FUI VER ESTE FILME NO PASSADO DIA 2006.09.20 PELAS 18:30 NA SALA 8 LUSOMUNDO VASCO DA GAMA, LISBOA
"Voo 93", de Paul Greengrass, realizador de filmes como “Bourne Supremecy” ou “Bloody Sunday” é uma reconstrução dos eventos do dia 11 de Setembro de 2001, com especial enfoque para o voo número 93, da United Airlines.Contrariando os planos terroristas, este avião não foi desviado. Por acção de passageiros e tripulantes, o avião não seguiu para Washington, acabando por se despenhar junto a Shanksville, na Pensilvânia.A capacidade do realizador para contar uma história tão sensível, e predisposta a ferir susceptibilidades, não desilude. Aliás, já o tinha feito em "Bloody Sunday".Ainda assim, durante a apresentação do filme, ouviram-se algumas vozes gritando "demasiado cedo”.Mais uma vez, assistimos a tudo. Ainda incrédulos, hoje como naquele dia, vemos as primeiras colisões contra as Torres Gémeas, as dúvidas dos serviços militares e civis sobre o que está a acontecer, a falta de meios, e as complicações em tirar do ar todos os aviões. A diferença é que naquele dia ninguém dizia Bin Laden, nem Al Quaeda. A 11 de Setembro tentava-se juntar as peças do puzzle, ainda não havia Bin Laden, nem Al Quaeda, e não se sabia quem estava a atacar os EUA, naquele que foi o primeiro ataque organizado sobre território americano desde Pearl Harbour.Parece faltar qualquer coisa a este filme. Situando-se obrigatoriamente numa posição difícil, em que facilmente se cairia no melodrama, contando a história através das emoções, Paul Greengrass optou, no entanto, por mostrar sobre as pessoas que seguiam a bordo, apenas o que cada passageiro poderia saber sobre elas, no contexto dos momentos que se seguiram.Mesmo relativamente aos terroristas, não há uma análise profunda dos motivos ou de questões polémicas, como a religião ou a motivação pessoal.Greengrass criou assim uma obra onde realça os acontecimentos, como um relato, de forma bastante descritiva, o que pode deixar alguma lacuna quanto ao que o filme desperta em nós. É que hoje, quase 5 anos após o atentado, sabemos muito mais do que naquele dia, e mais do que o filme mostra.
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segunda-feira, outubro 02, 2006
segunda-feira, agosto 21, 2006
Miami Vice
FUI VER ESTE FILME NO PASSADO DIA 2006.08.11 PELAS 21:45 NA SALA 2 NOS CINEMAS MEDEIA (SHOPPING "CIDADE DO PORTO") NA COMPANHIA DO MEU GRANDE AMIGO RUI PINTO
Sonny Crockett (Colin Farrell) e Ricardo Tubbs (Jamie Foxx) são os inesquecíveis agentes policiais de Miami Vice. No filme, como na série, aceitam uma missão como infiltrados. Só que, desta vez, a intensidade do caso vai trazar-lhes probelmas de identidade. O seu disfarce começa a apoderar-se deles de tal forma que se torna cada vez mais complicado distingir onde começa o agente infiltrado e acaba a personagem.Este problema torna-se especialmente notório para Crockett, reflectindo-se no romance que vive com Isabella, mulher de um traficante de armas e droga. Já para Tubbs, a confusão passa a ser evidente quando a missão começa a colocar em risco as pessoas que ama.No seio de uma organização criminosa internacional liderada por Gong Li ('Adeus Minha Concubina'), os agentes descobrem que a cocaína é apenas uma pequena parte de uma rede que pode envolver software pirateado e lavagem de dinheiro, entre outros crimes. O enredo podia ser de qualquer episódio da série que marcou os anos oitenta, mas trata-se do argumento do filme.São mais as diferenças que as semelhanças, já que cerca de vinte anos separam as duas produções e isso não pode deixar de transparecer para a tela.Com Miami Vice, na década de 80, nasceu uma estética diferente. O visual fluorescente, os carros desportivos, os fatos Versase e Hugo Boss e as luxuosas mansões, deixaram a sua marca nas séries policiais que, a partir daqui não mais foram como dantes. Agora já ultrapassámos esse figurino que era na altura inovador.Michael Mann (Colateral) assina o filme que conta com as interpretações de Jamie Foxx (vencedor de um óscar para melhor actor por 'Ray') e Colin Farrell. Os dois actores substituem as saudosas prestações de Philip Michael Thomas e Don Johnson que protagonizavam a série.Rio de Janeiro, Havana, Barraquilla (Colômbia), Porto Príncipe e Ciudad del Este são alguns dos locais que servem de cenário a esta produção.Para recordar os bons velhos tempos.
in www.estreia.online.pt
Sonny Crockett (Colin Farrell) e Ricardo Tubbs (Jamie Foxx) são os inesquecíveis agentes policiais de Miami Vice. No filme, como na série, aceitam uma missão como infiltrados. Só que, desta vez, a intensidade do caso vai trazar-lhes probelmas de identidade. O seu disfarce começa a apoderar-se deles de tal forma que se torna cada vez mais complicado distingir onde começa o agente infiltrado e acaba a personagem.Este problema torna-se especialmente notório para Crockett, reflectindo-se no romance que vive com Isabella, mulher de um traficante de armas e droga. Já para Tubbs, a confusão passa a ser evidente quando a missão começa a colocar em risco as pessoas que ama.No seio de uma organização criminosa internacional liderada por Gong Li ('Adeus Minha Concubina'), os agentes descobrem que a cocaína é apenas uma pequena parte de uma rede que pode envolver software pirateado e lavagem de dinheiro, entre outros crimes. O enredo podia ser de qualquer episódio da série que marcou os anos oitenta, mas trata-se do argumento do filme.São mais as diferenças que as semelhanças, já que cerca de vinte anos separam as duas produções e isso não pode deixar de transparecer para a tela.Com Miami Vice, na década de 80, nasceu uma estética diferente. O visual fluorescente, os carros desportivos, os fatos Versase e Hugo Boss e as luxuosas mansões, deixaram a sua marca nas séries policiais que, a partir daqui não mais foram como dantes. Agora já ultrapassámos esse figurino que era na altura inovador.Michael Mann (Colateral) assina o filme que conta com as interpretações de Jamie Foxx (vencedor de um óscar para melhor actor por 'Ray') e Colin Farrell. Os dois actores substituem as saudosas prestações de Philip Michael Thomas e Don Johnson que protagonizavam a série.Rio de Janeiro, Havana, Barraquilla (Colômbia), Porto Príncipe e Ciudad del Este são alguns dos locais que servem de cenário a esta produção.Para recordar os bons velhos tempos.
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quarta-feira, agosto 09, 2006
Piratas das Caraíbas: O Cofre do Homem Morto
FUI VER ESTE FILME NO PASSADO DIA 2006.08.01 PELAS 21:20 NA SALA5 NO BRAGA PARQUE NA COOMPANHIA DOS MEUS GRANDES AMIGOS RUI PINTO E JOÃO VIEIRA.
Os mais famosos piratas da actualidade estão de volta. "Piratas das Caraíbas: O Cofre do Homem Morto”, é o segundo filme de uma prometida trilogia que conta com o às vezes charmoso, às vezes cómico, sempre carismático Johnny Depp no papel do Capitão Jack Sparrow.Ao seu lado, neste novo projecto da Walt Disney Pictures em parceria com a Jerry Bruckheimer Films conta, mais uma vez, com os desempenhos de Orlando Bloom e Keira Knightley.A nova aventura, com o alto mar como palco principal, recheada de mistérios e muita comédia, foi realizada por Gore Verbinski, segundo um argumento de Ted Elliott & Terry Rossio.O toque sobrenatural volta a estar presente na receita que, desta vez, muda (pouco) de ingredientes. Uma receita bem gorda, aliás, já que esta sequela já conquistou o recorde de bilheteira no primeiro fim de semana de exibição nos Estados Unidos, caminhando a passos largos para se tornar um dos filmes mais rentáveis de sempre.O cocktail compõe-se de humor, acção, mistério e personagens carismáticas, e parece definitivamente agradar ao cada vez maior séquito de fãs da saga.Vamos então ao enredo: O Capitão Jack Sparrow descobre que tem uma dívida de sangue com o lendário Davey Jones, o capitão do navio assombrado Flying Dutchman. Com o tempo a esgotar-se, Jack tem de descobrir uma forma de fugir à sua dívida ou será condenado ao eterno sofrimento. Por causa da dívida, acaba por estragar os planos de casamento de Will Turner (Bloom) e Elizabeth (Knightley) e por arrastá-los em mais uma aventura.Cenários elaborados e abundantes efeitos especiais completam a história que promete não desiludir os apreciadores.
in http://www.estreia.online.pt
Os mais famosos piratas da actualidade estão de volta. "Piratas das Caraíbas: O Cofre do Homem Morto”, é o segundo filme de uma prometida trilogia que conta com o às vezes charmoso, às vezes cómico, sempre carismático Johnny Depp no papel do Capitão Jack Sparrow.Ao seu lado, neste novo projecto da Walt Disney Pictures em parceria com a Jerry Bruckheimer Films conta, mais uma vez, com os desempenhos de Orlando Bloom e Keira Knightley.A nova aventura, com o alto mar como palco principal, recheada de mistérios e muita comédia, foi realizada por Gore Verbinski, segundo um argumento de Ted Elliott & Terry Rossio.O toque sobrenatural volta a estar presente na receita que, desta vez, muda (pouco) de ingredientes. Uma receita bem gorda, aliás, já que esta sequela já conquistou o recorde de bilheteira no primeiro fim de semana de exibição nos Estados Unidos, caminhando a passos largos para se tornar um dos filmes mais rentáveis de sempre.O cocktail compõe-se de humor, acção, mistério e personagens carismáticas, e parece definitivamente agradar ao cada vez maior séquito de fãs da saga.Vamos então ao enredo: O Capitão Jack Sparrow descobre que tem uma dívida de sangue com o lendário Davey Jones, o capitão do navio assombrado Flying Dutchman. Com o tempo a esgotar-se, Jack tem de descobrir uma forma de fugir à sua dívida ou será condenado ao eterno sofrimento. Por causa da dívida, acaba por estragar os planos de casamento de Will Turner (Bloom) e Elizabeth (Knightley) e por arrastá-los em mais uma aventura.Cenários elaborados e abundantes efeitos especiais completam a história que promete não desiludir os apreciadores.
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U.E. que futuro? (VI)
ESCREVI ESTE ARTIGO DE OPINIÃO NO MATUTINO DE PONTA DELGADA DIÁRIO DOS AÇORES, NO PASSADO DIA 2006.07.30
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segunda-feira, julho 24, 2006
U.E. que futuro? (V)
ESCREVI ESTE ARTIGO DE OPINIÃO NO MATUTINO DE PONTA DELGADA DIÁRIO DOS AÇORES, NO PASSADO DIA 2006.07.23
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segunda-feira, julho 17, 2006
Grazie, Italia!
ESCREVI ESTE ARTIGO DE OPINIÃO NO MATUTINO DE PONTA DELGADA DIÁRIO DOS AÇORES, NO PASSADO DIA 2006.07.16
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segunda-feira, julho 10, 2006
U.E. que futuro? (IV)
ESCREVI ESTE ARTIGO DE OPINIÃO NO MATUTINO DE PONTA DELGADA DIÁRIO DOS AÇORES, NO PASSADO DIA 2006.07.09
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segunda-feira, julho 03, 2006
U.E. que futuro? (III)
ESCREVI ESTE ARTIGO DE OPINIÃO NO MATUTINO DE PONTA DELGADA DIÁRIO DOS AÇORES, NO PASSADO DIA 2006.07.02
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terça-feira, junho 27, 2006
U.E. que futuro? (II)
ESCREVI ESTE ARTIGO DE OPINIÃO NO MATUTINO DE PONTA DELGADA DIÁRIO DOS AÇORES, NO PASSADO DIA 2006.06.25
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segunda-feira, junho 19, 2006
U.E. que futuro? (I)
ESCREVI ESTE ARTIGO DE OPINIÃO NO MATUTINO DE PONTA DELGADA DIÁRIO DOS AÇORES, NO PASSADO DIA 2006.06.18
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