domingo, março 18, 2007

Letters from Iwo Jima


FUI VER ESTE FILME NO PASSADO DIA 2007.03.17 PELAS 21:40 NA SALA 1 DO CINE SOLMAR, EM PONTA DELGADA, NA COMPANHIA DA MINHA MARINA

Clint Eastwood considerou a história desta batalha tão relevante que não lhe bastou fazer um filme. Fez dois. O primeiro, que estreou em Portugal a 11 de Janeiro, "As Bandeiras dos Nossos Pais", retrata o lado americano da batalha de Iwo Jima.
"Cartas de Iwo Jima" é o segundo, e mostra o mesmo acontecimento sob o olhar dos soldados japoneses.

A batalha travada na ilha japonesa homónima aconteceu em 1945, em plena Segunda Guerra Mundial. Do lado nipónico, quem foi para a frente de combate sabia de antemão que dificilmente de lá sairia com vida.

No entanto, a memória dos soldados japonenes perpetuou-se através das cartas que foram, durante mais de 40 dias, escrevendo para casa, e que servem agora de base a esta película.
Estas missivas revelam o sacrifício, o esforço, a coragem e a compaixão destes homens que se defenderam heroicamente do exército americano.

Nesta que deveria revelar-se uma rápida derrota das forças japonesas, e cuja visão estratégica de um general transformou num combate engenhoso, morreram quase sete mil soldados americanos, e mais de 20 mil japoneses.

Em primeiro plano estão cinco militares: Saigo (Kazunari Ninomiya), um padeiro que só quer sobreviver para conhecer a sua filha recém-nascida; Baron Nishi (Tsuyoshi Ihara), um campeão olímpico de hipismo conhecido em todo o mundo pela sua arte e pela sua honra; Shimizu (Ryo Kase), um jovem ex-agente da polícia militar, cujo idealismo ainda não foi posto à prova pela guerra; e o Tenente Ito (Shidou Nakamura), um militar rígido, que certamente preferiria o suicídio à rendição. Há ainda o General Tadamichi Kuribayashi (Ken Watanabe), figura central, cujas viagens pela América lhe revelaram a natureza vã da guerra, concedendo-lhe simultaneamente a visão estratégica necessária para enfrentar a vasta armada americana que se aproximava pelo Pacífico.

Com este projecto inovador de dois filmes, Eastwood, já galardoado com dois Oscares da Academia por “Million Dollar Baby” e “Imperdoável”, apresenta neste "Letters from Iwo Jima" a normalmente anónima batalha, abordando, através dela, a guerra no Pacífico.

O realizador referiu, em entrevista ao Nouvelle Observateur, que a ideia do segundo filme lhe surgiu "durante a preparação de 'As Bandeiras dos Nossos Pais'. Estava muito intrigado com a personalidade do general Kuribayashi, o comandante de Iwo Jima, por este sistema de fortificações que concebeu e que não corresponde à mentalidade japonesa", referiu. Outro pormenor fê-lo querer divulgar esta história. "Fiquei siderado ao verificar que os actores japoneses do filme nunca tinham ouvido falar de Iwo Jima. Esta história não é ensinada na escola, o período foi como que apagado da memória", explicou.

Cartas de Iwo Jima” (inteiramente falado em japonês) e “As Bandeiras dos Nossos Pais”, duas histórias diferentes em quase tudo, são o tributo de Eastwood a todos os que perderam a vida nos dois lados do conflito.


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domingo, março 11, 2007

Diamante de Sangue




FUI VER ESTE FILME NO PASSADO DIA 2007.03.10 NA SALA 4 DO CASTELLO LOPES CINEMAS NO PARQUE ATLÂNTICO DE PONTA DELGADA, PELAS 21:30, NA COMPANHIA SEMPRE AGRADÁVEL DA MINHA MARINA

"Blood Diamond" é um thriller de acção sobre o tráfico de diamantes, a miséria que assola a Serra Leoa, e a corrupção que lhes está associada.
O filme passa-se em 1999, em plena guerra civil, centrando-se o argumento de Charles Leavitt ("K-Pax- Um homem do outro mundo") nas motivações, fraquezas, forças e objectivos de três pessoas, apanhadas no centro do conflito.
Danny Archer (DiCaprio) é um mercenário sul-africano, preso por traficar "diamantes de sangue" - pedras preciosas que são usadas para financiar revoltas e terroristas.
Enquanto está encarcerado, fica a saber que Solomon Vandy (Houson), um pescador forçado a abandonar a família para trabalhar na extracção de minério, descobriu e escondeu um valioso diamante.
Com a ajuda de uma jornalista norte-americana, Maddy Bowen (Connelly) os dois homens encontram-se e, juntos, procuram a jóia que pode ser o passaporte para uma vida nova.
Todos eles são movidos por interesses, embora estes sejam bastante diferentes.
Solomon sonha utilizar esse enorme diamante cor-de-rosa como moeda de troca para reaver o seu filho, forçado a integrar um exército de pequenos soldados.
Danny quer ajudá-lo a encontrar a criança para poder ficar com o diamante; Maddy quer reunir o máximo de informações possíveis sobre o tráfico de diamantes para escrever um artigo bombástico.
Apesar de ser um filme repleto de explosões, perseguições e tiroteios, também expõe um número considerável de atrocidades que aconteceram (e continuam a acontecer) no continente negro.
Em "Blood Diamond" podemos assistir ao saque de Freetown, capital da Serra Leoa, pelas tropas rebeldes da RUF (Revolutionary United Frontier), que deixa um rastro de destruição e 5.000 mortos.
A tragédia pessoal de Solomon permite ainda revelar o destino de milhares de crianças que são raptadas, drogadas e forçadas a combater e a matar.
Escusado será dizer que várias empresas da indústria de diamantes se apressaram a certificar que os produtos que vendem não são "diamantes de sangue".
Apesar do tom comercial, "The Blood Diamond" reúne tudo o que é necessário para se tornar um sucesso de bilheteira. Uma dose aceitável de melodrama e sentimentalismo, um trio de actores em boa forma, paisagens naturais deslumbrantes, o contexto histórico, acção, suspense e um final adocicado.

O Contexto histórico:

Em 1996 Ahmad Tejan Kabbah foi eleito o primeiro presidente civil da Serra Leoa, depois de décadas de governos militares. Em Maio do ano seguinte foi deposto por um grupo oposicionista de militares, que logo chamaram as tropas rebeldes da RUF (Revolutionary United Frontier) para os ajudar a governar o país.
Dez meses depois, tropas nigerianas retomaram o poder, reinstaurando a presidência de Kabbah.
Contudo, em Janeiro de 1999, a RUF voltou a atacar a capital, Freetown, sendo contra-atacada pelos nigerianos.
Em Julho desse ano, Kabbah aceitou negociar para ter o líder da RUF, Sankoh, como seu vice-presidente.
A paz durou até Abril de 2000, altura em que o exército da Nigéria saiu do país e a RUF voltou a atacar, usando os elementos da ONU como reféns, o que culminou com a prisão de Sankoh e de outros membros da RUF que faziam parte do governo e aumentou o caos. A situação só começou a melhorar em Maio, quando forças britânicas chegaram ao país para estabelecer a ordem. Em 2002, Kabbah declarou oficialmente o fim da guerra civil.
Para conseguir resistir tanto tempo, a RUF contrabandeava diamantes para pagar armamento e drogas. Nesta época, a vizinha Libéria foi uma das maiores exportadoras de diamantes. Para recrutar novos "soldados", eles invadiam vilas, matavam pais e mães e levavam os filhos, que eram drogados e forçados a dar continuidade a este ciclo de barbárie. Assim, para além de ser responsável pela morte de milhares de civis, o país tem hoje várias gerações de crianças que, até há pouco tempo, faziam parte de um exército sanguinário.

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domingo, março 04, 2007

Babel


FUI VER ESTE FILME, NO PASSADO DIA 2007.03.03 NA SALA1, PELAS 21:40, NA CASTELLO LOPES CINEMAS DO PARQUE ATLÂNTICO, EM PONTA DELGADA, NA DOCE COMPANHIA DO MEU AMOR

Em "Babel", Alejandro González Iñárritu ("21 Gramas", "Amor Cão", "E a Tua Mãe Também") constrói, sem complacências, de uma forma crua, brutal e eficaz, uma teia de quatro histórias onde o amor, a desconfiança e as dificuldades de comunicação estão omnipresentes. Um incidente trágico é o ponto de ligação entre elas e o pretexto para falar da discriminação, do choque civilizacional e da paranóia colectiva em que o mundo global mergulhou depois do 11 de Setembro. Um feito, se tivermos em conta que nada soa forçado neste mosaico de narrativas que atravessa 3 continentes e 4 países. O filme arranca nas areias longínquas do deserto marroquino, onde uma família local negoceia uma espingarda, enquanto dois miúdos irmãos se entretêm a treinar a pontaria com o novo "brinquedo". Num mundo completamente diferente, algures nos Estados Unidos, duas crianças também brincam mas, desta vez, num apartamento confortável. Acompanhados pela sua ama mexicana, Amelia, eles aproveitam a ausência dos pais que partiram de férias para Marrocos para tentar salvar um casamento periclitante. As correrias são interrompidas pelo telefonema do pai a avisar que vai demorar mais do que o que estava previsto, e a dar uma notícia que só mais tarde vamos perceber. A próxima paragem é no Japão onde vive uma adolescente surda-muda revoltada e rebelde que tem dificuldade em relacionar-se com os seus pares que não conhecem o seu mundo feito de silêncio e o luto que tenta fazer. Há ainda tempo para cruzar a fronteira até ao país natal do realizador, o México, e para alguma ironia nesta visita a um território que, segundo dizem as crianças americanas, os pais (Cate Blanchett e Brad Pitt) consideram perigoso, talvez por ter "muitos mexicanos". Um tiro de espingarda e um acidente vão despoletar o desenvolvimento de todas estas histórias e interligá-las. Separados por choques culturais e distâncias desiguais, cada um destes grupos, avança tumultuosamente para um destino comum de isolamento e de dor. Em poucos dias, cada um deles enfrenta a sensação vertiginosa de estar verdadeiramente perdido, enquanto são empurrados para um estado de confusão e de medo mas também para as profundezas das relações e do amor. Filmado em três continentes e em quatro línguas, "Babel" coloca o dedo na ferida, explorando com um realismo esmagador a natureza das fronteiras que parecem separar a humanidade. Invoca assim o conceito antigo que lhe dá nome e questiona as suas implicações nos tempos modernos: identidades incompreendidas, interpretações erradas e oportunidades perdidas de comunicação parecem mover as vidas contemporâneas. De resto há uma frase dita por Iñárritu que parece resumir a ideia-chave do filme: "Falamos de fronteira como apenas um lugar, em vez de uma ideia. Acredito que as verdadeiras fronteiras são aquelas que existem dentro de nós". O cineasta deixa-nos, ainda assim, com um final redentor colocando a família e os laços afectivos que, a custo conseguimos estabelecer com o outro, como derradeiros portos de abrigo. Com um elenco internacional e em plena forma, onde se destacam Brad Pitt, Cate Blanchett, Adriana Barraza e Rinko Kikuchi, o novo filme de Iñarritu recebeu por mérito próprio os galardões de melhor realizador, do Júri Ecuménico e o grande prémio técnico no último Festival de Cannes, estando nomeado em 7 categorias nos Globos de Ouro. Com uma imagem vincada e próxima do grafismo; uma visão cínica e esclarecida da realidade e a inclusão de uma série de dispositivos cénicos hábeis, que reforçam a identificação do espectador com todas as personagens, entre muitas outras qualidades, não se livra de ser um dos filmes obrigatórios de 2006.

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quinta-feira, março 01, 2007

Tecer o «manto do mundo» através da arte


Está em Portugal o espectáculo "O Manto do mundo", apresentado pelo grupo Gen Verde, ligado ao Movimento dos Focolares. 24 mulheres de 14 países apresentam um musical, com traços poéticos, onde se canta e se fala da aventura humana, iluminada pela luz do infinito.

O espectáculo apresenta, “com pinceladas delicadas”, alguns passos da fisionomia de um povo que percorre os caminhos da História, espalhando sementes de unidade e fraternidade. Orquestra, canto e dança conjugam-se na busca de “uma sintonia do pensamento”.

Sílvia Reis é uma das mulheres que se apresentam em palco e não esconde a emoção por poder apresentar esta mensagem no seu país. Passando quase metade do ano em digressão, esta portuguesa considera que a "espiritualidade da unidade" típica dos Focolares permite que tudo funcione neste grupo tão diverso.

"O Gen Verde é uma experiência original, porque através da música e da dança procuramos transmitir valores comuns a todas nós", refere à Agência ECCLESIA.

A primeira apresentação teve lugar em Santa Maria da Feira, no passado Sábado, dia 24 de Fevereiro. Hoje é a vez de Braga, Parque de Exposições ( 21h00), seguindo-seTorres Novas (3 de Março, 18h30), Coimbra (7 de Março, 21h15), no Teatro Gil Vicente, Lisboa (10 de Março, 21h00), Algarve-Loulé (15 de Março, 21h15).

Sílvia Reis destaca a boa recepção que o grupo tem tido em todo o mundo, como aconteceu num concerto no Japão, há dois anos, perante um público maioritariamente budista. "Nós levamos uma mensagem cristã, apresentamo-nos como somos, e eles apreciaram esta frontalidade", relata.

"Através dos nossos espectáculos procuramos dialogar com todos, crentes ou não crentes, porque acreditamos que temos muitos valores em comum", prossegue.

A artista considera que "nos tempos de hoje, é preciso aproveitar o potencial da arte para dialogar com pessoas diferentes e a música pode chegar ao coração de muitos".

A entrada no grupo nasce a partir do fascínio provocado pela espiritualidade e modo de vida dos Focolares, que a levou até Loppiano, uma cidadela do Movimento, próxima de Florença . O talento não passou despercebido e acabou por ser convidada para o Gen Verde.

"Aceitei o convite, por ser uma experiência nova e por estar de acordo com aquilo que já estava a viver em Florença", explica.

História

Expressão artística do Movimento dos Focolares, fundado por Chiara Lubich, o Gen Verde constitui uma realidade verdadeiramente original no panorama musical internacional. Artistas de todo o mundo – actualmente são 24, de 14 nações diferentes – na incessante busca da unidade.

Loppiano, uma cidadela dos Focolares a 20 km de Florença. No Natal de 1966, um grupo de jovens recebe a prenda de uma bateria de cor verde. Elas tinham vindo de todo o mundo, impulsionadas pela vontade imensa de construir, naquelas colinas, um pedaço visível de um mundo mais unido – aquilo que define as “cidadelas”.

E esta convicção ardente exprime-se também em canções, em danças e transforma-se numa dádiva para todos.

Realizam-se espectáculos que vão desde as praças das cidades vizinhas até aos grandes estádios, teatros italianos e estrangeiros… um percurso progressivo e incessante. Em 40 anos o nome Gen Verde percorreu as estradas da Europa, da Ásia e das Américas. Mais de 1200 espectáculos realizados, cerca de 1 400 000 espectadores.

Desde 1966 até hoje fizeram parte do Gen Verde 129 jovens, de 29 nações. A variedade de culturas, de tradições, de formação, é um enriquecimento, e traduz-se numa doação pessoal e na aceitação da diferença, com uma estima e respeito recíprocos. No trabalho colectivo e na vida quotidiana descobrem-se elementos que unem as várias culturas, desencadeando um processo irreversível de integração.

Há uma extraordinária variedade de linguagens expressivas (que vão da dança moderna ao teatro) e de estilos (desde o jazz-rock à World-music). A música, o canto, a dança, o teatro, são uma possibilidade de comunicação com o público.

A variedade de estilos é o reflexo da variedade da proveniência dos artistas. A história musical do Gen Verde está em constante evolução: desde os simples concertos dos primeiros anos até um tipo de espectáculo global: “ O mundo, uma casa” (1980), “Mil estradas de luz” (1985), “Os desafios do ano 2000” (1990). Depois, um estilo de teatro musical com “Primeiras Páginas” (1996) e “O manto do Mundo” (2005), em que se remonta às origens da própria história.

in http://www.agencia.ecclesia.pt

sábado, fevereiro 24, 2007

COLÓQUIO "DOAÇÃO E TRANSPLANTAÇÃO DE ORGÃOS"

"Autonomia Individual e Solidariedade Social"

Caros amigos,

Realizar-se-á, no próximo dia 2 de Março, no Anfiteatro C da Universidade dos Açores, um seminário subordinado ao tema "Autonomia Individual e Solidariedade Social".

Neste seminário estarão presentes figuras de relevo nacional e internacional, conforme apresentado no programa anexo, pelo que temos a certeza de ser uma experiência que enriquecerá o vosso currículo e conhecimento pessoal.

Esta iniciativa insere-se no âmbito da discussão da nova lei sobre o tema, e a circunstância de todos sermos potenciais dadores e receptores, desde que não declaremos o contrário.

A importância da autonomia que cada um de nós possui e o valor da solidariedade a que devemos aderir, devem nortear a nossa acção no sentido da preservação e promoção da vida, mantendo-nos dadores.

Os participantes terão direito a certificado, sendo que a vossa adesão, enquanto estudantes, custará a simbólica quantia de 5 €uros.

Para fazer download do filme publicitário, clique no seguinte link:

http://www.sendspace.com/file/ovbejr

Para fazer download do prospecto do evento, clique no seguinte link:

http://www.sendspace.com/file/clbkxi

terça-feira, fevereiro 20, 2007

Apocalypto




FUI VER ESTE FILME, NO PASSADO DIA 2007.02.19 NA SALA3, PELAS 21:20, NA CASTELLO LOPES CINEMAS DO PARQUE ATLÂNTICO, EM PONTA DELGADA, NA DOCE COMPANHIA DO MEU AMOR


Depois de "A Paixão de Cristo" que, apesar da polémica, foi um dos filmes mais vistos de sempre, Mel Gibson volta à carga com um filme sobre a civilização Maia.
A película contou com um orçamento milionário, gerado em boa parte pelo último trabalho do realizador, e é um sucesso de bilheteiras nos Estados Unidos da América.
A história desenrola-se há 600 anos, antes dos espanhóis conquistarem os territórios da América Central.
Apresentado como um épico sobre a civilização Maia, este é um filme turbulento que descreve as tentativas desesperadas de um homem para salvar a sua família, face à força invasora que ameaça a sua comunidade.
Falado num antigo dialecto, o iucateque, e com um elenco de actores desconhecidos, o filme está a ser alvo de uma nova polémica, com Gibson a ser novamente acusado de racismo e de ultrapassar a 'dose necessária' de cenas violentas.

Alguns grupos de activistas indígenas da Guatemala asseguram que o filme é "racista", ainda que esta ideia tenha sido formulada apenas com base na visualização do trailer.
Ainda assim, eles acreditam que os Maias retratados com uma aparência ameaçadora, cicatrizes na cara, com lanças prontas para realizar os sacrifícios humanos levam a que se crie uma ideia errada sobre esta cultura.
Os arqueólogos sugerem que o povo Maia não tenha sido tão violento quanto os vizinhos Astecas, mas muitos defendem que o sacrifício humano era comum entre este povo, nos anos anteriores à conquista espanhola. Mais de metade da população da Guatemala é descendente dos Maias.

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domingo, fevereiro 18, 2007

As Bandeiras dos Nossos Pais


FUI VER ESTE FILME, NO PASSADO DIA 2007.02.17 NA SALA1, PELAS 21:40, NA SALA1 NO CINE-SOLMAR, EM PONTA DELGADA, NA DOCE COMPANHIA DO MEU AMOR


Fevereiro, 1945. A guerra na Europa estava ganha, mas no Pacífico continuava acesa. Uma das mais sangrentas batalhas foi a luta pela ilha de Iwo Jima, traduzida por uma das mais icónicas imagens da História: o momento em que cinco "marines" erguem a bandeira dos EUA no monte Suribachi. Esta é a história desses soldados. Essa fotografia tornou-se num símbolo da vitória e transformou esses homens em heróis. Alguns morreriam pouco depois, sem saber que a História os imortalizaria. Mas para aqueles que ficaram, o heroísmo não era a sua maior preocupação, mas sim os companheiros que não tinham sobrevivido. "As Bandeiras dos Nossos Pais", último filme de Clint Eastwood, é baseado no "best-seller" de James Bradley e Ron Powers sobre a batalha de Iwo Jima (o pai de Bradley é um dos soldados que segurava a bandeira).

segunda-feira, fevereiro 05, 2007

Déjà Vu


FUI VER ESTE FILME, NO PASSADO DIA 2007.02.04 NA SALA4, PELAS 21:40, DA CASTELLO LOPES CINEMAS, EM PONTA DELGADA, NA DOCE COMPANHIA DO MEU AMOR


Título original: Déjà Vu

Produtor: Touchstone Pictures

Realizador: Tony Scott

Com: Denzel Washington, Val Kilmer, James Caviezel

Género: Acção Aventura Crime Drama

Classificação: M/12

Origem: EUA

Ano: 2006

Duração: 128 min.


Todos nós já tivemos a inquietante experiência de déjà vu – aquela lembrança súbita quando nos cruzamos com alguém que sentimos que conhecemos a vida inteira ou reconhecemos um lugar mesmo que nunca tenhamos estado lá.
E se estas sensações forem de facto avisos vindos do passado ou pistas para o futuro?
Na mais recente e fascinante aventura de acção produzida por Jerry Bruckheimer e realizada por Tony Scott, com argumento de Terry Rossio & Bill Marsilii, é um déjà vu que inesperadamente guia o agente ATF Doug Carlin (DENZEL WASHING TON) para uma investigação que o conduz a um crime devastador. Destacado para recolher provas após um rebentamento de uma bomba que gera uma explosão catastrófica num Ferry em Nova Orleães, Carlin está prestes a descobrir que aquilo que muitos acreditam estar somente nas suas cabeças é, de facto, algo muito mais poderoso – que o leva numa corrida alucinante para salvar centenas de pessoas inocentes.


domingo, janeiro 21, 2007

sábado, dezembro 23, 2006

UM SANTO NATAL E UM PRÓSPERO 2007




O primeiro Natal começou a ser celebrado nas vésperas do nascimento de Jesus, quando, segundo a Bíblia, os anjos anunciaram a Sua chegada.
Nessa altura o imperador Augusto, determinou o recenseamento de toda a população do Império Romano por causa dos impostos, tendo cada pessoa, para o efeito de se registar na sua localidade.
O Novo Testamento refere que José partiu de Nazaré para Belém, para se recensear, e, levou com ele a sua esposa, Maria, que esperava um Filho. Ao longo da viagem, chegou a hora de Maria dar à luz e como a cidade estava com os albergues completamente cheios, tiveram de pernoitar numa gruta. Foi nessa região da Judeia e no tempo do rei Herodes que Jesus nasceu.
Diz a Bíblia que um Anjo desceu sobre os pastores que guardavam os seus rebanhos durante a noite e disse-lhes:"deixai o que estais a fazer e vinde adorar o menino, que se encontra em Belém e é o vosso Redentor". Os pastores foram apressados, procurando o lugar indicado pelo Anjo, e lá encontraram Maria, José e o menino. Ao vê-lo, espalharam a boa nova.
Os Evangelhos, de S.Marcos e S. Mateus relatam a história do nascimento de Jesus e ao contrário do que julgávamos, Jesus não teria nascido no inverno, mas sim na Primavera ou no Verão. Os pastores não guardariam os rebanhos nos montes com o rigor do Inverno.
Em relação à data do nascimento de Jesus, existem também algumas dúvidas. A estrela que guiou os Três reis Magos até à gruta de Belém deu lugar a várias explicações. Alguns cientistas afirmam que deverá ter sido um cometa. No entanto nessa altura não há registo que algum cometa tivesse sido visto. Outros dizem que no ano 6 ou 7 a. C. houve um alinhamento dos planetas Júpiter e Saturno mas também não é muito credível, para que se considere esse o ano do nascimento de Jesus. Por outro lado, visita dos Reis Magos é comemorada 12 dias depois do Natal (Epifania) sendo tradicional festejar este acontecimento em pleno Inverno, a 6 de Janeiro. O cálculo mais engenhoso, baseava-se na ideia de que, uma vez que se parte do princípio de que Cristo terá morrido a 25 de Março, deve também ter sido concebido a 25 de Março, porque o seu tempo na Terra tinha de ser um número perfeito de anos. Nove meses depois de 25 de Março, temos 25 de Dezembro, e, desta forma, pode justificar-se a data escolhida oficialmente.
A escolha do dia 25 de Dezembro foi inteligente e nada teve de arbitrário. Ao colocar, de uma vez por todas o nascimento de Cristo a meio das antiquíssimas festividades pagãs do solstício do Inverno, a Igreja Cristã tinha a esperança de as absorver e de as converter. O que aconteceu foi que, por um lado, as festividades pagãs foram vitoriosamente envolvidas pelas fé cristã, eo nascimento de Jesus transformou-se. no espírito das pessoas, no principal ponto de interesse do solstício do Inverno.
Os Apóstolos encarregaram-se de espalhar a palavra de Jesus Cristo e muita gente se converteu ao Cristianismo. Os primeiros cristãos foram perseguidos pelos romanos e apenas no ano de 306 d. C, quando o imperador Constantino se converteu ao Cristianismo, este se difundiu em grande escala.
Esse imperador mandou construir muitas igrejas, entre elas está a igreja da Natividade em Belém, no local onde se julga que Jesus terá nascido.
Embora a celebração do Natal começasse com o nascimento de Jesus, tornou-se verdadeiramente popular há apenas 300 anos.
Os primeiros registos da celebração do Natal têm origem na Turquia, a 25 de Dezembro, em meados do sec II.
No ano 350, o Papa Júlio I levou a efeito uma investigação pormenorizada e proclamou o dia 25 de Dezembro como data oficial e o Imperador Justiniano, em 529, declarou-o feriado nacional.
O período das festas alargou-se até à Epifania, ou seja vai desde 25 de Dezembro até 6 de Janeiro. O dia 6 de Janeiro é o chamado dia dos Reis Magos.
Bom, mas porque celebramos o dia 25 de Dezembro e não outra data se temos tantas dúvidas sobre o nascimento de Jesus? Vejamos a explicação que se segue.
Os dias em Dezembro ficam cada vez mais pequenos, até ao dia 21 do mesmo mês, dia do solstício de Inverno, e, os povos pagãos festejavam os dias que precediam esta data, com o objectivo de apaziguar o Sol e fazer com que este aparecesse de novo, fazendo com que o Inverno fosse mais suave. Após o solstício os dias ficam maiores e mais claros, isto significava para eles luz, alegria e esperança de boas colheitas.
Em Roma festejava-se o triunfo de Saturno sobre Júpiter. Saturno era a idade de ouro de Roma, por isso era associado ao Sol. Os romanos festejavam esta festa próximo do solstício. Nesta altura ninguém trabalhava. Acendiam-se velas e grandes fogueiras para iluminar a noite e havia muita comida.
Outro ritual era a oferta de presentes para apaziguar a deusa das colheitas, sim, os romanos tinham deuses para quase tudo :).
A Igreja não aprovava estas festas pagãs, pelos excessos que se cometiam, comprende-se pois que as tentassem abolir, no entanto, chegou à conclusão que era preferível permitila-las para não privar o povo dos festejos que tanta alegria lhes davam, mas tentando transmitir-lhes a ideia, de que esta cedência era feita para dar honras a Cristo. Assim o seu nascimento seria celebrado com digniade e teria a sua festa.
Muitos desses costumes ainda hoje existem, mas outros ficaram esquecidos.
Noutras páginas deste site encontrará a sua explicação.
O mais antigo é talvez a comida e a bebida que neste dia existe em abundância em quase todos os lares, É talvez por isso que os não católicos festejam o Natal com grande entusiasmo.
Os maiores festejos da Era romana, realizavam-se em honra do deus Mitra, que nasceu a 25 de Dezembro. por este facto, o Imperador Aureliano declarou este dia o maior feriado em Roma. Passado cerca de um século Imperador Constantino, que se tinha convertido ao cristianismo, manteve muitos dos rituais, pois o deus Mitra representava o sol e a sabedoria.
Cristo representa a vida, a luz e a esperança. Então em vez de se festejar o Sol como antigamente, passar-se-ia a celebrar o nascimento de Jesus Cristo e a festa pagã seria absorvida pela festa cristã.
Durante as invasões bárbaras no século V, os povos Nórdicos e Germânicos conhecem o Cristianismo tomam contacto com o Natal. Saliente-se que estes povos já festejavam o solstício com rituais próprios e mais tarde foram incorporados no Natal.
A religião Cristã foi abraçando toda a Europa, dando a conhecer a outros povos a celebração do Natal.
Em Inglaterra, o primeiro arcebispo de Cantuária foi responsável pela celebração do Natal. Na Alemanha, foi reconhecido em 813, através do sínodo de Mainz. Na Noruega, pelo rei Hakon em meados de 900. Este rei teve a título de curiosidade o cognome de O BOM.
Portanto em finais do séc. IX, o Natal já era celebrado em toda a Europa.
Através dos séculos o carácter pagão destas celebrações foi progressivamente absorvido pela celebração cristã, no entanto alguns dos rituais mantiveram-se.
Em Inglaterra Alfredo, o Grande, declarou 12 dias de festividade. Henrique III celebrava o Natal com a matança de animais e eram oferecidos presentes ao rei, No entanto este, mudou um pouco a tradição e passou também a distribuir comida pelos mais pobres.
Em 1533 o Natal tornou-se um grande acontecimento, e era celebrado com cânticos, danças, teatro e abundância de comida.
O Clero com estes excessos todos colocou alguns entraves à maneira como o Natal era celebrado, isto é para a igreja, faltava o lado espiritual. Surgiu então a questão abolir ou não as festas, antes que estas caíssem em exageros.
Com a reforma Lutero considerou os festejos desnecessários e, na Escócia, o Natal foi abolido em 1583. O povo demonstrava o seu descontentamento com estas leis e foi resistindo ao seu cumprimento, continuando a festejar o Natal. Mas a lei foi mais forte e e o Natal tornou-se de facto ilegal. As igrejas foram fechadas e quem não respeitasse a lei era punido. Note-se que os Puritanos tomaram estas medidas como precaução, pelos excessos pagãos que estes festejos continham e não pelo celebração do acontecimento cristão.
O Natal foi novamente legalizado em 1660, quando Carlos II regressou ao poder.
Mas com a revolução industrial o espírito do Natal foi-se perdendo. Era necessário trabalhar o mais possível para fazer dinheiro, e não havia lugar ao descanso, como tal os feriados foram proibidos, incluindo o do Natal. Apenas algumas pessoas continuaram a festejar o Natal em suas casas. Alguns patrões concediam também algumas horas livres aos seus empregados.
Enquanto em Inglaterra a maioria das pessoas andava triste, na Alemanha, as pessoas festejavam alegremente o Natal, que se consolidou com muita tradição.
No século XIX (finais) os americanos, viam esta época com grande ternura, provavelmente devido aos emigrantes germânicos que a celebravam com entusiasmo.
Os germânicos celebravam o Natal com grandes feiras, árvores, luzes e presentes, e a crianças eram o alvo das maiores atenções.
Quando em 1837 a rainha Vitória subiu ao trono de Inglaterra, este país mudou radicalmente a sua posição acerca do Natal. A rainha casou com o príncipe Alberto de descendência alemã, e o príncipe trouxe consigo as tradições, e o espírito do Natal ressurgiu. Esta época era maravilhosa. A família real festejava-a com grande carinho pelas crianças, e fomentava a solidariedade e o amor pelo povo.
A primeira árvore de Natal foi introduzida pelo próprio príncipe Alberto.
A Família real foi a grande responsável pelo impacto que o Natal veio a ter em Inglaterra.
Era uma época de boa vontade e de amor, na qual os mais desprotegidos recebiam algum consolo.
Finalmente no século XX, o feriado continuou e a tradição chegou até nós.

terça-feira, dezembro 19, 2006

O NASCIMENTO DE CRISTO

FUI VER ESTE FILME, NO PASSADO DIA 2006.12.19 NA SALA3, PELAS 21:20, DA CASTELLO LOPES CINEMAS, EM PONTA DELGADA, NA DOCE COMPANHIA DO MEU AMOR



Título original: The Nativity Story
Produtor: New Line Cinema
Realizador: Catherine Hardwicke
Com: Keisha Castle-Hughes, Oscar Isaac, Ciaran Hinds, Shaun Toub
Género: Drama
Classificacao: M/6-Q
Origem: EUA
Duração: 101 min.





Dos tempos mais primórdios podem surgir grandes acontecimentos: “O NASCIMENTO DE CRISTO” conta a extraordinária história de duas pessoas comuns, Maria (Keisha Castle-Hughes) e José (Oscar Isaac), um amor profundo, uma milagrosa gravidez, uma árdua viagem e a revelação do nascimento de Jesus. O Rei Herodes (Ciaran Hinds) reina com mão de ferro a cidade de Nazaré. É um tempo de luta e sofrimento; as taxas a pagar são elevadas, a pobreza predomina. Homens honrados são forçados a fazer coisas impensáveis para manter e assegurar a sobrevivência das suas famílias. Para assegurar a estabilidade da sua família, o pai de Maria, Joaquim (Shaun Toub) decide casar a sua filha com um homem de honra com grandes qualidades, José. Honrando o seu pai, Maria aceita com agrado a sua decisão, sem saber que este destino a tornaria numa das mais importantes mulheres da história. A sua história é simples, mas representa o início da maior história alguma vez contada.

“… uma procissão de fé e uma soberba expressão artística do momento mais marcante da história humana…” - Frank Wright, National Religious Broadcasters

“O Nascimento de Cristo promete ser um novo e marcante filme de Natal, que as famílias quererão ver ...” - Rose Pacatte, Director Pauline Center for Media Studies

“…um brilhante argumento de uma maravilhosa beleza e incrível simplicidade.” - Gretchen Hailer, RSHM“


…uma poderosa mensagem com 2000 anos de existência que ainda hoje se reflecte nos nossos dias.” - Lynne Marian, Vice President Outreach, Inc.



in http://www.castellolopescinemas.com

domingo, dezembro 17, 2006

Inquérito: 300 euros para gastar nas ofertas de Natal


A minha amiga e colega Isabel Alves Coelho apanhou-me no Parque Atlântico e fez-me uma pequena entrevista:

"(...)
Consumo de última hora
Há sempre consumidores que deixam as compras de Natal para o último momento. Quando assim é, a variedade de produtos, e o seu preço, poderá não ser muita. No entanto, a azáfama do dia-a-dia, com os compromissos profissionais ou académicos, não deixa qualquer alternativa. É o caso de Miguel Maurício, que vai fazer as compras de Natal "mesmo nas vésperas do dia 24 de Dezembro". Sendo assim, o espaço escolhido é o Parque Atlântico. "Quando tenho mais tempo gosto de ir à baixa. Mas, este ano, será no centro comercial." À semelhança dos restantes entrevistados, Miguel Maurício também está a pensar gastar entre 250 a 300 euros. "Há pessoas para as quais a prenda será mais cara; outras não, mas o que tenciono gastar anda à volta desse valor. Além disso, este ano vou comprar prendas só para os familiares mais próximos. A crise está aí e não há possibilidades para para mais."

segunda-feira, dezembro 11, 2006

Casino Royale


FUI VER ESTE FILME, NO PASSADO DIA 2006.12.10 NA SALA4, PELAS 21:30, DA CASTELLO LOPES CINEMAS, EM PONTA DELGADA, NA DOCE COMPANHIA DA MINHA MAIS-QUE-TUDO

Título original: Casino Royale
Produtor: Barbara Broccol / Michael G. Wilson
Realizador: Martin Campbell
Com: Daniel Craig, Eva Green, Mads Mikkelsen, Jeffrey Wright, Judi Dench
Género: Acção Aventura Thriller
Classificação: M/12
Origem: EUA Reino Unido
Ano: 2006
Duração: 120 min

A história decorre no início da carreira do agente secreto 007. James Bond deve derrotar o russo Le Chiffre, quebrando a banca do seu casino com grandes e vitoriosas apostas. Mas os dois têm cartas na manga para vencer. Judi Dench volta a interpretar a personagem M, que neste filme, receberá um destaque superior ao que teve em filmes anteriores de James Bond. Após muitas candidatas para assumir o papel da sedutora bond girl Vesper Lynd, o papel ficou com a bela Eva Green. A primeira adaptação de Casino Royale foi em 1954, sendo este o primeiro livro sobre James Bond escrito por Ian Fleming e o único cujos direitos de adaptação para o cinema não foram vendidos à Eon Productions, detentora da série de filmes protagonizada por 007.

segunda-feira, novembro 13, 2006

Paulo Bento by Gato Fedorento...

Manter a tranquilidade... Paulo Bento fala da tranquilidade :)

http://www.youtube.com/watch?v=G5AYBdshKEc&mode=related&search=

e a grande entrevista:

http://www.youtube.com/watch?v=-8WpwGh5RLY&mode=related&search=

LiTTLE MAN

FUI VER ESTE HILARIANTE FILME NO PASSADO DIA 2006.11.11, DIA DE S. MARTINHO, NA SALA 4 DA CASTELLO LOPES CINEMAS NO PARQUE ATLÂNTICO, EM PONTA DELGADA, PELAS 21:15, NA MARAVILHOSA COMPANHIA DA MINHA MARINA E DO MEU GRANDE AMIGO PAULINHO

Título original: Little Man
Produtor: Revolution Royal Productions
Realizador: Keenen Ivory Wayans
Com: Marlon Wayans, Shawn Wayans, Tracy Morgan
Género: Comédia
Classificação: M/12
Origem: EUA
Duração: 90 min

Da mesma equipa de “SCARY MOVIE” chega a hilariante comédia “Minorca”, uma produção Wayans Bros. com Marlon Wayans e Shawn Wayans, que mostra como as grandes coisas vêm em embalagens pequenas...Darryl Edwards (Shawn Wayans) está tão ansioso para ser pai que confunde um ladrão baixinho com cara de bebé, Calvin Sims (Marlon Wayans), com uma criança abandonada.Ele e a mulher levam o “bebé” para casa, enquanto o seu parceiro, Percy P (Tracy Morgan) o ajudará a recuperar um diamante roubado.

in http://www.castellolopescinemas.com

quinta-feira, novembro 09, 2006

Alberto João Jardim no Gato Fedorento

Esta entrevista vai revolucionar o jornalismo em Portugal. Ricardo Araújo Pereira entrevista Alberto João Jardim.

http://www.youtube.com/watch?v=u4lIaQk_P4U