FUI VER ESTE FILME HILARIANTE COM A MINHA MENINA NO PASSADO DIA 2006.02.03 PELAS 21:20 NA SALA 4 DA CASTELLO LOPES CINEMAS EM PONTA DELGADA
Um deles é um faz-tudo. O outro é um fala-barato. Mas só um deles pode ser... «The Man».Esta é a premissa desta comédia que junta um par improvável. Samuel L. Jackson e Eugene Levy (que ficou conhecido do grande público em «American Pie») encontram-se em plena investigação policial e divertem-se a parodiar os clichés dos filmes de espionagem, nesta comédia assinada por Les Mayfield.A acção do filme começa quando um agente federal aparece morto numa rua de Detroit. Quando se sabe que este poderia estar envolvido no caso que estava a investigar, que mexia com muito dinheiro do tráfico de armas, todas as atenções se viram para o seu parceiro.Derrick Vann (Samuel L. Jackson) é um agente duro, habituado a trabalhar sob disfarce, que conhece a linguagem da rua, mas honesto. A sua missão é em 24 horas apanhar as armas roubadas e encontrar os assassinos do polícia, mas ele está prestes a encontrar um surpreendente aliado ...É aqui que entra Andy Fiddler (Eugene Levy), um simpático e optimista vendedor de material dentário, que está de visita na cidade durante dois dias, para assistir a uma convenção. Quando os maus da fita o confundem com o comprador das armas, Vann vê-se forçado a utilizar o fala-barato como «o rosto» da sua operação.
Vitória Filmes apresenta, um filme de Les Mayfield com Samuel L. Jackson, Eugene Levy, Luke Goss, Miguel Ferrer....
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segunda-feira, fevereiro 06, 2006
quinta-feira, fevereiro 02, 2006
O Fiel Jardineiro
FUI VER ESTE FILME INTRIGANTE COM A MINHA MENINA NO PASSADO DIA 2006.02.01 NA SALA 1 DA CASTELLO LOPES CINEMAS NO PARQUE ATLÂNTICO EM PONTA DELGADA ÀS 21:40.
Com o fim da Guerra Fria muitos autores deixaram de ter matéria para escrever romances de pura espionagem. John Le Carré, um dos mais brilhantes escritores da actualidade, não foi excepção e em obras mais recentes, como «O Alfaiate do Panamá» e este «The Constant Gardener», acentuou a sua vertente de comentador social e autor de crónicas de costumes.Apesar disso, «O Fiel Jardineiro» é acima de tudo uma história de amor, no sentido lato; o amor por uma mulher, por uma causa e por um continente. A ficção começa por nos apresentar Justin (Ralph Fiennes), um oficial diplomático do governo britânico, e a sua mulher, Tessa (Rachel Weisz) , uma activista militante. Pouco depois do casamento, Justin é destacado para o Quénia e o casal instala-se em Nairobi. Uns meses mais tarde, Tessa e o seu amigo Arnold (Hubert Kounde), um médico africano, são encontrados mortos. A acção do filme arranca com um crime que aos olhos de Justin prova a infidelidade recente da sua mulher. Atormentado, resolve iniciar uma investigação que o levará a repetir os passos de Tessa. Aos poucos, vai ficando a conhecer melhor o carácter da mulher e constata que ela estava a investigar a actuação ilegal de várias empresas farmacêuticas que, com a conivência das autoridades inglesas, usavam os quenianos como cobaias para testar uma nova vacina contra a tuberculose. Ao longo desta jornada, Justin vai descobrindo um continente que desconhecia por completo, arrastando o espectador nesta sua descoberta.John Le Carré dotou esta história de uma estrutura circular, onde os dados vão sendo revelados de forma parcelar. Fernando Meirelles respeitou esta opção e apresenta-nos um filme com um estilo narrativo fragmentado e não linear que, através de elipses e flashbacks, vai reconstituindo o percurso de Tessa, sem nunca perder de vista o drama íntimo deste casal. «The Constant Gardener» congrega vários géneros, misturando o drama afectivo com o thriller, e abordando as questões sociais e políticas da época.Fernando Meirelles recorre mais uma vez a uma fotografia saturada, ao uso da câmara ao ombro e a uma abordagem quase documental dos espaços, criando assim uma visão crua e orgânica desta realidade. Tal como acontecia em «Cidade de Deus» adopta uma visão estética «suja» que casa bem com o tema da desumanidade e da corrupção que o filme explora.Quanto aos actores há a registar uma confirmação e uma revelação. Ralph Fiennes, indiscutivelmente o melhor actor britânico da sua geração, repete aqui um registo semelhante ao de «O Paciente Inglês», encarnando de forma genial a figura de um homem recatado, aparentemente indiferente aos problemas que o rodeiam, que gosta de cuidar de plantas. Há quem considere que este é o seu maior papel (ele que tem tantos) e muitos afirmam que isso lhe valerá uma nomeação ao Oscar. Se tal acontecer, este pode ser o ano em que o actor recebe a estatueta dourada que já vem merecendo há algum tempo. Rachel Weisz, actriz que até aqui apenas tinha tido desempenhos pouco mais do que medianos em filmes vincadamente comerciais, revela-se uma actriz dramática com A maiúsculo, não tendo escapado a uma 'rajada' de elogios da imprensa internacional.Todos estes argumentos deram origem à opinião generalizada de que estamos diante de um dos filmes obrigatórios de 2005.
LNK apresenta, um filme de Fernando Meirelles com Ralph Fiennes, Rachel Weisz, Danny Huston, Pete Postlethwaite, Hubert Koundé....
in http://www.estreia.online.pt
Com o fim da Guerra Fria muitos autores deixaram de ter matéria para escrever romances de pura espionagem. John Le Carré, um dos mais brilhantes escritores da actualidade, não foi excepção e em obras mais recentes, como «O Alfaiate do Panamá» e este «The Constant Gardener», acentuou a sua vertente de comentador social e autor de crónicas de costumes.Apesar disso, «O Fiel Jardineiro» é acima de tudo uma história de amor, no sentido lato; o amor por uma mulher, por uma causa e por um continente. A ficção começa por nos apresentar Justin (Ralph Fiennes), um oficial diplomático do governo britânico, e a sua mulher, Tessa (Rachel Weisz) , uma activista militante. Pouco depois do casamento, Justin é destacado para o Quénia e o casal instala-se em Nairobi. Uns meses mais tarde, Tessa e o seu amigo Arnold (Hubert Kounde), um médico africano, são encontrados mortos. A acção do filme arranca com um crime que aos olhos de Justin prova a infidelidade recente da sua mulher. Atormentado, resolve iniciar uma investigação que o levará a repetir os passos de Tessa. Aos poucos, vai ficando a conhecer melhor o carácter da mulher e constata que ela estava a investigar a actuação ilegal de várias empresas farmacêuticas que, com a conivência das autoridades inglesas, usavam os quenianos como cobaias para testar uma nova vacina contra a tuberculose. Ao longo desta jornada, Justin vai descobrindo um continente que desconhecia por completo, arrastando o espectador nesta sua descoberta.John Le Carré dotou esta história de uma estrutura circular, onde os dados vão sendo revelados de forma parcelar. Fernando Meirelles respeitou esta opção e apresenta-nos um filme com um estilo narrativo fragmentado e não linear que, através de elipses e flashbacks, vai reconstituindo o percurso de Tessa, sem nunca perder de vista o drama íntimo deste casal. «The Constant Gardener» congrega vários géneros, misturando o drama afectivo com o thriller, e abordando as questões sociais e políticas da época.Fernando Meirelles recorre mais uma vez a uma fotografia saturada, ao uso da câmara ao ombro e a uma abordagem quase documental dos espaços, criando assim uma visão crua e orgânica desta realidade. Tal como acontecia em «Cidade de Deus» adopta uma visão estética «suja» que casa bem com o tema da desumanidade e da corrupção que o filme explora.Quanto aos actores há a registar uma confirmação e uma revelação. Ralph Fiennes, indiscutivelmente o melhor actor britânico da sua geração, repete aqui um registo semelhante ao de «O Paciente Inglês», encarnando de forma genial a figura de um homem recatado, aparentemente indiferente aos problemas que o rodeiam, que gosta de cuidar de plantas. Há quem considere que este é o seu maior papel (ele que tem tantos) e muitos afirmam que isso lhe valerá uma nomeação ao Oscar. Se tal acontecer, este pode ser o ano em que o actor recebe a estatueta dourada que já vem merecendo há algum tempo. Rachel Weisz, actriz que até aqui apenas tinha tido desempenhos pouco mais do que medianos em filmes vincadamente comerciais, revela-se uma actriz dramática com A maiúsculo, não tendo escapado a uma 'rajada' de elogios da imprensa internacional.Todos estes argumentos deram origem à opinião generalizada de que estamos diante de um dos filmes obrigatórios de 2005.
LNK apresenta, um filme de Fernando Meirelles com Ralph Fiennes, Rachel Weisz, Danny Huston, Pete Postlethwaite, Hubert Koundé....
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quarta-feira, janeiro 25, 2006
Fun With Dick and Jane
FUI VER ESTE FILME COM A MINHA NAMORADA, A SUA PRIMA PAULA E O SEU MARIDO NUNO NO PASSADO DIA 2006.01.23 NA SALA 1 ÀS 21:30 NA CASTELLO LOPES CINEMAS EM PONTA DELGADA
Dick (Jim Carrey) e Jane (Téa Leoni) são um casal feliz que vive o sonho americano, mas a sua vida perfeita sofre um golpe que se adivinha fatal. Depois de muitos anos de trabalho árduo na Globodyne, Dick é promovido e ascende à vice-presidência. Rapidamente comunica à mulher, Jane (Téa Leoni), que abandone o seu emprego, e juntos embarcam numa vida idílica. Isto até ele perceber, em directo pela televisão, o escândalo financeiro em que o seu patrão (Alec Baldwin) deixou a empresa. Com o encerramento da companhia, o sonho americano transforma-se num pesadelo...Sem um tostão no bolso e no banco, Dick e a sua adorável esposa, Jane (Téa Leoni), assistem horrorizados ao rápido desaparecimento da sua casa luxuosa, dos seus sumptuosos carros e dos seus amigos, preocupados apenas com o estatuto social.Afogado num mar de dívidas e com pouca vontade de prescindir do seu estilo de vida, o casal começa por mendigar e pedir emprestado, até que Dick tem uma ideia. Farto de jogar segundo as regras, resolve socorrer-se das lições que aprendeu com o seu patrão corrupto.Afinal, se roubar é suficientemente bom para o seu chefe, também o será para ele. Dick e Jane tornam-se dois ladrões relutantes, mas nem mesmo os seus golpes saem como previsto...«Fun With Dick and Jane» é a comédia ideal para ver em tempos de crise e mostra-nos como é possível usar o humor nas horas mais difíceis. Realizado por Dean Parisot, este remake do filme homónimo de 1977, que tinha Jane Fonda e George Segal nos papéis principais, diverte q.b. e conta com um dupla de excelentes actores que levam esta comédia a bom porto. Se a ideia é divertir-se, esta pode ser uma boa opção.
http://www.estreia.online.pt
Dick (Jim Carrey) e Jane (Téa Leoni) são um casal feliz que vive o sonho americano, mas a sua vida perfeita sofre um golpe que se adivinha fatal. Depois de muitos anos de trabalho árduo na Globodyne, Dick é promovido e ascende à vice-presidência. Rapidamente comunica à mulher, Jane (Téa Leoni), que abandone o seu emprego, e juntos embarcam numa vida idílica. Isto até ele perceber, em directo pela televisão, o escândalo financeiro em que o seu patrão (Alec Baldwin) deixou a empresa. Com o encerramento da companhia, o sonho americano transforma-se num pesadelo...Sem um tostão no bolso e no banco, Dick e a sua adorável esposa, Jane (Téa Leoni), assistem horrorizados ao rápido desaparecimento da sua casa luxuosa, dos seus sumptuosos carros e dos seus amigos, preocupados apenas com o estatuto social.Afogado num mar de dívidas e com pouca vontade de prescindir do seu estilo de vida, o casal começa por mendigar e pedir emprestado, até que Dick tem uma ideia. Farto de jogar segundo as regras, resolve socorrer-se das lições que aprendeu com o seu patrão corrupto.Afinal, se roubar é suficientemente bom para o seu chefe, também o será para ele. Dick e Jane tornam-se dois ladrões relutantes, mas nem mesmo os seus golpes saem como previsto...«Fun With Dick and Jane» é a comédia ideal para ver em tempos de crise e mostra-nos como é possível usar o humor nas horas mais difíceis. Realizado por Dean Parisot, este remake do filme homónimo de 1977, que tinha Jane Fonda e George Segal nos papéis principais, diverte q.b. e conta com um dupla de excelentes actores que levam esta comédia a bom porto. Se a ideia é divertir-se, esta pode ser uma boa opção.
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domingo, janeiro 15, 2006
Um refúgio no passado
FUI VER ESTE FILME NO PASSADO SÁBADO, 14/01 PELAS 21:40 NA SALA 2 DO CINE SOL*MAR, NA SEMPRE AGRADÁVEL COMPANHIA DA MINHA NAMORADA MARINA
Quando o pai morre, Paul Prior, um renomado fotógrafo de guerra, volta da Europa para sua casa, na Nova Zelândia, depois de 17 anos afastado. A sua chegada abala o seu irmão Andrew, um fazendeiro. Os dois, vindos de dois mundos completamente diferentes, mal se reconhecem como irmãos. Na quinta que era do pai, Paul revive lembranças do passado e descobre a adega que o seu par conservava secretamente, onde hoje vive clandestinamente a jovem Celia, que usava o local para escapar da sua realidade de cidade pequena. Paul insiste para que ela saia de lá, mas ele descobre que Celia é filha da sua namorada da juventude, Jackie, e pode ser seu pai...
Realizador: Brad McGann
Actores:» Emily Barclay» Matthew MacFadyen» Miranda Otto
Ano: 2004
Idade: M/16
Duração: 128 minutos
Género: Mistério / Thriller / Drama
Distribuidora: Lusomundo
País de Origem: Nova Zelândia / RU
in http://www.viaoceanica.com/entretenimento
Quando o pai morre, Paul Prior, um renomado fotógrafo de guerra, volta da Europa para sua casa, na Nova Zelândia, depois de 17 anos afastado. A sua chegada abala o seu irmão Andrew, um fazendeiro. Os dois, vindos de dois mundos completamente diferentes, mal se reconhecem como irmãos. Na quinta que era do pai, Paul revive lembranças do passado e descobre a adega que o seu par conservava secretamente, onde hoje vive clandestinamente a jovem Celia, que usava o local para escapar da sua realidade de cidade pequena. Paul insiste para que ela saia de lá, mas ele descobre que Celia é filha da sua namorada da juventude, Jackie, e pode ser seu pai...
Realizador: Brad McGann
Actores:» Emily Barclay» Matthew MacFadyen» Miranda Otto
Ano: 2004
Idade: M/16
Duração: 128 minutos
Género: Mistério / Thriller / Drama
Distribuidora: Lusomundo
País de Origem: Nova Zelândia / RU
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quarta-feira, janeiro 11, 2006
O Crime do Padre Amaro
FUI VER ESTE FILME PORTUGUÊS NA PASSADA 2ª FEIRA, 9/1 PELAS 21:20 NA SALA 1 DO PARQUE ATLÂNTICO EM PONTA DELGADA NA EXCELENTE COMPANHIA DA MINHA NAMORADA MARINA E DOS SEUS PAIS.
Acabado de sair do seminário, Amaro chega a Lisboa para substituir um padre numa paróquia de um bairro social. Apadrinhado pelo seu antigo professor, Cónego Dias, um homem conservador que dirige uma rica paróquia vizinha, arranja dormida na casa da devota Joaneira.Mas o jovem padre vai encontrar um bairro com uma vivência muito complicada, onde miúdos sem futuro matam o tempo a ouvir hip-hop, se organizam em gangs e quebram todas as leis. Mas os verdadeiros problemas do pároco começam quando conhece a filha da Joaneira, Amélia. Ela é bonita, sensual e dorme no quarto ao lado...A química entre os dois é imediata, mas várias dificuldades entravam o romance: a condição de padre; o namorado de Amélia; e sobretudo as dúvidas da rapariga provocadas por um trauma misterioso. Amável e trabalhador, Amaro conquista a confiança das gentes do bairro e rapidamente se adapta. A paixão por Amélia acaba por falar mais alto e os dois tornam-se amantes. É nessa altura que esta história de amor e desejo revela o seu lado mais obscuro: o padre é afinal um ser desprezível que usa e abusa de uma mulher lindíssima e não um homem apaixonado. Nas suas mãos, Amélia não passa de um objecto. Cega de paixão, ela ainda acredita num futuro radioso em que os dois viverão juntos e felizes, sem se aperceber que se apaixonou pelo homem errado. O destino trágico de Amélia não demorará a consumar-se...A adaptação portuguesa da obra polémica de Eça de Queiróz, estreia nas salas, antes de ser exibida pela SIC, em formato de mini-série em quatro episódios de 180 minutos. «O crime do padre Amaro» é uma co-produção SIC/Utopia que transpõe a história para a actualidade e promete, segundo fontes oficiais, «agitar a sociedade portuguesa». Talvez seja melhor lembrar-lhes que estamos no século XXI e que no canal ao lado se exibem programas tão edificantes como o «Fiel ou Infiel». Depois disto, será que alguém se choca?Certo é que o filme, realizado por Carlos Coelho da Silva, inclui cenas de sexo arrojadas e transmite uma imagem muito pouco católica dos representantes da igreja. Todos são todos pecadores, ou porque não respeitam os votos de castidade, ou porque bebem, são corruptos ou pedófilos.Nesta adaptação, Soraia Chaves é a bela Amélia, Jorge Corrula o padre Amaro, Nicolau Breyner o Cónego Dias (a personagem mais sinistra do filme), Nuno Melo é o marido traído e Glória Férias a Joaneira, mãe de Amélia. Outras caras conhecidas da SIC, como Cláudia Semedo, Ana Marques, Rui Unas, ou Rita Andrade, participam nesta ficção assumidamente comercial.
in http://www.estreia.online.pt
Acabado de sair do seminário, Amaro chega a Lisboa para substituir um padre numa paróquia de um bairro social. Apadrinhado pelo seu antigo professor, Cónego Dias, um homem conservador que dirige uma rica paróquia vizinha, arranja dormida na casa da devota Joaneira.Mas o jovem padre vai encontrar um bairro com uma vivência muito complicada, onde miúdos sem futuro matam o tempo a ouvir hip-hop, se organizam em gangs e quebram todas as leis. Mas os verdadeiros problemas do pároco começam quando conhece a filha da Joaneira, Amélia. Ela é bonita, sensual e dorme no quarto ao lado...A química entre os dois é imediata, mas várias dificuldades entravam o romance: a condição de padre; o namorado de Amélia; e sobretudo as dúvidas da rapariga provocadas por um trauma misterioso. Amável e trabalhador, Amaro conquista a confiança das gentes do bairro e rapidamente se adapta. A paixão por Amélia acaba por falar mais alto e os dois tornam-se amantes. É nessa altura que esta história de amor e desejo revela o seu lado mais obscuro: o padre é afinal um ser desprezível que usa e abusa de uma mulher lindíssima e não um homem apaixonado. Nas suas mãos, Amélia não passa de um objecto. Cega de paixão, ela ainda acredita num futuro radioso em que os dois viverão juntos e felizes, sem se aperceber que se apaixonou pelo homem errado. O destino trágico de Amélia não demorará a consumar-se...A adaptação portuguesa da obra polémica de Eça de Queiróz, estreia nas salas, antes de ser exibida pela SIC, em formato de mini-série em quatro episódios de 180 minutos. «O crime do padre Amaro» é uma co-produção SIC/Utopia que transpõe a história para a actualidade e promete, segundo fontes oficiais, «agitar a sociedade portuguesa». Talvez seja melhor lembrar-lhes que estamos no século XXI e que no canal ao lado se exibem programas tão edificantes como o «Fiel ou Infiel». Depois disto, será que alguém se choca?Certo é que o filme, realizado por Carlos Coelho da Silva, inclui cenas de sexo arrojadas e transmite uma imagem muito pouco católica dos representantes da igreja. Todos são todos pecadores, ou porque não respeitam os votos de castidade, ou porque bebem, são corruptos ou pedófilos.Nesta adaptação, Soraia Chaves é a bela Amélia, Jorge Corrula o padre Amaro, Nicolau Breyner o Cónego Dias (a personagem mais sinistra do filme), Nuno Melo é o marido traído e Glória Férias a Joaneira, mãe de Amélia. Outras caras conhecidas da SIC, como Cláudia Semedo, Ana Marques, Rui Unas, ou Rita Andrade, participam nesta ficção assumidamente comercial.
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domingo, dezembro 11, 2005
De Battre mon Coeur s'est Arrêté
FUI VER ESTE FILME FRANCÓFONO NO PASSADO DIA 2005.12.10 PELAS 22H NA SALA 1 DO CINE SOL*MAR EM PONTA DELGADA NA EXCELENTE COMPANHIA DA MINHA MARINA E DA SUA AMIGA ELISABETE.
«De Battre mon Coeur s'est Arrêté» é o remake que Jacques Audiard fez de um filme relativamente desconhecido («Fingers») que James Toback realizou em 1978, com Harvey Keitel como protagonista. Agora, o francês Romain Duris («A Residência Espanhola) dá vida a esta história, onde a Máfia foi substituída pelo mercado imobiliário.O actor é Tom, um homem de 28 anos que está destinado a seguir os passos do pai no mundo podre dos negócios imobiliários, onde quase tudo é permitido (espancamentos incluído). Um encontro inesperado leva-o a acreditar que pode tornar-se pianista, como a sua falecida mãe, e abandonar esse mundo corrupto. Para isso, prepara-se para uma audição com uma virtuosa pianista chinesa que não fala uma palavra de francês. A música torna-se a única forma de comunicação entre os dois. Mas as pressões do seu mundo de trabalho são cada vez maiores e cada vez mais difíceis de suportar...Este novo filme do realizador de «Sur mes lèvres» depende inteiramente desta personagem central, sendo o ritmo marcado pelas escolhas que Tom tem de fazer. Romain Duris revela mais uma vez o seu virtuosismo num filme que escapa a todos os lugares-comuns e a um esquema narrativo linear, como afinal acontece na vida de todos os dias.
in http://www.estreia.online.pt
«De Battre mon Coeur s'est Arrêté» é o remake que Jacques Audiard fez de um filme relativamente desconhecido («Fingers») que James Toback realizou em 1978, com Harvey Keitel como protagonista. Agora, o francês Romain Duris («A Residência Espanhola) dá vida a esta história, onde a Máfia foi substituída pelo mercado imobiliário.O actor é Tom, um homem de 28 anos que está destinado a seguir os passos do pai no mundo podre dos negócios imobiliários, onde quase tudo é permitido (espancamentos incluído). Um encontro inesperado leva-o a acreditar que pode tornar-se pianista, como a sua falecida mãe, e abandonar esse mundo corrupto. Para isso, prepara-se para uma audição com uma virtuosa pianista chinesa que não fala uma palavra de francês. A música torna-se a única forma de comunicação entre os dois. Mas as pressões do seu mundo de trabalho são cada vez maiores e cada vez mais difíceis de suportar...Este novo filme do realizador de «Sur mes lèvres» depende inteiramente desta personagem central, sendo o ritmo marcado pelas escolhas que Tom tem de fazer. Romain Duris revela mais uma vez o seu virtuosismo num filme que escapa a todos os lugares-comuns e a um esquema narrativo linear, como afinal acontece na vida de todos os dias.
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terça-feira, dezembro 06, 2005
Flightplan - Pânico a Bordo
FUI VER ESTE TRILLER PSICOLÓGICO NO PASSADO DIA 2005.12.05 NA SALA 4 DA CASTELLO LOPES CINEMAS EM PONTA DELGADA PELAS 21:20 NA EXCELENTE COMPANHIA DO MEU AMOR, MARINA, E DAS SUAS AMIGAS CARLA E ANI
Kyle Pratt (Jodie Foster) viaja a bordo de um moderno E-474 com a sua filha, de Berlim para Nova Iorque. Abatida com a recente morte, e possível suícidio, do marido (que viaja num caixão no porão do aparelho), ela adormece. Quando acorda, a 40.000 pés de altitude, enfrenta o pior pesadelo de qualquer mãe: a sua filha, Julia, de seis anos desapareceu sem deixar rasto a meio do voo.Emocionalmente devastada, Kyle tenta provar que não enlouqueceu quando é confrontada com a descrença da tripulação e dos restantes passageiros. Ao mesmo tempo enfrenta a possibilidade (cada vez mais) real de perder a sua lucidez. O comandante de bordo, Rich (Sean Bean) e a restante equipa começam por dar-lhe o benefício da dúvida mas todos os sinais indicam que a sua filha nunca entrou a bordo. Quando a informam que a filha já faleceu, Kyle percebe que está completamente sozinha e que só pode confiar na sua astúcia para resolver o mistério e salvar Julia...«Flightplan» é baseado num guião escrito por Peter A. Dowling e Billy Ray, antes dos atentados de 11 de Setembro (ainda que muitos procurem aqui alusões à tragédia). O argumento original retratava um ataque terrorista e tinha como protagonista um homem, mas com os atentados quase todos os filmes que envolviam terroristas foram adiados e este não foi excepção. Finalmente acabou por receber «luz verde» depois de ter sido amplamente retocado. Jodie Foster regressa como protagonista, numa personagem muito semelhante à que desempenhava em «Sala de Pânico», de David Fincher, e à que Julianne Moore vivia em «The Forgotten». Mais uma vez ela é uma mulher sozinha com uma filha a cargo e uma «carga» de trabalhos para descobrir a verdade. O seu desempenho é obviamente irrepreensível, dentro do género excessivamente sofrido e dramático. Piscando o olho ao mestre do suspense (leia-se Alfred Hitchcock), e mais precisamente a «The Lady Vanishes», Robert Schwentke (autor do premiado «Tatoo») realiza um filme que consegue cumprir aquilo que promete, oferecendo-nos uma hora e meio de mistério, expectativa e adrenalina. Ainda assim para os amantes do género, «Red Eye» é infinitamente melhor.
in http://www.estreia.online.pt
Kyle Pratt (Jodie Foster) viaja a bordo de um moderno E-474 com a sua filha, de Berlim para Nova Iorque. Abatida com a recente morte, e possível suícidio, do marido (que viaja num caixão no porão do aparelho), ela adormece. Quando acorda, a 40.000 pés de altitude, enfrenta o pior pesadelo de qualquer mãe: a sua filha, Julia, de seis anos desapareceu sem deixar rasto a meio do voo.Emocionalmente devastada, Kyle tenta provar que não enlouqueceu quando é confrontada com a descrença da tripulação e dos restantes passageiros. Ao mesmo tempo enfrenta a possibilidade (cada vez mais) real de perder a sua lucidez. O comandante de bordo, Rich (Sean Bean) e a restante equipa começam por dar-lhe o benefício da dúvida mas todos os sinais indicam que a sua filha nunca entrou a bordo. Quando a informam que a filha já faleceu, Kyle percebe que está completamente sozinha e que só pode confiar na sua astúcia para resolver o mistério e salvar Julia...«Flightplan» é baseado num guião escrito por Peter A. Dowling e Billy Ray, antes dos atentados de 11 de Setembro (ainda que muitos procurem aqui alusões à tragédia). O argumento original retratava um ataque terrorista e tinha como protagonista um homem, mas com os atentados quase todos os filmes que envolviam terroristas foram adiados e este não foi excepção. Finalmente acabou por receber «luz verde» depois de ter sido amplamente retocado. Jodie Foster regressa como protagonista, numa personagem muito semelhante à que desempenhava em «Sala de Pânico», de David Fincher, e à que Julianne Moore vivia em «The Forgotten». Mais uma vez ela é uma mulher sozinha com uma filha a cargo e uma «carga» de trabalhos para descobrir a verdade. O seu desempenho é obviamente irrepreensível, dentro do género excessivamente sofrido e dramático. Piscando o olho ao mestre do suspense (leia-se Alfred Hitchcock), e mais precisamente a «The Lady Vanishes», Robert Schwentke (autor do premiado «Tatoo») realiza um filme que consegue cumprir aquilo que promete, oferecendo-nos uma hora e meio de mistério, expectativa e adrenalina. Ainda assim para os amantes do género, «Red Eye» é infinitamente melhor.
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terça-feira, novembro 29, 2005
Harry Potter e o Cálice de Fogo
FUI VER ESTE FILME NO PASSADO DIA 2005.11.28 PELAS 21:50 NA SALA 1 DA CASTELLO LOPES CINEMAS NO PARQUE ATLÂNTICO EM PONTA DELGADA NA COMPANHIA DA MINHA MAIS-QUE-TUDO, MARINA, E DOS MEUS SEMPRE AMIGOS E IRMÃOS PAULINHO E GRAÇA VIVEIROS
Ao quarto filme Harry Potter já não é o feiticeiro atrapalhado das primeiras histórias. Está mais crescido, é já um adolescente pronto para enfrentar as adversidades que lhe vão surgir pela frente. «The Goblet of Fire» é um teste à maturidade do feiticeiro que conquistou o mundo.O filme decorre na altura em que se prepara o prestigiado torneio dos Três Feiticeiros, para o qual Harry Potter é seleccionado, sem se ter candidatado, apesar da sua pouca idade e experiência. Esta emocionante competição internacional vai colocar o jovem feiticeiro em competição directa com outros estudantes mais velhos e mais experientes de Hogwarts e de duas escolas de feitiçaria rivais situadas na Europa. Entretanto, apoiantes de Lord Voldermort, o inimigo de Potter, lançam uma onda de medo e pânico através da comunidade de feiticeiros quando a sua Marca Negra queima os céus no decurso do Campeonato do Mundo de Quidditch. Esta é a sua forma de assinalar o retorno de Voldemort ao poder. Mas estas não são as únicas notícias a causarem ansiedade a Harry. Outro dos desafios que ele enfrenta é o de encontrar um par para o Baile Yule de Hogwarts. Como qualquer adolescente, os seus dons não são suficientemente poderosos para o livrar do nervosismo na hora do convite....Ao contrário do elenco de actores que participam nesta saga, que se tem mantido estável, os realizadores têm-se sucedido, o que inevitavelmente resulta em filmes muito diferentes do ponto de vista estilístico. Desta vez cabe a Mike Newell («Quatro Casamentos e um Funeral») superar o o universo sombrio criado pelo mexicano Alfonso Cuarón em «The Prisioner of Azkaban». Neste quarto filme, o que mais se destaca é a evidente maturidade do trio de jovens actores. Daniel Radcliffe já não parece um miúdo mas promete não desiludir os fãs que conquistou e fizeram dele o adolescente mais rico de Inglaterra. Emma Watson transformou-se numa bonita rapariga e há já quem aposte nela como uma das grandes promessas do cinema britânico. Os elogios estendem-se a Rupert Grint, o menos mediático do grupo, mas que encarna uma das personagens mais originais da história.Ao trio de jovens juntam-se os habituais Maggie Smith, Michael Gambon, Alan Rickman, Gary Oldman, David Thewlis, destacando-se desta vez a presença de Miranda Richardson, que será a impertinente jornalista Rita Skeeter e o consagrado Ralph Fiennes, como o inquietante Lord Voldemort. A cena mais aguardada é a do seu aparecimento como o grande rival do jovem feiticeiro. Ao contrário dos filmes anteriores, este «Harry Potter and the Goblet of Fire» tem menos cenas de Hogwarts, mais aventura e suspense, cruzando uma série de géneros cinematográficos (comédia, drama, mistério, terror). Apesar de ter duas horas e meia de duração, não cansa o espectador, mas não consegue abarcar todas as aventuras narradas no livro, o que poderá desiludir alguns fãs.Independentemente do resultado, este será certamente um dos filmes mais visto do ano em Portugal, ou não tivesse o jovem feiticeiro uma legião gigantesca de admiradores de todas as idades.
in http://www.estreia.online.pt
Ao quarto filme Harry Potter já não é o feiticeiro atrapalhado das primeiras histórias. Está mais crescido, é já um adolescente pronto para enfrentar as adversidades que lhe vão surgir pela frente. «The Goblet of Fire» é um teste à maturidade do feiticeiro que conquistou o mundo.O filme decorre na altura em que se prepara o prestigiado torneio dos Três Feiticeiros, para o qual Harry Potter é seleccionado, sem se ter candidatado, apesar da sua pouca idade e experiência. Esta emocionante competição internacional vai colocar o jovem feiticeiro em competição directa com outros estudantes mais velhos e mais experientes de Hogwarts e de duas escolas de feitiçaria rivais situadas na Europa. Entretanto, apoiantes de Lord Voldermort, o inimigo de Potter, lançam uma onda de medo e pânico através da comunidade de feiticeiros quando a sua Marca Negra queima os céus no decurso do Campeonato do Mundo de Quidditch. Esta é a sua forma de assinalar o retorno de Voldemort ao poder. Mas estas não são as únicas notícias a causarem ansiedade a Harry. Outro dos desafios que ele enfrenta é o de encontrar um par para o Baile Yule de Hogwarts. Como qualquer adolescente, os seus dons não são suficientemente poderosos para o livrar do nervosismo na hora do convite....Ao contrário do elenco de actores que participam nesta saga, que se tem mantido estável, os realizadores têm-se sucedido, o que inevitavelmente resulta em filmes muito diferentes do ponto de vista estilístico. Desta vez cabe a Mike Newell («Quatro Casamentos e um Funeral») superar o o universo sombrio criado pelo mexicano Alfonso Cuarón em «The Prisioner of Azkaban». Neste quarto filme, o que mais se destaca é a evidente maturidade do trio de jovens actores. Daniel Radcliffe já não parece um miúdo mas promete não desiludir os fãs que conquistou e fizeram dele o adolescente mais rico de Inglaterra. Emma Watson transformou-se numa bonita rapariga e há já quem aposte nela como uma das grandes promessas do cinema britânico. Os elogios estendem-se a Rupert Grint, o menos mediático do grupo, mas que encarna uma das personagens mais originais da história.Ao trio de jovens juntam-se os habituais Maggie Smith, Michael Gambon, Alan Rickman, Gary Oldman, David Thewlis, destacando-se desta vez a presença de Miranda Richardson, que será a impertinente jornalista Rita Skeeter e o consagrado Ralph Fiennes, como o inquietante Lord Voldemort. A cena mais aguardada é a do seu aparecimento como o grande rival do jovem feiticeiro. Ao contrário dos filmes anteriores, este «Harry Potter and the Goblet of Fire» tem menos cenas de Hogwarts, mais aventura e suspense, cruzando uma série de géneros cinematográficos (comédia, drama, mistério, terror). Apesar de ter duas horas e meia de duração, não cansa o espectador, mas não consegue abarcar todas as aventuras narradas no livro, o que poderá desiludir alguns fãs.Independentemente do resultado, este será certamente um dos filmes mais visto do ano em Portugal, ou não tivesse o jovem feiticeiro uma legião gigantesca de admiradores de todas as idades.
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terça-feira, novembro 15, 2005
A Lenda de Zorro
FUI VER ESTE FILME DO PASSADO DIA 2005.11.14 ÀS 21:30 NA SALA1 DO CASTELLO LOPES CINEMAS NO PARQUE ATLÂNTICO NA BONITA CIDADE DE PONTA DELGADA, NA SEMPRE AGRADÁVEL COMPANHIA DA MINHA MARINA
Esta sequela de A Máscara do Zorro (1998) passa-se em 1850. Depois de no primeiro filme ter recebido o bastão do velho Zorro, Don Diego de La Veja (Anthony Hopkins), o novo herói mascarado terá pela frente um longo caminho repleto de acção. Alejandro (Antonio Banderas) está ao lado da belíssima e corajosa mulher Elena Murrieta (Catherine Zeta-Jones), com quem tem um filho, Joaquin (Adrian Alonso), de 10 anos. Mas o rapaz não sabe que o pai é, na verdade, o justiceiro mascarado. O herói está retirado, mas quando gananciosos vilões ameaçam a criação do Estado da Califórnia, está na hora de voltar ao activo.
Ficha Técnica
Título Original: The Legend of Zorro
Género: Acção/ Aventura (M/12)
Realização: Martin Campbell
Interpretação: António Banderas; Catherine Zeta-Jones; Rufus Sewell
Duração: 2h10m
Ano: 2005
in http://www.braga.com.pt
Esta sequela de A Máscara do Zorro (1998) passa-se em 1850. Depois de no primeiro filme ter recebido o bastão do velho Zorro, Don Diego de La Veja (Anthony Hopkins), o novo herói mascarado terá pela frente um longo caminho repleto de acção. Alejandro (Antonio Banderas) está ao lado da belíssima e corajosa mulher Elena Murrieta (Catherine Zeta-Jones), com quem tem um filho, Joaquin (Adrian Alonso), de 10 anos. Mas o rapaz não sabe que o pai é, na verdade, o justiceiro mascarado. O herói está retirado, mas quando gananciosos vilões ameaçam a criação do Estado da Califórnia, está na hora de voltar ao activo.
Ficha Técnica
Título Original: The Legend of Zorro
Género: Acção/ Aventura (M/12)
Realização: Martin Campbell
Interpretação: António Banderas; Catherine Zeta-Jones; Rufus Sewell
Duração: 2h10m
Ano: 2005
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segunda-feira, outubro 24, 2005
SERENITY
FUI VER ESTE FILME NA SALA1 DO PARQUE ATLÂNTICO NA SESSÃO DAS 21:20 NA COMPANHIA AGRADÁVEL DA MINHA MARINA
«Serenity» explora o universo de uma extinta série televisiva da Fox chamada «Firefly». A série estreou a 20 de Setembro de 2002 nos EUA, mas foi cancelada ao 11º episódio devido aos fracos resultados obtidos. Curiosamente, foi só depois de lançada em DVD (com alguns novos episódios adicionados) que a obra vingou. Perante o fenómeno de culto, a Universal decidiu investir 40 milhões de dólares na película que se revelou um sucesso e vai certamente conhecer novos capítulos em breve.«Serenity» é o nome da nave tripulada por um grupo de pessoas que se dedicam a pequenos roubos. A liderá-la está Malcolm Reynolds, um ex-combatente das forças independentes que lutaram e perderam contra um governo totalista que pretendia comandar o universo – a «Aliança». Neste grupo está também River, uma jovem prodígio que foi vítima de algumas experiências por parte da «Aliança». Após uma fuga arquitectada pelo seu irmão (Simon), os dois juntam-se ao grupo, sendo intensamente perseguidos pela Aliança, que não olha a meios para a capturar. Mas porque razão querem capturar esta jovem? Que terá ela de tão valioso que eles desejem?O melhor é não revelar todas as surpresas.A avaliar pela forma como o filme tem sido recebido, «Serenity» parece ser uma saga que veio para durar. O filme marca uma brilhante estreia na realização de Joss Whedon. Ambientada no espaço, esta película é mais «humana» do que o habitual, sem exagerar nos avanços tecnológicos e na participação de aliens horripilantes e demais monstros do «outro mundo». Apesar de não ser um filme talhado para todos os públicos, este western de ficção científica vai certamente agradar aos fãs de «Firefly» e aos apreciadores do género.
in http://www.estreia.online.pt
Miguel
«Serenity» explora o universo de uma extinta série televisiva da Fox chamada «Firefly». A série estreou a 20 de Setembro de 2002 nos EUA, mas foi cancelada ao 11º episódio devido aos fracos resultados obtidos. Curiosamente, foi só depois de lançada em DVD (com alguns novos episódios adicionados) que a obra vingou. Perante o fenómeno de culto, a Universal decidiu investir 40 milhões de dólares na película que se revelou um sucesso e vai certamente conhecer novos capítulos em breve.«Serenity» é o nome da nave tripulada por um grupo de pessoas que se dedicam a pequenos roubos. A liderá-la está Malcolm Reynolds, um ex-combatente das forças independentes que lutaram e perderam contra um governo totalista que pretendia comandar o universo – a «Aliança». Neste grupo está também River, uma jovem prodígio que foi vítima de algumas experiências por parte da «Aliança». Após uma fuga arquitectada pelo seu irmão (Simon), os dois juntam-se ao grupo, sendo intensamente perseguidos pela Aliança, que não olha a meios para a capturar. Mas porque razão querem capturar esta jovem? Que terá ela de tão valioso que eles desejem?O melhor é não revelar todas as surpresas.A avaliar pela forma como o filme tem sido recebido, «Serenity» parece ser uma saga que veio para durar. O filme marca uma brilhante estreia na realização de Joss Whedon. Ambientada no espaço, esta película é mais «humana» do que o habitual, sem exagerar nos avanços tecnológicos e na participação de aliens horripilantes e demais monstros do «outro mundo». Apesar de não ser um filme talhado para todos os públicos, este western de ficção científica vai certamente agradar aos fãs de «Firefly» e aos apreciadores do género.
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Miguel
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