalar.
Tudo isto – afirmou a candidata – “porque Santa Clara merece uma urgente requalificação urbanística que a coloque no lugar que merece como freguesia fundadora do concelho”.
Na visita a Santa Clara, Berta Cabral percorreu com os candidatos social-democratas a via Santa Clara/Relva a inaugurar no final do mês, passou pelos depósitos da Bencom onde voltou a defender a sua deslocalização para dar lugar ao Porto Industrial de Ponta Delgada, a Avenida Regional Príncipe do Mónaco, a Rua do Ramalho, entre outras zonas chave da freguesia.
Ponta Delgada, 13 de Setembro de 2005
in http://www.bertacabral.com/NT_imprensa.htm
quarta-feira, setembro 14, 2005
BERTA CABRAL DESAFIA OPOSIÇÃO A ASSUMIR-SE PERANTE A FREGUESIA DE SANTA CLARA
Fui buscar esta noticia à webpage da lista "Ponta Delgada Sempre em Frente"
Berta Cabral manifestou-se ontem [12 Setembro] confiante em eleger para Santa Clara uma lista de candidatos social-democratas que são da localidade, “que sempre se bateram pela elevação da paróquia a freguesia, e que andaram sempre em frente para que Santa Clara alcançasse o direito ao seu auto-governo”.
A cabeça de lista da candidatura “Ponta Delgada Sempre em Frente”, que também é natural de Santa Clara e ali cresceu, recordou que sempre esteve ao lado dos dirigentes da paróquia, para que Santa Clara fosse hoje, a mais nova freguesia de Ponta Delgada, não admitindo que outros “escondidos por trás de listas independentes venham agora descobrir a freguesia”.
Na apresentação da candidatura “Santa Clara Sempre em Frente”, Berta Cabral acusou, ontem à noite, desta forma, a oposição do “PS e do PCP de ter vergonha de assumir as suas cores partidárias apresentando-se ao eleitorado nas próximas eleições autárquicas, com candidatos ditos independentes, quando na realidade não têm coragem de enfrentar a lista do PSD, que assume quem é, que cor partidária defende e o que quer para a freguesia de Santa Clara”.
Ao lado de Manuel Augusto Ramos, Berta Cabral reafirmou os compromissos apresentados pelo candidato do PSD à liderança da Junta de Freguesia, exigindo ao Governo que deixe de marginalizar Santa Clara e que proceda à deslocalização dos depósitos da Bencom para dar lugar ao Porto Industrial que a cidade de Ponta Delgada merece, com condições para as pescas, granéis e descarga de combustíveis.
A candidata defendeu que o Porto Industrial é um projecto essencial ao desenvolvimento económico de Santa Clara e de todo o concelho, tendo sido adiado pelo Governo, que esgotou a capacidade do Porto Comercial, ao construir no saco da doca um porto de pescas e a lota. Neste processo, prometeu que, a ser reeleita, “a Câmara vai assumir o seu papel na defesa dos interesses de Santa Clara e do desenvolvimento concelhio. Por seu turno, o Governo – sublinhou – terá que assumir o seu”.
Apesar da obra já feita pela autarquia na freguesia nos últimos quatro anos, Berta Cabral recordou que a sua candidatura é exigente consigo própria e que por isso não vai deixar também de exigir ao Governo que requalifique e beneficie a Avenida Príncipe do Mónaco, Estrada Regional cujas condições actuais de pavimento e de passeios envergonham os Munícipes de Ponta Delgada e da ilha de São Miguel. Para segurança da circulação naquela via comprometeu-se também a fazer pressão junto do Governo para que a norte da Avenida construa uma rotunda, tal como foi pretensão manifestada pelo candidato à Junta de Freguesia Manuel Augusto Ramos.
Para o próximo mandato à frente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, Berta Cabral quis ainda deixar a garantia do avanço da ligação da Via Litoral Santa Clara Relva (a inaugurar brevemente), ao centro da freguesia, com a requalificação da 2ª Rua de Santa Clara e da Rua Baden Powel. Com esta medida – disse – “Santa Clara deixará de ser o fim da cidade para ficar no seu centro, entre as freguesias de São Sebastião e da Relva, para que esta última deixe, também, de ser uma freguesia marginal da cidade de Ponta Delgada e, tal como São Roque, passe a fazer parte da malha urbana da cidade”.
Ontem ficou também anunciado um dos principais emblemas eleitorais de Berta Cabral para a nova freguesia, o de sedear em Santa Clara a Assembleia Municipal de Ponta Delgada, no seu novo Centro Cultural, com um auditório com capacidade e condições para levar por frente esta medida de descentralização da gestão municipal entre os Paços do Concelho e a localidade da cidade de Ponta Delgada.
A apoiar as pretensões do candidato laranja à Junta de Freguesia de Santa Clara, para mais espaços verdes, parques de estacionamento para as Ruas João do Rego e do Carvão, de recuperação de habitação para realojamento das famílias carenciadas ali residentes, Berta Cabral sublinhou que a mais nova freguesia do concelho, tem sido, nos últimos quatro anos alvo de investimentos municipais estruturantes como o centro cívico de Santa Clara, que albergará a Junta de Freguesia, que usufruirá brevemente de um auditório com capacidade para 90 lugares e que funciona neste momento como polivalente de serviços, dando resposta às forças vivas da freguesia, e que possui espaços de apoio à comunidade como um centro de dia para idosos e catequese para as crianças.
Por fim, Berta Cabral quis apelar aos santaclarenses que não deixem de lutar pelos seus interesses, para que elejam uma Junta de Freguesia que assume os seus verdadeiros ideais, fazendo-se assim representar numa Assembleia Municipal que dê voz e resposta às reais preocupações e necessidades da mais nova freguesia, que em séculos, deu nome ao maior concelho dos Açores.
Ponta Delgada, 13 de Setembro de 2005
in http://www.bertacabral.com/NT_imprensa.htm
CANDIDATOS À JUNTA FREGUESIA SANTA CLARA
Manuel Augusto Costa D'Oliveira Ramos 66 anos Aposentado
António Eduardo Moniz Faria 58 anos Aposentado
Miguel Berquó d' Aguiar Maurício 26 anos Estudante Universitário
José Artur Jácome Correia 67 anos Aposentado
Paulo Miguel Raposo Leite 30 anos Técnico de Informática
Claúdia Ariana Correia Mendes Sampaio 31 anos Professora 1.º Ciclo Ensino Básico
João Basílio Medeiros Rocha 58 anos Funcionário Público
Luís Humberto Martins 56 anos Empregado Comercial
António Gabriel Raposo Leite 41 anos Sócio – Gerente
Gil Matias Moreira Raposo 54 anos Electricista
Mariano Joaquim de Sousa Raposo 49 anos Director Futebol Profissional
Ana Paula Carreiro Pereira 37 anos Escrituária
CANDIDATOS Á ASSEMBLEIA FREGUESIA DE SANTA CLARA
Isabel Margarida Almeida Medeiros 44 anos Bancária
Bruno Emanuel Medeiros Cabral 23 anos Caixeiro de Mar
Nuno Filipe Rufino Libório 28 anos Técnico Comercial
Francisco José de Medeiros Branco 49 anos Bancário
Carlos Humberto Rebelo Pavão 61 anos Reformado
Luís Alberto Tavares Ferreira 47 anos Comerciante
in http://www.bertacabral.com/candidatos_sta_Clara.htm
Berta Cabral manifestou-se ontem [12 Setembro] confiante em eleger para Santa Clara uma lista de candidatos social-democratas que são da localidade, “que sempre se bateram pela elevação da paróquia a freguesia, e que andaram sempre em frente para que Santa Clara alcançasse o direito ao seu auto-governo”.
A cabeça de lista da candidatura “Ponta Delgada Sempre em Frente”, que também é natural de Santa Clara e ali cresceu, recordou que sempre esteve ao lado dos dirigentes da paróquia, para que Santa Clara fosse hoje, a mais nova freguesia de Ponta Delgada, não admitindo que outros “escondidos por trás de listas independentes venham agora descobrir a freguesia”.
Na apresentação da candidatura “Santa Clara Sempre em Frente”, Berta Cabral acusou, ontem à noite, desta forma, a oposição do “PS e do PCP de ter vergonha de assumir as suas cores partidárias apresentando-se ao eleitorado nas próximas eleições autárquicas, com candidatos ditos independentes, quando na realidade não têm coragem de enfrentar a lista do PSD, que assume quem é, que cor partidária defende e o que quer para a freguesia de Santa Clara”.
Ao lado de Manuel Augusto Ramos, Berta Cabral reafirmou os compromissos apresentados pelo candidato do PSD à liderança da Junta de Freguesia, exigindo ao Governo que deixe de marginalizar Santa Clara e que proceda à deslocalização dos depósitos da Bencom para dar lugar ao Porto Industrial que a cidade de Ponta Delgada merece, com condições para as pescas, granéis e descarga de combustíveis.
A candidata defendeu que o Porto Industrial é um projecto essencial ao desenvolvimento económico de Santa Clara e de todo o concelho, tendo sido adiado pelo Governo, que esgotou a capacidade do Porto Comercial, ao construir no saco da doca um porto de pescas e a lota. Neste processo, prometeu que, a ser reeleita, “a Câmara vai assumir o seu papel na defesa dos interesses de Santa Clara e do desenvolvimento concelhio. Por seu turno, o Governo – sublinhou – terá que assumir o seu”.
Apesar da obra já feita pela autarquia na freguesia nos últimos quatro anos, Berta Cabral recordou que a sua candidatura é exigente consigo própria e que por isso não vai deixar também de exigir ao Governo que requalifique e beneficie a Avenida Príncipe do Mónaco, Estrada Regional cujas condições actuais de pavimento e de passeios envergonham os Munícipes de Ponta Delgada e da ilha de São Miguel. Para segurança da circulação naquela via comprometeu-se também a fazer pressão junto do Governo para que a norte da Avenida construa uma rotunda, tal como foi pretensão manifestada pelo candidato à Junta de Freguesia Manuel Augusto Ramos.
Para o próximo mandato à frente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, Berta Cabral quis ainda deixar a garantia do avanço da ligação da Via Litoral Santa Clara Relva (a inaugurar brevemente), ao centro da freguesia, com a requalificação da 2ª Rua de Santa Clara e da Rua Baden Powel. Com esta medida – disse – “Santa Clara deixará de ser o fim da cidade para ficar no seu centro, entre as freguesias de São Sebastião e da Relva, para que esta última deixe, também, de ser uma freguesia marginal da cidade de Ponta Delgada e, tal como São Roque, passe a fazer parte da malha urbana da cidade”.
Ontem ficou também anunciado um dos principais emblemas eleitorais de Berta Cabral para a nova freguesia, o de sedear em Santa Clara a Assembleia Municipal de Ponta Delgada, no seu novo Centro Cultural, com um auditório com capacidade e condições para levar por frente esta medida de descentralização da gestão municipal entre os Paços do Concelho e a localidade da cidade de Ponta Delgada.
A apoiar as pretensões do candidato laranja à Junta de Freguesia de Santa Clara, para mais espaços verdes, parques de estacionamento para as Ruas João do Rego e do Carvão, de recuperação de habitação para realojamento das famílias carenciadas ali residentes, Berta Cabral sublinhou que a mais nova freguesia do concelho, tem sido, nos últimos quatro anos alvo de investimentos municipais estruturantes como o centro cívico de Santa Clara, que albergará a Junta de Freguesia, que usufruirá brevemente de um auditório com capacidade para 90 lugares e que funciona neste momento como polivalente de serviços, dando resposta às forças vivas da freguesia, e que possui espaços de apoio à comunidade como um centro de dia para idosos e catequese para as crianças.
Por fim, Berta Cabral quis apelar aos santaclarenses que não deixem de lutar pelos seus interesses, para que elejam uma Junta de Freguesia que assume os seus verdadeiros ideais, fazendo-se assim representar numa Assembleia Municipal que dê voz e resposta às reais preocupações e necessidades da mais nova freguesia, que em séculos, deu nome ao maior concelho dos Açores.
Ponta Delgada, 13 de Setembro de 2005
in http://www.bertacabral.com/NT_imprensa.htm
CANDIDATOS À JUNTA FREGUESIA SANTA CLARA
Manuel Augusto Costa D'Oliveira Ramos 66 anos Aposentado
António Eduardo Moniz Faria 58 anos Aposentado
Miguel Berquó d' Aguiar Maurício 26 anos Estudante Universitário
José Artur Jácome Correia 67 anos Aposentado
Paulo Miguel Raposo Leite 30 anos Técnico de Informática
Claúdia Ariana Correia Mendes Sampaio 31 anos Professora 1.º Ciclo Ensino Básico
João Basílio Medeiros Rocha 58 anos Funcionário Público
Luís Humberto Martins 56 anos Empregado Comercial
António Gabriel Raposo Leite 41 anos Sócio – Gerente
Gil Matias Moreira Raposo 54 anos Electricista
Mariano Joaquim de Sousa Raposo 49 anos Director Futebol Profissional
Ana Paula Carreiro Pereira 37 anos Escrituária
CANDIDATOS Á ASSEMBLEIA FREGUESIA DE SANTA CLARA
Isabel Margarida Almeida Medeiros 44 anos Bancária
Bruno Emanuel Medeiros Cabral 23 anos Caixeiro de Mar
Nuno Filipe Rufino Libório 28 anos Técnico Comercial
Francisco José de Medeiros Branco 49 anos Bancário
Carlos Humberto Rebelo Pavão 61 anos Reformado
Luís Alberto Tavares Ferreira 47 anos Comerciante
in http://www.bertacabral.com/candidatos_sta_Clara.htm
segunda-feira, setembro 12, 2005
Colisão
FUI VER ESTE FILME COM A MINHA NAMORADA MARINA NO DIA 2005.09.11 NA SALA 1 DO CINE SOL*MAR PELAS 22H.
"Crash" é uma película que segue o esquema de cruzamentos de filmes como 'Magnolia', de Paul Thomas Anderson, e que se foca na questão do racismo na cidade de Los Angeles. Escrito e realizado por Paul Haggis, o argumentista de 'Million Dollar Baby', este transformou-se rapidamente num dos mais aclamados filmes do ano. Doze personagens insólitas cruzam-se nesta película mas o que será que têm em comum? Eles são um casal americano comum, um persa dono de uma loja, dois polícias, um africano, director de uma estação televisiva, um mexicano, dois ladrões de automóveis, um polícia a começar a carreira e um casal coreano de meia-idade. À partida, estas pessoas partilham apenas o facto de viveram em Los Angeles, mas nas próximas 36 horas todos eles vão 'colidir' e estes serão forçados a relacionar-se.Este drama urbano gira à volta das encruzilhadas inconstantes de um conjunto de personagens multi-étnico que luta para dominar os seus medos...Ousado e polémico, 'Crash' lança um olhar provocador e inflexível às complexidades da tolerância racial na América contemporânea. De louvar o facto de o autor ter optado por não transmitir uma moral absoluta, optando pela posição politicamente correcta: a de que entre vítima e agressor, não existem respostas fáceis.Com um elenco competente, liderado por Don Cheadle e Matt Dillon, este filme foi amplamente elogiado pela crítica e bem recebido pelo público. Descubra porquê na sala mais próxima.
In http://www.estreia.online.pt
"Crash" é uma película que segue o esquema de cruzamentos de filmes como 'Magnolia', de Paul Thomas Anderson, e que se foca na questão do racismo na cidade de Los Angeles. Escrito e realizado por Paul Haggis, o argumentista de 'Million Dollar Baby', este transformou-se rapidamente num dos mais aclamados filmes do ano. Doze personagens insólitas cruzam-se nesta película mas o que será que têm em comum? Eles são um casal americano comum, um persa dono de uma loja, dois polícias, um africano, director de uma estação televisiva, um mexicano, dois ladrões de automóveis, um polícia a começar a carreira e um casal coreano de meia-idade. À partida, estas pessoas partilham apenas o facto de viveram em Los Angeles, mas nas próximas 36 horas todos eles vão 'colidir' e estes serão forçados a relacionar-se.Este drama urbano gira à volta das encruzilhadas inconstantes de um conjunto de personagens multi-étnico que luta para dominar os seus medos...Ousado e polémico, 'Crash' lança um olhar provocador e inflexível às complexidades da tolerância racial na América contemporânea. De louvar o facto de o autor ter optado por não transmitir uma moral absoluta, optando pela posição politicamente correcta: a de que entre vítima e agressor, não existem respostas fáceis.Com um elenco competente, liderado por Don Cheadle e Matt Dillon, este filme foi amplamente elogiado pela crítica e bem recebido pelo público. Descubra porquê na sala mais próxima.
In http://www.estreia.online.pt
segunda-feira, setembro 05, 2005
Berta Cabral PONTA DELGADA SEMPRE EM FRENTE
Caríssima/o,
As eleições autárquicas 2005 estão à porta. E com elas o período de campanha. Hoje tive o prazer de ir à inauguração da recandidatura da Drª Berta Cabral ( http://www.bertacabral.com) à Câmara Municipal de Ponta Delgada.
Está atento à campanha. Eu também vou estar...
Aquele Abraço Fraterno,
Miguel
As eleições autárquicas 2005 estão à porta. E com elas o período de campanha. Hoje tive o prazer de ir à inauguração da recandidatura da Drª Berta Cabral ( http://www.bertacabral.com) à Câmara Municipal de Ponta Delgada.
Está atento à campanha. Eu também vou estar...
Aquele Abraço Fraterno,
Miguel
Quem Tem Medo do Papão?
FUI VER ESTE FILME COM A MINHA MENINA NA SALA4 NO DIA 2005.09.04 PELAS 21:20 DO PARQUE ATLÂNTICO.
Tim Jensen (Barry Watson) é um editor de uma revista de sucesso que, apesar de já ser adulto, continua a acreditar piamente que o desaparecimento do seu pai, há quinze anos atrás, esteve relacionado com a existência do «bicho-papão». Será que a criatura é mesmo real? Ou será a imaginação de Tim a fabricar uma explicação para o seu pai ter abandonado a família? Tim acredita que a resposta se esconde nos cantos escuros e em armários entreabertos da casa onde passou a infância. Por isso, quando regressa à sua terra natal para assistir ao funeral da sua mãe, decide regressar à casa, onde, inevitavelmente, terá de se confrontar com os seus medos e angústias, na esperança de acabar com as terríveis visões que lhe assombram a vida.Produzido por Sam Raimi («Homem-Aranha»), «Boogeyman» é uma história que evoca a criatura que povoa os maiores medos da infância. A ideia até poderia ser interessante se o filme não se abusasse dos clichés habituais do género e conseguisse arrancar-nos alguns saltos da cadeira. Infelizmente, a este «Quem tem medo do Papão» não faltam lugares-comuns: a presença do interesse amoroso de infância; a (habitual) criança que tenta ao máximo imitar Dakota Fanning e o uso de mudanças bruscas de som/uso de imagens repentinas para assustar a plateia são só alguns deles.A resolução final para destruir o «monstro» também é bastante patética. Mas o que é verdadeiramente assustador é o facto de, apesar dos pesares, o filme se ter revelado um sucesso de bilheteiras e como tal haver já a ameaça de uma sequela.
In http://www.estreia.online.pt
Tim Jensen (Barry Watson) é um editor de uma revista de sucesso que, apesar de já ser adulto, continua a acreditar piamente que o desaparecimento do seu pai, há quinze anos atrás, esteve relacionado com a existência do «bicho-papão». Será que a criatura é mesmo real? Ou será a imaginação de Tim a fabricar uma explicação para o seu pai ter abandonado a família? Tim acredita que a resposta se esconde nos cantos escuros e em armários entreabertos da casa onde passou a infância. Por isso, quando regressa à sua terra natal para assistir ao funeral da sua mãe, decide regressar à casa, onde, inevitavelmente, terá de se confrontar com os seus medos e angústias, na esperança de acabar com as terríveis visões que lhe assombram a vida.Produzido por Sam Raimi («Homem-Aranha»), «Boogeyman» é uma história que evoca a criatura que povoa os maiores medos da infância. A ideia até poderia ser interessante se o filme não se abusasse dos clichés habituais do género e conseguisse arrancar-nos alguns saltos da cadeira. Infelizmente, a este «Quem tem medo do Papão» não faltam lugares-comuns: a presença do interesse amoroso de infância; a (habitual) criança que tenta ao máximo imitar Dakota Fanning e o uso de mudanças bruscas de som/uso de imagens repentinas para assustar a plateia são só alguns deles.A resolução final para destruir o «monstro» também é bastante patética. Mas o que é verdadeiramente assustador é o facto de, apesar dos pesares, o filme se ter revelado um sucesso de bilheteiras e como tal haver já a ameaça de uma sequela.
In http://www.estreia.online.pt
terça-feira, agosto 30, 2005
Herbie: Prego a fundo
FUI VER ESTE FILME COM A MINHA NAMORADA MARINA E COM O MEU CUNHADO pt_lamb no passado dia 2005.08.25 na sala 3 do Parque Atlântico pelas 21:10
No final da década de 60, o carocha Herbie encantou miúdos e graúdos com as suas acrobacias, tropelias e um romantismo naif. Desde então, protagonizou filmes no grande ecrã, telefilmes e uma série televisiva, chegando agora às salas a versão Herbie do século XXI.A receita já tem quase 40 anos mas tudo indica que vai voltar a dar frutos nas bilheteiras. Em «Herbie: Fully Loaded» começamos por ser informados da decadência do velhinho carocha número 53 que agora está prestes a ser destruído numa sucata. Mas nesse momento ele ainda consegue reunir o charme suficiente para chamar a atenção de Maggie Peyton (Lindsay Lohan), que integra o agora decadente clã Peyton, uma família com uma longa história no meio automobilístico. A partir daqui tudo se assemelha a uma típica aventura de Herbie. Entre as personagens principais convém destacar o jovem mecânico Kevin (Justin Long), que possibilita a vertente romântica da história e o rival e vilão Trip (Matt Dillon). Há ainda Ray (Michael Keaton), o pai, e Ray Jr. (Breckin Meyer), o irmão de Maggie. Apesar de ter uma série de qualidades, o filme não prima pelo argumento que não é muito rico. A história centra-se no conflito latente entre o pai e Maggie. Ela quer voltar a competir mas o pai não a autoriza já que esta teve um acidente grave no passado. Assim é o seu irmão quem assume o papel de corredor. O problema é que ele não se sai muito bem e a família está prestes a perder o patrocínio que lhe permite manter a equipa a competir. Apesar do tom ligeiro e cor-de-rosa, este filme acaba por ser uma opção simpática para a família, agora que a«silly season» já se instalou.
in: http://www.estreia.online.pt
No final da década de 60, o carocha Herbie encantou miúdos e graúdos com as suas acrobacias, tropelias e um romantismo naif. Desde então, protagonizou filmes no grande ecrã, telefilmes e uma série televisiva, chegando agora às salas a versão Herbie do século XXI.A receita já tem quase 40 anos mas tudo indica que vai voltar a dar frutos nas bilheteiras. Em «Herbie: Fully Loaded» começamos por ser informados da decadência do velhinho carocha número 53 que agora está prestes a ser destruído numa sucata. Mas nesse momento ele ainda consegue reunir o charme suficiente para chamar a atenção de Maggie Peyton (Lindsay Lohan), que integra o agora decadente clã Peyton, uma família com uma longa história no meio automobilístico. A partir daqui tudo se assemelha a uma típica aventura de Herbie. Entre as personagens principais convém destacar o jovem mecânico Kevin (Justin Long), que possibilita a vertente romântica da história e o rival e vilão Trip (Matt Dillon). Há ainda Ray (Michael Keaton), o pai, e Ray Jr. (Breckin Meyer), o irmão de Maggie. Apesar de ter uma série de qualidades, o filme não prima pelo argumento que não é muito rico. A história centra-se no conflito latente entre o pai e Maggie. Ela quer voltar a competir mas o pai não a autoriza já que esta teve um acidente grave no passado. Assim é o seu irmão quem assume o papel de corredor. O problema é que ele não se sai muito bem e a família está prestes a perder o patrocínio que lhe permite manter a equipa a competir. Apesar do tom ligeiro e cor-de-rosa, este filme acaba por ser uma opção simpática para a família, agora que a«silly season» já se instalou.
in: http://www.estreia.online.pt
sábado, agosto 20, 2005
Quarteto Fantástico
FUI VER ESTE HILARIANTE FILME COM A MINHA MENINA, SEU IRMÃO pt_lamb e lu_blue NA SALA 4 DA CASTELLO LOPES CINEMAS ÀS 21:10 DO DIA 2005.08.19
Depois de uma série de super-heróis «em nome individual» terem defendido a sua honra no grande ecrã, eis que chega o Quarteto Fantástico, apostado em provar que a união faz a força. Mas passemos às apresentações. Este grupo de super-heróis é constituído por Reed Richard ou o Sr. Fantástico, que consegue esticar o corpo como um elástico; Susan Storm ou Mulher Invisível, que consegue tornar-se e tornar qualquer coisa invisível; Johnny Storm, o Homem-Tocha que se incendeia quando quer; e Ben Grimm, o Coisa, detentor de uma força gigantesca. Juntos eles vão ter de combater o Dr. Destino, um ex-colega de Reed que procura vingança...Criado no início dos anos 60 por Stan Lee e Jack Kirby (inspirados nos Challangers of The Unknown), o Quarteto Fantástico é o resultado de um acidente espacial que leva a que os seus tripulantes adquiram super-poderes.Tudo aconteceu numa altura em que o astronauta e cientista Dr. Reed Richards estava prestes a concretizar o seu sonho. Ele iria liderar uma viagem ao espaço, com destino ao centro de uma tempestade cósmica, onde tencionava desvendar os segredos dos códigos genéticos humanos para benefício de toda a humanidade. A tripulação escolhida por Reed para a missão, é composta pelo seu melhor amigo, o astronauta Ben Grimm; Sue Storm, cientista e sua ex-namorada; e o irmão mais novo de Sue, o piloto Johnny Storm. Levando a reboque o seu patrocinador, o bilionário Von Doom, o grupo parte para a maior aventura de toda a sua vida. Durante esta missão espacial, eles acabam por ser expostos a radiações que lhe irão dar super-poderes.Vale a pena recordar as palavras de Avi Arad da Marvel Studios que tinha avisado que este era o «feel good movie» deste Verão, o que resumindo significa que é um filme «engraçadito», com pouco sumo em termos de argumento e com dramatismo e profundidade zero.
in http://www.estreia.online.pt/
Depois de uma série de super-heróis «em nome individual» terem defendido a sua honra no grande ecrã, eis que chega o Quarteto Fantástico, apostado em provar que a união faz a força. Mas passemos às apresentações. Este grupo de super-heróis é constituído por Reed Richard ou o Sr. Fantástico, que consegue esticar o corpo como um elástico; Susan Storm ou Mulher Invisível, que consegue tornar-se e tornar qualquer coisa invisível; Johnny Storm, o Homem-Tocha que se incendeia quando quer; e Ben Grimm, o Coisa, detentor de uma força gigantesca. Juntos eles vão ter de combater o Dr. Destino, um ex-colega de Reed que procura vingança...Criado no início dos anos 60 por Stan Lee e Jack Kirby (inspirados nos Challangers of The Unknown), o Quarteto Fantástico é o resultado de um acidente espacial que leva a que os seus tripulantes adquiram super-poderes.Tudo aconteceu numa altura em que o astronauta e cientista Dr. Reed Richards estava prestes a concretizar o seu sonho. Ele iria liderar uma viagem ao espaço, com destino ao centro de uma tempestade cósmica, onde tencionava desvendar os segredos dos códigos genéticos humanos para benefício de toda a humanidade. A tripulação escolhida por Reed para a missão, é composta pelo seu melhor amigo, o astronauta Ben Grimm; Sue Storm, cientista e sua ex-namorada; e o irmão mais novo de Sue, o piloto Johnny Storm. Levando a reboque o seu patrocinador, o bilionário Von Doom, o grupo parte para a maior aventura de toda a sua vida. Durante esta missão espacial, eles acabam por ser expostos a radiações que lhe irão dar super-poderes.Vale a pena recordar as palavras de Avi Arad da Marvel Studios que tinha avisado que este era o «feel good movie» deste Verão, o que resumindo significa que é um filme «engraçadito», com pouco sumo em termos de argumento e com dramatismo e profundidade zero.
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segunda-feira, agosto 08, 2005
A queda – Hitler e o fim do III Reich
FUI VER ESTE GRANDE FILME NA SALA 1 DO CINE SOL*MAR NO PASSADO DIA 2005.08.07 PELAS 21:30 NA COMPANHIA DA MINHA SEMPRE AMADA, MARINA
A obra do realizador Oliver Hirschbiegel é parcialmente baseada em "Until the Final Hour", livro de memórias de Tradl Junge, a última secretária de Hitler, que esteve presente no "bunker" situado por baixo da chancelaria do Reich até ao momento do suícidio colectivo das principais figuras do regime nazi. Este é um relato dos últimos 12 dias de vida de Hitler que nos traz um ditador diferente daquele que estamos habituados a ver no grande ecrã.
Polémico desde o início das filmagens, "A queda" retira a imagem demoníaca do mito e transforma-a na de um homem muito perturbado, “demasiado humano”, na opinião de alguns críticos, para alguém cuja maldade mergulhou o mundo numa das mais profundas escuridões da história da humanidade. "Se aceitarmos que ele era um ser humano, temos também que reconhecer que alguma dessa maldade existe dentro de todos nós", reconheceu o cineasta, em várias entrevistas publicadas na sequência da estreia do filme.
O filme é já considerado um documento histórico por diversos especialistas e tem sido elogiado pelo rigor com que desmonta os mitos e retrata o que realmente se passou naqueles 12 últimos dias de Abril de 1945 em Berlim até ao suícídio de Hitler (interpretado por Bruno Ganz) e ao fim da II Guerra Mundial.
Sofrimento e irracionalidade do Homem
Acima de tudo, o filme consegue abster-se de usar a clássica distinção "hollywoodesca" entre heróis e vilões, retratando o sofrimento e a irracionalidade como condições inerentes a qualquer ser da raça humana. Assim, "A queda" consegue distinguir-se do excessivo romantismo que inunda a maioria dos filmes que tentam retratar esta época da história moderna, contrapondo a loucura da guerra com aquela que assola os ocupantes do "bunker". Contudo, não obstante ser uma obra cinematográfica, alguns figurantes e soldados da Wehrmacht e da SS são interpretados por pessoas de ideologia neonazi.Apesar de toda a polémica que envolve o filme, "A queda" bateu recordes de bilheteira na Alemanha tendo sido visto por cerca de 480 mil espectadores só na primeira semana de exibição, segundo a distribuidora Constantin Films.
IN http://jpn.icicom.up.pt
A obra do realizador Oliver Hirschbiegel é parcialmente baseada em "Until the Final Hour", livro de memórias de Tradl Junge, a última secretária de Hitler, que esteve presente no "bunker" situado por baixo da chancelaria do Reich até ao momento do suícidio colectivo das principais figuras do regime nazi. Este é um relato dos últimos 12 dias de vida de Hitler que nos traz um ditador diferente daquele que estamos habituados a ver no grande ecrã.
Polémico desde o início das filmagens, "A queda" retira a imagem demoníaca do mito e transforma-a na de um homem muito perturbado, “demasiado humano”, na opinião de alguns críticos, para alguém cuja maldade mergulhou o mundo numa das mais profundas escuridões da história da humanidade. "Se aceitarmos que ele era um ser humano, temos também que reconhecer que alguma dessa maldade existe dentro de todos nós", reconheceu o cineasta, em várias entrevistas publicadas na sequência da estreia do filme.
O filme é já considerado um documento histórico por diversos especialistas e tem sido elogiado pelo rigor com que desmonta os mitos e retrata o que realmente se passou naqueles 12 últimos dias de Abril de 1945 em Berlim até ao suícídio de Hitler (interpretado por Bruno Ganz) e ao fim da II Guerra Mundial.
Sofrimento e irracionalidade do Homem
Acima de tudo, o filme consegue abster-se de usar a clássica distinção "hollywoodesca" entre heróis e vilões, retratando o sofrimento e a irracionalidade como condições inerentes a qualquer ser da raça humana. Assim, "A queda" consegue distinguir-se do excessivo romantismo que inunda a maioria dos filmes que tentam retratar esta época da história moderna, contrapondo a loucura da guerra com aquela que assola os ocupantes do "bunker". Contudo, não obstante ser uma obra cinematográfica, alguns figurantes e soldados da Wehrmacht e da SS são interpretados por pessoas de ideologia neonazi.Apesar de toda a polémica que envolve o filme, "A queda" bateu recordes de bilheteira na Alemanha tendo sido visto por cerca de 480 mil espectadores só na primeira semana de exibição, segundo a distribuidora Constantin Films.
IN http://jpn.icicom.up.pt
terça-feira, julho 12, 2005
A Guerra dos Mundos
FUI VER ESTE EMOCIONANTE FILME NA SALA 1 DOS CINEMAS CASTELLO LOPES EM PONTA DELGADA DIA 2005.07.11 PELAS 21:10 COM A MINHA MARINA E O MEU AMIGO PAULINHO. *****
A família é desde há algum tempo o elemento fulcral da filmografia de Steven Spielberg. Esta película não é excepção e, apesar de contar com uma imensidão de extra-terrestres e de efeitos especiais, prefere centrar-se na forma como uma família tipicamente americana vive a ameça alienígena. Tom Cruise é o pai divorciado que passa o fim-de-semana com os filhos, e que durante os dias da temível guerra tenta ser o que nunca foi: um bom pai. Mas várias questões se levantam acerca deste filme: - Será que é desta que Cruise consegue voltar à ribalta?- Será que Spielberg consegue fazer um filme de extra-terrestres? A última pergunta até pode parecer disparatada já que ele é o 'pai' de 'ET, o extra-terrestre' mas este também era um filme familiar com uma forte carga emotiva, mais do que um filme sobre seres de outros planetas. Ainda assim é certo que 'A Guerra dos Mundos' é uma mega-produção com um orçamento milionário (cerca de 200 milhões de dólares) e que será um dos sucessos comerciais do ano. Tudo porque Spielberg se arriscou a trazer para os dias de hoje a histórica aventura de H.G. Wells, uma batalha entre humanos e extraterrestres pela sobrevivência da espécie humana, segundo o olhar de uma família americana.'The War of the Worlds' é desde a sua génese um dos mais apetecíveis trabalhos sobre uma invasão alienígena e o sentimento de paranóia colectiva. Primeiro foi o romance, seguiu-se o programa de rádio de Orson Welles e um filme realizado por Byron Haskin e agora chega este remake de Spielberg. A história é bastante simples. Os aliens andam aí e espiam-nos, desde há muito tempo, ambicionando conquistar e dominar o planeta Terra. Para isso eles têm que chegar, derrotar-nos e vencer.A sua chegada coincide com os dias em que Ray Ferrier (Tom Cruise) tem de tomar conta dos filhos: Robbie (Justin Chatwin) e Rachel (Dakota Fanning). Quanto a destruição e dizimação das populações começa, Ray só tem uma coisa a fazer: fugir e proteger a sua prole. A família parte então em direcção à casa da mãe das crianças e começa uma aventura que tem tanto de dramático como de reunificação familiar. De um lado temos um ataque devastador por parte dos aliens, do outro um drama familiar que acaba por ser também uma viagem de reconciliação.
in http://www.estreia.online.pt
A família é desde há algum tempo o elemento fulcral da filmografia de Steven Spielberg. Esta película não é excepção e, apesar de contar com uma imensidão de extra-terrestres e de efeitos especiais, prefere centrar-se na forma como uma família tipicamente americana vive a ameça alienígena. Tom Cruise é o pai divorciado que passa o fim-de-semana com os filhos, e que durante os dias da temível guerra tenta ser o que nunca foi: um bom pai. Mas várias questões se levantam acerca deste filme: - Será que é desta que Cruise consegue voltar à ribalta?- Será que Spielberg consegue fazer um filme de extra-terrestres? A última pergunta até pode parecer disparatada já que ele é o 'pai' de 'ET, o extra-terrestre' mas este também era um filme familiar com uma forte carga emotiva, mais do que um filme sobre seres de outros planetas. Ainda assim é certo que 'A Guerra dos Mundos' é uma mega-produção com um orçamento milionário (cerca de 200 milhões de dólares) e que será um dos sucessos comerciais do ano. Tudo porque Spielberg se arriscou a trazer para os dias de hoje a histórica aventura de H.G. Wells, uma batalha entre humanos e extraterrestres pela sobrevivência da espécie humana, segundo o olhar de uma família americana.'The War of the Worlds' é desde a sua génese um dos mais apetecíveis trabalhos sobre uma invasão alienígena e o sentimento de paranóia colectiva. Primeiro foi o romance, seguiu-se o programa de rádio de Orson Welles e um filme realizado por Byron Haskin e agora chega este remake de Spielberg. A história é bastante simples. Os aliens andam aí e espiam-nos, desde há muito tempo, ambicionando conquistar e dominar o planeta Terra. Para isso eles têm que chegar, derrotar-nos e vencer.A sua chegada coincide com os dias em que Ray Ferrier (Tom Cruise) tem de tomar conta dos filhos: Robbie (Justin Chatwin) e Rachel (Dakota Fanning). Quanto a destruição e dizimação das populações começa, Ray só tem uma coisa a fazer: fugir e proteger a sua prole. A família parte então em direcção à casa da mãe das crianças e começa uma aventura que tem tanto de dramático como de reunificação familiar. De um lado temos um ataque devastador por parte dos aliens, do outro um drama familiar que acaba por ser também uma viagem de reconciliação.
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