domingo, dezembro 11, 2005

De Battre mon Coeur s'est Arrêté

FUI VER ESTE FILME FRANCÓFONO NO PASSADO DIA 2005.12.10 PELAS 22H NA SALA 1 DO CINE SOL*MAR EM PONTA DELGADA NA EXCELENTE COMPANHIA DA MINHA MARINA E DA SUA AMIGA ELISABETE.

«De Battre mon Coeur s'est Arrêté» é o remake que Jacques Audiard fez de um filme relativamente desconhecido («Fingers») que James Toback realizou em 1978, com Harvey Keitel como protagonista. Agora, o francês Romain Duris («A Residência Espanhola) dá vida a esta história, onde a Máfia foi substituída pelo mercado imobiliário.O actor é Tom, um homem de 28 anos que está destinado a seguir os passos do pai no mundo podre dos negócios imobiliários, onde quase tudo é permitido (espancamentos incluído). Um encontro inesperado leva-o a acreditar que pode tornar-se pianista, como a sua falecida mãe, e abandonar esse mundo corrupto. Para isso, prepara-se para uma audição com uma virtuosa pianista chinesa que não fala uma palavra de francês. A música torna-se a única forma de comunicação entre os dois. Mas as pressões do seu mundo de trabalho são cada vez maiores e cada vez mais difíceis de suportar...Este novo filme do realizador de «Sur mes lèvres» depende inteiramente desta personagem central, sendo o ritmo marcado pelas escolhas que Tom tem de fazer. Romain Duris revela mais uma vez o seu virtuosismo num filme que escapa a todos os lugares-comuns e a um esquema narrativo linear, como afinal acontece na vida de todos os dias.

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terça-feira, dezembro 06, 2005

Flightplan - Pânico a Bordo

FUI VER ESTE TRILLER PSICOLÓGICO NO PASSADO DIA 2005.12.05 NA SALA 4 DA CASTELLO LOPES CINEMAS EM PONTA DELGADA PELAS 21:20 NA EXCELENTE COMPANHIA DO MEU AMOR, MARINA, E DAS SUAS AMIGAS CARLA E ANI

Kyle Pratt (Jodie Foster) viaja a bordo de um moderno E-474 com a sua filha, de Berlim para Nova Iorque. Abatida com a recente morte, e possível suícidio, do marido (que viaja num caixão no porão do aparelho), ela adormece. Quando acorda, a 40.000 pés de altitude, enfrenta o pior pesadelo de qualquer mãe: a sua filha, Julia, de seis anos desapareceu sem deixar rasto a meio do voo.Emocionalmente devastada, Kyle tenta provar que não enlouqueceu quando é confrontada com a descrença da tripulação e dos restantes passageiros. Ao mesmo tempo enfrenta a possibilidade (cada vez mais) real de perder a sua lucidez. O comandante de bordo, Rich (Sean Bean) e a restante equipa começam por dar-lhe o benefício da dúvida mas todos os sinais indicam que a sua filha nunca entrou a bordo. Quando a informam que a filha já faleceu, Kyle percebe que está completamente sozinha e que só pode confiar na sua astúcia para resolver o mistério e salvar Julia...«Flightplan» é baseado num guião escrito por Peter A. Dowling e Billy Ray, antes dos atentados de 11 de Setembro (ainda que muitos procurem aqui alusões à tragédia). O argumento original retratava um ataque terrorista e tinha como protagonista um homem, mas com os atentados quase todos os filmes que envolviam terroristas foram adiados e este não foi excepção. Finalmente acabou por receber «luz verde» depois de ter sido amplamente retocado. Jodie Foster regressa como protagonista, numa personagem muito semelhante à que desempenhava em «Sala de Pânico», de David Fincher, e à que Julianne Moore vivia em «The Forgotten». Mais uma vez ela é uma mulher sozinha com uma filha a cargo e uma «carga» de trabalhos para descobrir a verdade. O seu desempenho é obviamente irrepreensível, dentro do género excessivamente sofrido e dramático. Piscando o olho ao mestre do suspense (leia-se Alfred Hitchcock), e mais precisamente a «The Lady Vanishes», Robert Schwentke (autor do premiado «Tatoo») realiza um filme que consegue cumprir aquilo que promete, oferecendo-nos uma hora e meio de mistério, expectativa e adrenalina. Ainda assim para os amantes do género, «Red Eye» é infinitamente melhor.

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terça-feira, novembro 29, 2005

Harry Potter e o Cálice de Fogo

FUI VER ESTE FILME NO PASSADO DIA 2005.11.28 PELAS 21:50 NA SALA 1 DA CASTELLO LOPES CINEMAS NO PARQUE ATLÂNTICO EM PONTA DELGADA NA COMPANHIA DA MINHA MAIS-QUE-TUDO, MARINA, E DOS MEUS SEMPRE AMIGOS E IRMÃOS PAULINHO E GRAÇA VIVEIROS

Ao quarto filme Harry Potter já não é o feiticeiro atrapalhado das primeiras histórias. Está mais crescido, é já um adolescente pronto para enfrentar as adversidades que lhe vão surgir pela frente. «The Goblet of Fire» é um teste à maturidade do feiticeiro que conquistou o mundo.O filme decorre na altura em que se prepara o prestigiado torneio dos Três Feiticeiros, para o qual Harry Potter é seleccionado, sem se ter candidatado, apesar da sua pouca idade e experiência. Esta emocionante competição internacional vai colocar o jovem feiticeiro em competição directa com outros estudantes mais velhos e mais experientes de Hogwarts e de duas escolas de feitiçaria rivais situadas na Europa. Entretanto, apoiantes de Lord Voldermort, o inimigo de Potter, lançam uma onda de medo e pânico através da comunidade de feiticeiros quando a sua Marca Negra queima os céus no decurso do Campeonato do Mundo de Quidditch. Esta é a sua forma de assinalar o retorno de Voldemort ao poder. Mas estas não são as únicas notícias a causarem ansiedade a Harry. Outro dos desafios que ele enfrenta é o de encontrar um par para o Baile Yule de Hogwarts. Como qualquer adolescente, os seus dons não são suficientemente poderosos para o livrar do nervosismo na hora do convite....Ao contrário do elenco de actores que participam nesta saga, que se tem mantido estável, os realizadores têm-se sucedido, o que inevitavelmente resulta em filmes muito diferentes do ponto de vista estilístico. Desta vez cabe a Mike Newell («Quatro Casamentos e um Funeral») superar o o universo sombrio criado pelo mexicano Alfonso Cuarón em «The Prisioner of Azkaban». Neste quarto filme, o que mais se destaca é a evidente maturidade do trio de jovens actores. Daniel Radcliffe já não parece um miúdo mas promete não desiludir os fãs que conquistou e fizeram dele o adolescente mais rico de Inglaterra. Emma Watson transformou-se numa bonita rapariga e há já quem aposte nela como uma das grandes promessas do cinema britânico. Os elogios estendem-se a Rupert Grint, o menos mediático do grupo, mas que encarna uma das personagens mais originais da história.Ao trio de jovens juntam-se os habituais Maggie Smith, Michael Gambon, Alan Rickman, Gary Oldman, David Thewlis, destacando-se desta vez a presença de Miranda Richardson, que será a impertinente jornalista Rita Skeeter e o consagrado Ralph Fiennes, como o inquietante Lord Voldemort. A cena mais aguardada é a do seu aparecimento como o grande rival do jovem feiticeiro. Ao contrário dos filmes anteriores, este «Harry Potter and the Goblet of Fire» tem menos cenas de Hogwarts, mais aventura e suspense, cruzando uma série de géneros cinematográficos (comédia, drama, mistério, terror). Apesar de ter duas horas e meia de duração, não cansa o espectador, mas não consegue abarcar todas as aventuras narradas no livro, o que poderá desiludir alguns fãs.Independentemente do resultado, este será certamente um dos filmes mais visto do ano em Portugal, ou não tivesse o jovem feiticeiro uma legião gigantesca de admiradores de todas as idades.

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terça-feira, novembro 15, 2005

A Lenda de Zorro

FUI VER ESTE FILME DO PASSADO DIA 2005.11.14 ÀS 21:30 NA SALA1 DO CASTELLO LOPES CINEMAS NO PARQUE ATLÂNTICO NA BONITA CIDADE DE PONTA DELGADA, NA SEMPRE AGRADÁVEL COMPANHIA DA MINHA MARINA

Esta sequela de A Máscara do Zorro (1998) passa-se em 1850. Depois de no primeiro filme ter recebido o bastão do velho Zorro, Don Diego de La Veja (Anthony Hopkins), o novo herói mascarado terá pela frente um longo caminho repleto de acção. Alejandro (Antonio Banderas) está ao lado da belíssima e corajosa mulher Elena Murrieta (Catherine Zeta-Jones), com quem tem um filho, Joaquin (Adrian Alonso), de 10 anos. Mas o rapaz não sabe que o pai é, na verdade, o justiceiro mascarado. O herói está retirado, mas quando gananciosos vilões ameaçam a criação do Estado da Califórnia, está na hora de voltar ao activo.

Ficha Técnica
Título Original: The Legend of Zorro
Género: Acção/ Aventura (M/12)
Realização: Martin Campbell
Interpretação: António Banderas; Catherine Zeta-Jones; Rufus Sewell
Duração: 2h10m
Ano: 2005

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segunda-feira, outubro 24, 2005

SERENITY

FUI VER ESTE FILME NA SALA1 DO PARQUE ATLÂNTICO NA SESSÃO DAS 21:20 NA COMPANHIA AGRADÁVEL DA MINHA MARINA
«Serenity» explora o universo de uma extinta série televisiva da Fox chamada «Firefly». A série estreou a 20 de Setembro de 2002 nos EUA, mas foi cancelada ao 11º episódio devido aos fracos resultados obtidos. Curiosamente, foi só depois de lançada em DVD (com alguns novos episódios adicionados) que a obra vingou. Perante o fenómeno de culto, a Universal decidiu investir 40 milhões de dólares na película que se revelou um sucesso e vai certamente conhecer novos capítulos em breve.«Serenity» é o nome da nave tripulada por um grupo de pessoas que se dedicam a pequenos roubos. A liderá-la está Malcolm Reynolds, um ex-combatente das forças independentes que lutaram e perderam contra um governo totalista que pretendia comandar o universo – a «Aliança». Neste grupo está também River, uma jovem prodígio que foi vítima de algumas experiências por parte da «Aliança». Após uma fuga arquitectada pelo seu irmão (Simon), os dois juntam-se ao grupo, sendo intensamente perseguidos pela Aliança, que não olha a meios para a capturar. Mas porque razão querem capturar esta jovem? Que terá ela de tão valioso que eles desejem?O melhor é não revelar todas as surpresas.A avaliar pela forma como o filme tem sido recebido, «Serenity» parece ser uma saga que veio para durar. O filme marca uma brilhante estreia na realização de Joss Whedon. Ambientada no espaço, esta película é mais «humana» do que o habitual, sem exagerar nos avanços tecnológicos e na participação de aliens horripilantes e demais monstros do «outro mundo». Apesar de não ser um filme talhado para todos os públicos, este western de ficção científica vai certamente agradar aos fãs de «Firefly» e aos apreciadores do género.

in http://www.estreia.online.pt

Miguel

terça-feira, outubro 04, 2005

CASA DO LARGO

Hoje fomos à CASA DO LARGO. Uma excelente moradia do casal João e Mª de Deus, bem como da Maria e da Bia. Por baixo do "Palácio" têm dois apartamentos particulares para Turismo Rural. MAGNÍFICO. Tudo é espectacular.

Fica aqui a nota: quando quiseres vir a Ponta Delgada já tens de onde ficar. Na CASA DO LARGO, claro!

http://homepage.oninet.pt/138nch/

terça-feira, setembro 27, 2005

Charlie e a Fábrica de Chocolate

FUI VER ESTE FILME COM A MINHA "MAIS QUE TUDO" NA SALA1 DO PARQUE ATLÂNTICO NO PASSADO DIA 2005.09.26 NA SESSÃO DAS 21:30.

De tempos a tempos, Tim Burton, cineasta muito singular, que parece viver num mundo só dele, visita o nosso planeta para apresentar os seus filmes sobre almas penadas («Beetlejuice, «Eduardo Mãos de Tesoura», «Marte Ataca» ou «O Grande Peixe»).Roald Dahl, o autor desta história, foi um respeitável autor britânico que escrevia livros infantis em que as crianças eram maltratadas pelos adultos mas acabavam por castigá-los depois de terem corrido mundo. Transportados por frutas gigantes («James e o Pêssego Gigante»), viam os seus pais serem atropelados por rinocerontes, transformados em ratinhos brancos («As Bruxas») ou a frequentar escolas de pesadelo («Matilde»).Os dois autores têm em comum uma capacidade imaginativa desmesurada e insólita, o desprezo pelo mundo quotidiano e o gosto pelo humor negro. Agora eles «encontraram-se» nesta revisitação cinematográfica de uma obra clássica, já adaptada ao cinema em 1971, por Mel Stuart.O realizador de «O Estranho Mundo de Jack» pegou na história original e respeitou-a quase na íntegra. A única liberdade a que Tim Burton se permitiu foi a de criar uma explicação para a paixão de Wonka pelo chocolate: o pai era um dentista autoritário que não o deixava comer guloseimas. Com uma trama escorreita, o novo filme tem como protagonistas Willy Wonka (Johnny Depp), excêntrico proprietário de uma fábrica de chocolates e Charlie Bucket (Freddie Highmore), um rapaz miserável, com um coração de manteiga.Depois de um longo período de reclusão, Wonka decide promover um concurso mundial para escolher o herdeiro do seu império «do cacau».Os eleitos são cinco crianças, entre as quais Charlie, que encontram os Bilhetes Dourados em barras de chocolate e ganham uma visita guiada ao interior da lendária fábrica, onde ninguém entrava há 15 anos. Charlie é um «menino de ouro» que vive com a mãe, o pai e os quatro avós numa casa sem tecto, de uma cidade industrial dominada pela estrutura da fábrica de chocolates Wonka. A família Bucket é tão pobre que o jantar é sempre sopa de couve. Como a maioria das crianças, Charlie adora chocolate mas só lhe sente o cheiro uma vez por ano, na sua festa de aniversário.Os restantes contemplados são Veruga, uma insuportável menina mimada; Violet, vaidosa e competitiva; o guloso e obeso Mike; e Augustus, um menino-prodígio, viciado em videojogos e televisão.Estas cinco crianças, cada uma acompanhada por um familiar, são recebidas pessoalmente por Willie Wonka que os guiará nesta viagem pelo reino das maravilhas da gula, onde as surpresas se sucedem. Charlie fica imediatamente fascinado pelo estranho universo de Wonka e pela bizarra personalidade do seu criador. Resta acrescentar que, como em qualquer fábula que se preze, a pureza e a ingenuidade são premiadas e a maldade punida...Apesar da moral (previsível) da história, o filme vale por tudo o resto. Em termos estéticos é soberbo e representa bem o génio criativo de Tim Burton. Depois de passar as portas da fábrica, o espectador encontra um mundo de invulgar sofisticação visual, recheado de pequenas iguarias. Dos Oompa-loompas (os trabalhadores pigmeus todos interpretados pelo actor indiano Deep Roy) às cascatas de cacau; dos esquilos treinados para seleccionar avelãs ao elevador transparente que voa de sala em sala, há inúmeros elementos hipnóticos e deliciosos.Os cenários da fábrica são inspiradores, inundados por rios de chocolate com cascatas, salas de invenções doces, jardins comestíveis e todo o género de fantasias açucaradas possíveis e imaginárias. Os figurinos são extravagantes e divertidos, destacando-se o guarda-roupa de Willy Wonka, que alguns dizem assemelhar-se a Michael Jackson. A pele clara, as roupas aveludadas, o timbre suave da voz e o facto de viver num reino da fantasia, foram motivos suficientes para que alguns o comparassem com o malogrado rei da pop. Confrontado com esta polémica, Johnny Depp rejeitou prontamente a comparação: «Se tivesse que compará-lo com alguém, seria mais com Howard Hughes: recluso, fóbico, possessivo», apressou-se a esclarecer o actor.Polémicas à parte, o que é certo é que Johnny Depp tem aqui um desempenho irrepreensível, emprestando a esta personagem uma aura de mistério, tragédia e ironia.A banda-sonora (assinada por Danny Elfman) também é genial, integrando canções que vão do rap aos temas clássicos de Hollywood, entre muitas outras referências, que marcam os momentos de transição do filme e quase o transformam numa espécie de «Moulin Rouge» dos pequeninos.Estes são alguns dos predicados que justificam o sucesso deste filme. Apesar dos títulos fortes que actualmente disputam o mercado («Sin City», «Guerra dos Mundos» ou «Madagáscar»), a fábrica de chocolate de Burton tem-se revelado um dos mais rentáveis blockbusters deste Verão nos Estados Unidos.

In http://www.estreia.online.pt

domingo, setembro 25, 2005

Kamchatka

FUI VER ESTE FILME COM A MINHA MENINA NA SALA2 DO CINE SOL*MAR NO PASSADO DIA 2005.09.24 PELAS 21:40.

1976, Argentina. Harry é uma criança de 10 anos como tantas outras. Mas com o golpe de estado, o país cai numa ditadura militar e milhares de cidadãos começam a ser perseguidos, entre os quais os pais de Harry. Decidem então abandonar a casa, mudar-se para uma casa emprestada e adoptar novas identidades. Harry e o irmão não gostam muito das suas novas vidas, mas aos poucos vão apreciando o novo mundo que descobrem.

In http://cinema.ptgate.pt

segunda-feira, setembro 19, 2005

A Ilha

FUI VER ESTE FILME COM A MINHA MENINA NO PASSADO DIA 2005.09.18 NA SALA1 DA CASTELLO LOPES CINEMAS NO PARQUE ATLÂNTICO EM PONTA DELGADA PELAS 21:40.

A história do novo filme de Michael Bay passa-se nos meados do século XXI, num complexo aparentemente paradisíaco, embora fechado.Aí todos querem ganhar um bilhete e ir para «A Ilha», o último reduto natural da Terra, que sobreviveu à grande contaminação ecológica que vitimou a maioria dos seres humanos. Lincoln Six-Echo (Ewan McGregor) e Jordan Two-Delta (Scarlett Johansson) não são excepção mas não tardarão a descobrir que o paraíso já não mora ali. Na pequena cidade onde vivem tudo é monitorizado e seguido com máximo cuidado, desde a alimentação, até à qualidade do sono ou o tempo que é passado no solário. As relações sexuais são proibidas, assim como questionar a autoridade do poder superior.Depois de perceberem que a sua existência não passa de uma mentira e que, na verdade, vale mais estar morto do que vivo, a fuga é a única hipótese que têm de salvação. As perseguições sucedem-se e até o amor aparece para apimentar esta história apocalíptica...Michael Bay, o Sr. Blockbuster e autor de «Armageddon» ou «Pearl Harbor», volta a colocar o tema da clonagem em cima da mesa. Só que neste caso, o feitiço parece ter-se virado contra o feiticeiro. Este filme revelou-se o maior fracasso do Verão norte-americano e chega a Portugal rodeado de polémica. A Dreamworks não poupou os actores do filme; o realizador não poupou a produtora. E há ainda a acusação da Clonus Associates, segundo a qual este não passa de um plágio de um filme de 1979, cujo o título seria «The Clonus Horror». A Clonus acusa a Dreamworks e a Warner Bros, as produtoras do filme, de copiarem por completo a ideia e apresentaram um documento onde identificam 90 pontos ondes os filmes apresentam semelhanças assustadoras. A empresa exige agora que o filme de Michael Bay saia de circulação e que seja paga à empresa uma indemnização. Para a desgraça ficar completa só falta mesmo o público português fugir desta Ilha a sete pés...

in http://www.estreia.online.pt

quinta-feira, setembro 15, 2005

BERTA CABRAL QUER COLOCAR SANTA CLARA NO LUGAR QUE MERECE COMO FREGUESIA FUNDADORA DE PONTA DELGADA

Berta Cabral criticou hoje o estado de abandono em que se encontra o edifício do antigo matadouro de Ponta Delgada, em Santa Clara.
A candidata do PSD à Câmara Municipal de Ponta Delgada, que percorreu hoje a freguesia, lamentou a falta de vontade política para a reabilitação de um edifício que se transformou numa “ratoeira e num abrigo para toxicodependentes, imagem que muito prejudica a freguesia”.
No que diz respeito ao edifício, Berta Cabral apelou à boa vontade do Governo e privados para que se proceda a uma parceria com a Câmara Municipal de Ponta Delgada no sentido de reabilitar aquela estrutura que pode ser utilizada como “pavilhão multi-usos, ou mesmo para a construção de um complexo desportivo, com piscinas”.
A candidata laranja denunciou que, por causa da indefinição do Governo quanto ao futuro do antigo matadouro há vontades e projectos pendentes na Câmara Municipal de Ponta Delgada. São os casos da construção de um hotel, mesmo ali em frente, por parte dos antigos detentores da extinta fábrica de conservas, bem como a própria reabilitação de toda a zona envolvente do matadouro, na 2ª Rua de Santa Clara, onde a autarquia pretende requalificar toda a via, desde os tanques da Bencom até à Rua Baden Powell, beneficiando quem ali reside, ao mesmo tempo que se comprometeu a criar condições para a instalação de infraestruturas ligadas ao turismo desde a hotelaria à restauração. Para o apoio à promoção deste sector de actividade na freguesia, Berta Cabral prometeu que a sua gestão autárquica apoiará em 50% as taxas de urbanização dos investidores que ali se queiram instalar.
Tudo isto – afirmou a candidata – “porque Santa Clara merece uma urgente requalificação urbanística que a coloque no lugar que merece como freguesia fundadora do concelho”.
Na visita a Santa Clara, Berta Cabral percorreu com os candidatos social-democratas a via Santa Clara/Relva a inaugurar no final do mês, passou pelos depósitos da Bencom onde voltou a defender a sua deslocalização para dar lugar ao Porto Industrial de Ponta Delgada, a Avenida Regional Príncipe do Mónaco, a Rua do Ramalho, entre outras zonas chave da freguesia.


Ponta Delgada, 13 de Setembro de 2005

in http://www.bertacabral.com/NT_imprensa.htm