domingo, maio 27, 2007

Não Digas A Ninguém

FUI VER ESTE FILME NO PASSADO DIA 2007.05.26 PELAS 21:40 NA SALA 1 DO SOLMAR CINEMAS, EM PONTA DELGADA, NA COMPANHIA DA MINHA MARINA

O pediatra Alex está devastado desde que a sua mulher, Margot, foi brutalmente assassinada pouco tempo depois de se terem casado, há oito anos atrás.

Quando recebe um e-mail anónimo acede ao link indicado, vê a cara de uma mulher numa multidão filmada em tempo real, e vê a cara de Margot…
Estará ela ainda viva?
E porque lhe pede ela que não diga a ninguém?

São muitas perguntas a que o nosso herói não terá tempo para prestar atenção.

Ele mal tem tempo para abrir a tampa desta caixa de Pandora antes que a polícia reabra o caso e que Alex seja responsabilizado pelo assassinato de Margot, que há oito anos está por esclarecer.

Vencedor de 4 Césars 2007 nas categorias de Melhor Realizador, Melhor Actor, Melhor Música Escrita para um Filme e Melhor Montagem

“…um sucesso sem precedentes.” - Bayon, Libération

“Já houve no cinema, algumas maneiras notáveis de contar uma história de amor aliando força, pudor e dignidade. Eis uma inédita.” - Ghislain Loustalot, Première

“…um elevado teor de improbabilidade – que se vai organizando dando uma real sensibilidade ao thriller.” - Grégory Alexandre, Rolling Stone

“Cenas de acção ofegantes (...) elenco prestigioso, segundos papéis notáveis, nada falta a este thriller apaixonante…” - Alain Spira, Paris Match


Realização: Guillaume Canet

Com: François Cluzet, Marie-Josée Croze, André Dussollier, Kristin Scott Thomas

Site Oficial: Ne Le Dis à Personne aka Tell No One

Género: Drama/Thriller

Distribuição: Lusomundo

Classificação: M/16

França, 2006

125 min

http://lusomundo.sapo.pt

segunda-feira, maio 21, 2007

Campeão tarda mas não falha


O FC Porto é bicampeão nacional. O 22º título da história dos portistas, o 15º de Pinto da Costa e o primeiro de Jesualdo Ferreira adivinhava-se há mais de 15 jornadas, mas só foi confirmado ontem, num jogo que terminou com um triunfo tão claro como gordo, mas que, mesmo assim, não poupou os adeptos do FC Porto aos calafrios do costume. O Aves chegou a abafar as bancadas do Dragão e a acender as de Alvalade quando Moreira empatou o jogo, mas não resistiu à maré ofensiva dos portistas na segunda parte e acabou abaixo da linha de água, despromovido.

Ora, o FC Porto entrou a mandar no jogo, mas não conseguiu disfarçar o nervosismo dos últimos tempos, agravado pela inesperada postura de um Aves que se recusou a prestar vassalagem aos campeões nacionais, aproveitando todas as oportunidades para jogar em contra-ataque. Incapaz de explorar as alas, o futebol portista afunilava no ataque e esbarrava de frente contra a muralha defensiva construída por Neca. Curiosamente, na primeira excepção o FC Porto marcou. Para variar, Quaresma cruzou com a parte certa do pé e a bola chegou sem interferências a Adriano, que se limitou a desviá-la para a baliza. As bancadas explodiram de alegria, mas não sossegaram. O Aves não se rendia e, mesmo antes do empate, ameaçou a baliza de Helton um par de vezes. Quando finalmente aconteceu, o golo de Moreira era estranhamente previsível e naturalmente preocupante. O FC Porto voltou do intervalo sem mudanças, mas diferente. Para melhor. Ao fim de apenas oito minutos, Lisandro sossegou os espíritos mais inquietos e marcou o segundo. O Aves já não tinha força para discutir mais e o resultado foi crescendo com naturalidade até à goleada que permitiu a Vítor Baía entrar para os últimos dez minutos de jogo. Foi dele o último toque na bola, o primeiro estertor da festa que durou até às tantas.

FC Porto 4 - Aves 1


Estádio do Dragão | relvado: bom | espectadores: 50 428 | árbitro: Olegário Benquerença, Leiria | assistentes: João Santos, Amândio Ribeiro | 4º árbitro: João Vilas Boas

GOLOS [1-0] Adriano 27’, [1-1] Moreira 34, ’[2-1] Lisandro 52’, [3-1] Jorge Ribeiro, p.b. 59’, [4-1] Lisandro, 90’

FC Porto
1 Helton GR 86’
12 Bosingwa LD
3 Pepe DC
14 Bruno Alves DC
13 Fucile LE
16 Raul Meireles MD
8 Lucho MO 85’
10 Anderson MO 65’
9 Lisandro AD
7 Quaresma AE
28 Adriano AV
T: Jesualdo Ferreira
-
99 Vítor Baía GR 86’
2 Ricardo Costa DC
5 Cech LE 85’
6 Ibson MD
20 Jorginho MO 65’
23 Postiga AV
22 Renteria AV

amarelos 76’ Bruno Alves
vermelhos nada a assinalar

Aves
33 Nuno GR
4 Sérgio Carvalho LD
25 William DC
5 Sérgio Nunes DC
18 Pedro Geraldo LE
8 Mércio MD 88’
16 Jorge Ribeiro MD
10 Moreira MO
21 Jocivalter AD 58’
15 Paulo Sérgio AE
19 Artur Futre AV 71’
T: Neca
-
1 Mota GR
6 Marcelo DC
7 Vítor Manuel MD
13 Rui Figueiredo MO
14 Leandro AD 71’
26 Octávio AV 88’
77 Dill AV 58’

amarelos 18’ Mércio, 47’ William
vermelhos nada a assinalar

Estatística do jogo


FC Porto
22 remates
0 poste
6 à baliza
4 golos
12 fora
1 pequena-área
11 grande-área
10 fora da área
18, 1% eficácia remate/golo
17 faltas cometidas
8 cantos
1 foras-de-jogo

Aves
7 remates
1 poste
1 à baliza
1 golos
4 fora
1 pequena-área
3 grande-área
3 fora da área
14,2% eficácia remate/golo
19 faltas cometidas
3 cantos
1 foras-de-jogo


in http://www.ojogo.pt

DIÁRIO DE UM ESCÂNDALO

FUI VER ESTE FILME NO PASSADO DIA 2007.05.20 PELAS 22h NA SALA 2 DO SOLMAR CINEMAS, EM PONTA DELGADA, NA COMPANHIA DA MINHA MARINA

Um melodrama ao estilo de um thriller, leva-nos ao encontro de duas mulheres que partilham entre si uma confidência: uma relação afectiva de uma delas, Sheba, professora, casada, com quarenta anos de idade, com um aluno de apenas quinze anos. Esta relação extra-conjugal é mantida em silêncio, numa relação de intimidade entre as duas amigas, até ao dia em que num acto de pura vingança Barbara, a fiel depositária do segredo, movida por ideias de ciúme e inveja, torna o caso público, causando um verdadeiro escândalo junto do director da escola, da mãe do aluno, do marido da amiga, da comunicação social e até da polícia. Sheba sente-se completamente sozinha mas apesar de tudo, Barbara ficará ao seu lado. Uma história de repressão e paixão, em que o amor, mesmo o proibido, é uma constante num retrato psicológico muito bem construído, satírico em relação à sociedade, profundo e comovente no que toca aos comportamentos humanos, especialmente entre seres do mesmo sexo. Já adaptado ao cinema, conta com Cate Blanchett, no papel de Sheba, e Judi Dench, no papel de Barbara. Com realização de Richard Eyre, o filme já se encontra em exibição em Portugal.

in http://www.webboom.pt

domingo, maio 20, 2007

Homem-Aranha 3

FUI VER ESTE FILME NO PASSADO DIA 2007.05.19 PELAS 21:30 NA SALA 1 NO CASTELLO LOPES CINEMAS, EM PONTA DELGADA, NA COMPANHIA DA MINHA MARINA

“Homem-Aranha 3” reúne o elenco e os cineastas das duas primeira aventuras numa nova teia de segredos, vingança e amor.

Em “Homem-Aranha 3”, Peter Parker conseguiu finalmente atingir o equilíbrio entre a sua devoção a Mary Jane e os seus deveres de super-herói. Mas uma tempestade está a desenvolver-se no horizonte.

Quando o seu fato escurece de repente e os seus poderes são reforçados, a personalidade de Peter muda também, trazendo à superfície o lado mais negro e vingativo da sua personalidade que luta por assumir o controlo.

Debaixo desta estranha influência, Peter começa e exprimir um excesso de confiança que o leva a desprezar aqueles que mais o amam.

Forçado a escolher entre o poder sedutor proporcionado pelo seu novo fato e o herói que costumava ser, Peter tem de vencer os seus demónios pessoais enquanto dois dos mais temíveis vilões que até agora encontrou, Sandman e Venom, juntam forças e uma sede imparável de vingança para ameaçar Peter e tudo o que ele mais preza.

domingo, maio 06, 2007

O Atirador

FUI VER ESTE FILME NO PASSADO DIA 2007.05.05 PELAS 21:35 NA SALA 3 NO CASTELLO LOPES CINEMAS, EM PONTA DELGADA, NA COMPANHIA DA MINHA MARINA

De Antoine Fuqua, realizador de "Dia de Treino", e com Mark Wahlberg, nomeado para os Óscares e Globos de Ouro, chega-nos um thriller de acção electrizante.
O actor dá vida a um honrado e brilhante atirador de grande perícia que se vê numa situação inimaginável, ao ser injustamente acusado de assassinar o Presidente.

Mergulhado num turbilhão de terror e conspiração, o atirador solitário entra numa corrida contra o tempo para provar a sua inocência.

Uma tarefa que se avizinha difícil, sobretudo quando se vê perseguido por elementos das mais variadas agências da autoridade do país, bem como por uma organização duvidosa numa caça impiedosa ao homem, destinada a destruir os segredos que este, inadvertidamente, descobrira...

in http://www.estreia.online.pt


domingo, abril 22, 2007

O Véu Pintado

FUI VER ESTE FILME NO PASSADO DIA 2007.04.21 PELAS 21:40 NA SALA 2 DO SOLMAR CINEMAS, EM PONTA DELGADA, NA COMPANHIA DA MINHA MARINA

Por vezes, a maior viagem é a distância entre duas pessoas
". É este o leit-motiv de "The Painted Veil", clássico do escritor inglês Somerset Maugham, em que este filme se baseia.

"O Véu Pintado" relata a história de amor de um casal inglês durante os anos 20.
Walter, um médico com raízes na classe média, e Kitty, uma mulher da alta sociedade, estão unidos pelo matrimónio por razões a que o amor é alheio.
Depois do enlace, viajam para Xangai, onde Kitty se envolve com outro homem.
Ao descobrir a traição, Walter descobre também o despeito, a rejeição e a vingança. Esses sentimentos levam-no a aceitar um trabalho precário numa região remota da China, assolada por uma epidemia mortal, e a arrastar a sua mulher consigo.
A viagem até este lugar de paisagens belíssimas acaba por ter o efeito inverso e levá-los a descobrir o significado da vida e da alma um do outro...

Esta é a terceira adaptação cinematográfica do livro escrito por Somerset Maugham em 1925. Nove anos depois de a obra dar à estampa, Greta Garbo e Herbert Marshall reviviam a aventura num filme de Richard Boleslawski ("O Véu das Ilusões").
Em 1957, a história regressa ao grande ecrã pelas mãos de Ronald Dreame em "O Sétimo Pecado", com Eleanor Parker e Bill Travers nos principais papéis.
O projecto que agora estreia remonta a 1995, ano em que o argumentista Ron Nyswaner, fascinado pela visão de Bette Davies e Leslie Howard em "O Escravo da Paixão" (1934), decide entregar-se à leitura de todas as obras de Maugham.
Foi assim que encontrou "The Painted Veil" e se apaixonou pela obra.
Por um acaso do destino, um dia em conversa com a produtora Sara Colleton, referiu que este era um dos seus livros preferidos e descobriu que ela estava a tentar comprar os direitos do romance. Dessa conversa acabaria por nascer esta nova versão.

in http://www.estreia.online.pt

terça-feira, abril 17, 2007

1º de Maio - Livres para ser o Futuro

Música e Letra

FUI VER ESTE FILME NO PASSADO DIA 2007.04.14 PELAS 21:45 NA SALA 4 DO CASTELLO LOPES CINEMAS, EM PONTA DELGADA, NA COMPANHIA DA MINHA MARINA

"O Meu Coração é Pop", canta Alex Fletcher (Hugh Grant), enquanto dança no videoclip dos anos 80 que abre o filme, num estilo que nos remete pata os Wham ou os Duran Duran.
Vestido com umas calças brancas justas, uma camisa igualmente imaculada, um cinto prateado e com um lenço preto que condiz com a longa cabeleira, Fletcher está no apogeu do estrelado.
Mas vinte anos passaramm desde esse momento e o cantor limita-se agora a aproveitar o que resta da sua fama em eventos de beneficiência e festas de hóteis, frequentados por donas de casa de meia-idade, saudosistas que procuram recuperar a juventude perdida.
Contudo, quando uma estrela da pop, Cora Corman (Haley Bennett numa réplica perfeita de Britney Spears nos tempos áureos) o convida a escrever e gravar um dueto com ela surge a derradeira hipótese de regressar ao estrelato.
Só que Alex não compõe há anos, nunca escreveu letras de canções, tem pouquíssimos dias para fazer ambas as coisas e está bloqueado.
A salvação surge então sob a forma de uma jardineira e música, Sophie Fisher (Drew Barrymore), cuja habilidade com as palavras pode ser útil para o compositor desesperado.
Tendo acabado uma relação com o escritor Sloan Cates (Campbell Scott), ela está relutante em ajudar quem quer que seja, especialmente alguém tão instável como Alex. No entanto, à medida que a química entre os dois se manifesta, eles terão de enfrentar os seus receios – e compor uma canção – se quiserem triunfar e obter o que merecem.

in http://www.estreia.online.pt

terça-feira, abril 10, 2007

Mr. Bean em Férias

FUI VER ESTE FILME NO PASSADO DIA 2007.04.09 PELAS 21:40 NA SALA 2 DO CASTELLO LOPES NO PARQUE ATLÂNTICO, EM PONTA DELGADA, NA COMPANHIA DA MINHA MARINA, E DO MARCO, UM AMIGO

Mr. Bean (Rowan Atkinson) parte de férias para o Sul de França e a desgraça começa logo na viagem. No comboio, ele encontra um realizador romeno com o seu filho, e os três acabam numa vila pacata. Aí, Bean trava conhecimento com a atraente Sabine que levará um diário filmado da vida deste herói até ao Festival de Cinema de Cannes. Considerada uma das personagens mais cómicas da cultura ocidental, Mr. Bean foi criado por Rowan Atkinson com base em Monsieur Hulot, emblemática criação do actor e realizador francês Jacques Tati. Verdade ou golpe publicitário, o actor inglês anunciou que este é o último filme de Mr. Bean que desde 1990, ano em que invadiu a televisão, se tornou um êxito internacional. O título, "Mr. Bean Holiday", é mais uma alusão às influências, mais precisamente à obra de estreia de Tati, "As Férias do Sr. Hulot" (1953). Dez anos depois da sua estreia no cinema, em "Bean - Um Autêntico Desastre", chega a segunda aventura, escrita com a ajuda do argumentista Richard Curtis ("O Amor Acontece"). O palco escolhido foi a França por ser um sítio onde Bean está como um peixe fora de água, já que não compreende a Língua, e como tal o ideal para manter a comédia na interpretação gestual e sem o peso das palavras.Steve Bendelack, mais conhecido pelos seus trabalhos em televisão, na série "Liga de Cavalheiros", realiza o filme.

in http://www.estreia.online.pt

domingo, março 18, 2007

Letters from Iwo Jima


FUI VER ESTE FILME NO PASSADO DIA 2007.03.17 PELAS 21:40 NA SALA 1 DO CINE SOLMAR, EM PONTA DELGADA, NA COMPANHIA DA MINHA MARINA

Clint Eastwood considerou a história desta batalha tão relevante que não lhe bastou fazer um filme. Fez dois. O primeiro, que estreou em Portugal a 11 de Janeiro, "As Bandeiras dos Nossos Pais", retrata o lado americano da batalha de Iwo Jima.
"Cartas de Iwo Jima" é o segundo, e mostra o mesmo acontecimento sob o olhar dos soldados japoneses.

A batalha travada na ilha japonesa homónima aconteceu em 1945, em plena Segunda Guerra Mundial. Do lado nipónico, quem foi para a frente de combate sabia de antemão que dificilmente de lá sairia com vida.

No entanto, a memória dos soldados japonenes perpetuou-se através das cartas que foram, durante mais de 40 dias, escrevendo para casa, e que servem agora de base a esta película.
Estas missivas revelam o sacrifício, o esforço, a coragem e a compaixão destes homens que se defenderam heroicamente do exército americano.

Nesta que deveria revelar-se uma rápida derrota das forças japonesas, e cuja visão estratégica de um general transformou num combate engenhoso, morreram quase sete mil soldados americanos, e mais de 20 mil japoneses.

Em primeiro plano estão cinco militares: Saigo (Kazunari Ninomiya), um padeiro que só quer sobreviver para conhecer a sua filha recém-nascida; Baron Nishi (Tsuyoshi Ihara), um campeão olímpico de hipismo conhecido em todo o mundo pela sua arte e pela sua honra; Shimizu (Ryo Kase), um jovem ex-agente da polícia militar, cujo idealismo ainda não foi posto à prova pela guerra; e o Tenente Ito (Shidou Nakamura), um militar rígido, que certamente preferiria o suicídio à rendição. Há ainda o General Tadamichi Kuribayashi (Ken Watanabe), figura central, cujas viagens pela América lhe revelaram a natureza vã da guerra, concedendo-lhe simultaneamente a visão estratégica necessária para enfrentar a vasta armada americana que se aproximava pelo Pacífico.

Com este projecto inovador de dois filmes, Eastwood, já galardoado com dois Oscares da Academia por “Million Dollar Baby” e “Imperdoável”, apresenta neste "Letters from Iwo Jima" a normalmente anónima batalha, abordando, através dela, a guerra no Pacífico.

O realizador referiu, em entrevista ao Nouvelle Observateur, que a ideia do segundo filme lhe surgiu "durante a preparação de 'As Bandeiras dos Nossos Pais'. Estava muito intrigado com a personalidade do general Kuribayashi, o comandante de Iwo Jima, por este sistema de fortificações que concebeu e que não corresponde à mentalidade japonesa", referiu. Outro pormenor fê-lo querer divulgar esta história. "Fiquei siderado ao verificar que os actores japoneses do filme nunca tinham ouvido falar de Iwo Jima. Esta história não é ensinada na escola, o período foi como que apagado da memória", explicou.

Cartas de Iwo Jima” (inteiramente falado em japonês) e “As Bandeiras dos Nossos Pais”, duas histórias diferentes em quase tudo, são o tributo de Eastwood a todos os que perderam a vida nos dois lados do conflito.


in http://www.estreia.online.pt